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Movimento #goodnews já compartilhou mais de 4600 boas notícias pós-Covid

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Como fazer para parar de receber tantas notícias ruins? Foi pensando nisso que o publicitário, consultor e palestrante Dil Mota resolveu criar um projeto para caminhar na contramão dos noticiários catastróficos e alarmantes pós-pandemia. Chamada de #goodnews, a proposta se tornou um compartilhamento maciço de notícias boas por meio das redes sociais. Desde 19 de março, foram mais de 4.600 #goodnews, que receberam diversos comentários positivos de pessoas agradecendo pela iniciativa.

“Quando chegou a pandemia, notei que muitos fugiam dos noticiários e do bombardeio de toda a sorte de informações que contribuíam ainda mais para um clima de medo, preocupação e insegurança. E quando chegavam nas redes sociais, encontravam a mesma coisa. Foi aí que tive a ideia de criar o projeto, como um antídoto para tantas informações negativas. Desde 19 de março foram 30 #goodnews diárias, 210 por semana, 900 por mês e hoje, aproximadamente 4.650 #goodnews depois, eu tenho uma sensação de leveza e de muita consciência, pois sei que o que faço é muito simples em relação a tudo o que está acontecendo”, afirma Mota.

Espetaculares imagens, lugares paradisíacos, poesia, mensagens, dança, personagens inspiradores, música, shows, lives, cursos, ofertas de emprego, projetos sociais, campanhas, doações, pedidos de ajuda, exemplos de superação, números de curas (não de mortes), arte, balé, comerciais, produtos, design, arquitetura, viagens, livros, grandes causas, causos e exemplos de coisas boas são a tônica das #goodnews.

Ironicamente, de um dos grandes propagadores de notícias negativas e suas devidas derivações, como comentários, reposts, discussões e posicionamentos pessoais, Dil Mota pesquisa, diariamente, aquelas que podem semear positividade.

“Poder fazer algo fácil, acessível e que todo mundo pode fazer, foi uma forma que encontrei de poder espalhar positivismo, buscando trazer para as pessoas um conteúdo que lhe dessem alento, esperança, diversão ou pelo menos algo diferente para ver. E já recebemos muitas mensagens carinhosas que dizem o quanto importante é receber #goodnews, pessoas que no hospital a espera de notícias de um ente querido internado com o vírus e se entretendo com as #goodnews, pessoas que incentivam à continuar, mensagens comuns, de gente comum e que entenderam que também faz sentido difundir notícias boas. Qualquer uma, desde que seja boa e positiva”, revela.

De tão simples, o projeto também se tornou orgânico. “Mais do que um ato solitário, eu gostaria muito que fosse colaborativo, que as pessoas aproveitassem a hashtag, entrassem na onda e compartilhassem apenas coisas positivas. Com critério, sem entrar em discussões desnecessárias, sem trazer um tom político ou polêmico, checando fonte e datas, evitando assuntos polarizantes e se mantendo neutro, inclusive quando alguns comentários parecem não entender o que significa #goodnews”, afirma o publicitário.

Dil Mota acredita que um simples ato pessoal pode ter o poder de inspirar e engajar as pessoas. “Elas podem também contribuir com mais #goodnews, semeando outras boas notícias e buscando mudar o mindsets e criando um ambiente mais positivo para encarar os desafios do mundo atual e do futuro”, finaliza.

Para desfrutar das #goodnews é só acessar: https://www.facebook.com/dil.mota.54

Quem é Dil Mota?

DIL MOTA é designer e publicitário, atua há 25 anos como Diretor de Criação e Planejamento em algumas das maiores agências de comunicação do Brasil. Especializado em Live Marketing e onde se destacam ações de brand and customer experience, brand activation, promoção e eventos, tem uma grande expertise em trabalhos focados na relação marca x trade x consumidor. Com passagens pela McCann Erickson, Rocha Azevedo, CF Promo, Super Produções, Rock Comunicação, Fan Club, Banco de Eventos, Samba Pro e Opening Comunicação, atua como creative consultant de agências no sistema de Associated Partnership, é Diretor de Criação e planejamento da Eleve Design de Experiências e tem um projeto chamado: Dil Mota & TheThingThinkers, por meio do qual, a partir de técnicas terapêuticas e sistêmicas, desenvolve em equipes de qualquer tipo de empresa, negócio ou área, novos skills e mudança de mindset corporativo e pessoal.

Foi professor da Universidade Mackenzie e é professor convidado da FIAP. Ministra workshops e palestras, foi curador do Projeto Os Criativos, um conteúdo focado na divulgação e reconhecimento dos profissionais de criação e planejamento do mercado. Premiado como Profissional de Criação do Ano pelo AMPRO Globes Awards, eleito um dos 10 Criativos mais importantes de década pelo site Pomoview e com premiações no Wave, Colunistas, Popai, Prêmio Caio e FIP.

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Pedro Scooby surfa Onda de Cheddar no Méqui

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O Méqui traz uma superprodução para apresentar as novidades da família cheddar. Como protagonista da campanha, a rede convidou Pedro Scooby para surfar essa nova Onda de Cheddar em uma narrativa que conecta surfe, verão e cultura digital para ativar um dos fandoms mais apaixonados do Méqui: os Cheddar Lovers! Como novidade, e pela primeira vez no TikTok Brasil, na próxima semana o Méqui lança missões gamificadas que incentivam os fãs a declararem publicamente seu amor por cheddar, com uma moldura exclusiva de avatar.
Depois de enfrentar as ondas gigantes de Nazaré, Pedro Scooby, ícone do surfe e símbolo do lifestyle de verão, encara uma Onda de Cheddar gigante na campanha criada pela Galeria.ag. Entre tubos, manobras e uma onda nada convencional, o atleta mostra que, nesta temporada, o cardápio do Méqui está pronto para quem não abre mão de muito sabor e cremosidade. 
“No Méqui, a inovação começa ouvindo quem está do outro lado do balcão. Acompanhamos as conversas, entendemos o quanto o cheddar é um ícone para os nossos fãs e transformamos esse desejo em experiência. O verão é o momento perfeito para trazer essa nova onda, com leveza, diversão e indulgência. E o Pedro Scooby traduz tudo isso de forma muito genuína: ele representa atitude e intensidade, exatamente o clima que essa campanha pede”, destaca Ilca Sierra, diretora de marketing da divisão Brasil da Arcos Dorados.
“Desde o momento em que chegamos ao conceito da Onda de Cheddar, nosso desafio foi materializar a fantasia que todo cheddar lover sonha em surfar. Pra tornar isso real, usamos todas as ferramentas que tínhamos à mão: construímos uma onda real em estúdio e combinamos filmagem e 3D para chegar a um resultado que fosse, ao mesmo tempo, absurdo e incrivelmente real; dando escala, textura, movimento e muito appetite appeal para essa viagem na piscininha de Cheddar junto com Pedro Scooby”, acrescenta Gabriel Felde, diretor de criação de McDonald’s na Galeria.ag.
No digital, o Méqui avança ainda mais. Pela primeira vez no TikTok brasileiro, a marca estreia missões gamificadas que transformam fãs em participantes ativos da história. A ação tem início na próxima semana. Não é só assistir. É provar, interagir, desbloquear e assumir publicamente o status de cheddar lover com moldura exclusiva no TikTok onde a campanha avança na conexão com os fãs. Para promover essa ação inédita, a marca lança uma página no TikTok para funcionar como um hub central com o conteúdo da campanha, as missões e o selo com Onda de Cheddar para o público personalizar o perfil.
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Pesquisa revela que 51% dos profissionais de Marketing veem a qualidade da produção de IA como equivalente à de humanos

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Com aplicações que vão da otimização de estratégias à automação de tarefas e à personalização de experiências para clientes, a Inteligência Artificial tem transformado rapidamente o setor de marketing no Brasil. Apesar da adoção massiva, menos de 20% dos profissionais avaliam esses impactos como majoritariamente positivos, segundo estudo realizado pela agência Enlink com colaboradores da área, entre setembro e dezembro de 2025.

Levantamentos conduzidos pelo IAB Brasil em parceria com a Nielsen, divulgados em fevereiro deste ano, indicavam o uso de IA por 80% das agências brasileiras. Já o novo estudo da pesquisa Enlink aponta que a tecnologia está presente em 100% das iniciativas de marketing analisadas, sendo que 40% fazem uso frequente dessas ferramentas.

Entre as soluções mais utilizadas, o ChatGPT lidera com ampla vantagem, sendo apontado como ferramenta preferida por 97,7% dos entrevistados, seguido pelo Gemini, citado por 31%. Esse uso intensivo reflete-se na percepção sobre a qualidade do conteúdo gerado, que, segundo 51% dos profissionais, já alcança um nível equivalente ao humano.

Apesar do amplo uso, características das ferramentas preocupam os profissionais, sobretudo quanto à imprecisão de informações, fato que gera desconfiança em mais de 50% dos entrevistados, os quais ressaltam a importância de checar as informações antes de concluir a aplicação. Mesmo com o receio, mais de 43% das iniciativas pretendem ampliar o uso ao longo do próximo ano.

Conforme detalha Manu Sanches, fundadora da Enlink, a pesquisa realizada teve como principal finalidade compreender de que forma a IA pode impactar o tráfego orgânico, mas os profissionais entrevistados parecem não ter chegado a um consenso sobre isso. “Ouvimos pessoas de diversas agências das regiões Sul e Sudeste, mas o que mais nos chamou atenção foi o quanto os profissionais estão longe de um denominador comum quanto ao impacto da IA sobre o tráfego orgânico. Ouvimos desde que essa finalidade está em declínio e gera ‘migalhas’, até que ela será a maior fonte para aquisição desse tipo de ativo no próximo ano”, explica.

Os dados apontam, portanto, um cenário em que a Inteligência Artificial já está amplamente incorporada às rotinas do Marketing brasileiro, ao mesmo tempo em que desperta percepções distintas entre os profissionais do setor. Enquanto parte dos entrevistados destaca ganhos operacionais e reconhece avanços na qualidade dos conteúdos gerados, outros mantêm ressalvas quanto à confiabilidade das informações e aos impactos sobre estratégias como o tráfego orgânico. O levantamento da Enlink contribui para dimensionar esse contexto e indica que o uso da tecnologia tende a seguir em expansão, ainda que acompanhado de debates e ajustes na forma como é aplicada pelas equipes.

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