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MOVE lança campanha ‘É assim que vivemos Monte Verde’ para incentivar o turismo local

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A MOVE (Agência de Desenvolvimento de Monte Verde e Região) lançou a campanha “É assim que vivemos Monte Verde”, com o objetivo de incrementar a atividade turística no distrito de Camanducaia (MG), mostrando que a região é atrativa não apenas no Inverno e que a retomada do turismo ali ocorre de forma consciente e segura. Com um investimento de cerca de 150 mil, a comunicação vai abordar características da vila que são antagonistas ao cenário de isolamento social imposto pela pandemia, como o contato com a natureza e atividades ao ar livre.

Em 2019, mais de 500 mil turistas passaram pelo distrito, sendo 60% na alta temporada (entre maio e agosto), segundo a Prefeitura de Camanducaia. A ideia é que esse número seja recuperado ao longo desse ano. “Além de ser uma campanha focada nas características e qualidades da região, queremos mostrar que estamos capacitados para receber os turistas de forma segura e consciente. Também vamos destacar que Monte Verde é um bom destino em todas as estações do ano, e não somente para casais, mas para toda a família” explica Rebecca Wagner, presidente da MOVE.

A campanha, que está dividida em duas fases, também trabalha na conscientização do público interno de Monte Verde, por meio de materiais informativos. “Queremos alinhar as ações de prevenção entre os associados da MOVE para evitar erros de procedimento de segurança e a correta e transparente comunicação com os turistas,” complementa Rebecca.

A primeira etapa quer impactar o público próximo, do Sul de Minas, São Paulo e as regiões de Campinas e Bragança Paulista, pela facilidade e segurança de locomoção. A intenção é mostrar que a vila está segura e segue todas as normas sanitárias exigidas pelos órgãos responsáveis: limpeza e higienização constantes, espaçamento seguro dentro dos estabelecimentos e a utilização de equipamentos de segurança.

Já a segunda fase será implantada quando os casos de coronavírus apresentarem queda em âmbito nacional e o país começar a retornar à normalidade. Nessa etapa serão divulgadas as características do modo de vida de Monte Verde. “Queremos mostrar que oferecemos atividades ao ar livre e esportes radicais, como 4×4, Mountain Bike, Montanhismo, Trekking e Voo Livre. O distrito é repleto de atrativos: natureza preservada, ótima gastronomia, hospedagem premium, entre muitos outros”, conta Rebecca.

Nas duas etapas serão desenvolvidos conteúdos com foco em redes sociais (Instagram, Youtube, Facebook); mídias OOH (painéis, outdoors, etc.) e em veículos de comunicação tradicionais (jornais, revistas e portais de turismo).

Reabertura

Desde o dia 30 de julho, os mais de 150 estabelecimentos de hospedagens do distrito de Monte Verde (MG) estão operando com, no máximo, 60% da capacidade. A ampliação da capacidade, até então em 40%, foi estabelecida em novo decreto da Prefeitura de Camanducaia (nº 145/2020), publicado no dia 24 de julho, que trouxe, ainda, outras novidades nas regras de reabertura do turismo da vila: a entrada de famílias na Pedra Redonda e o aumento no número de pessoas nos comércios.

Apesar do aumento da taxa de ocupação nos hotéis e pousadas, as áreas de lazer, como piscinas, saunas, quadras esportivas e playground deverão permanecer fechadas. Já as atividades com até duas pessoas, como quadra esportiva para tênis, estão permitidas. Aos finais de semana e feriados, apenas turistas com reservas antecipadas podem ter acesso ao distrito.

De acordo com o decreto municipal 0119/2020, publicado no dia 29 de maio, desde o dia 1º de junho, também com restrições, atividades de outros segmentos também voltaram a funcionar, como bares, restaurantes, lojas, academias e salões de beleza. Monte Verde abriga, de acordo com a Prefeitura de Camanducaia, mais de 50 restaurantes, bares e similares.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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Macunaíma.ag assume direção criativa do Baile da Sephora 2026 e assina ativações de Meta, Heinz, JOVI, Campari e Halls

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A agência de brand experience Macunaíma.ag assumiu, pela quarta vez consecutiva, a direção criativa geral do Baile da Sephora, evento de destaque no calendário de lifestyle e beleza do país. Além de desenhar o conceito central da edição 2026 — intitulado “As Sombras da Floresta” —, a agência assina a criação e a operação de marcas pertencentes a diferentes segmentos no evento, incluindo Meta (Instagram), Heinz, JOVI, Campari e Halls (esta em parceria criativa com a agência David).

Para o Instagram, a agência coordena a transmissão ao vivo oficial do evento, comandada pelos criadores de conteúdo Carol Zaia e Theodoro, em um cenário que expõe biomas brasileiros por meio de fotografia artística. A Heinz utiliza o encontro para promover o Ketchup Heinz Zero, distribuindo bisnagas com artes exclusivas assinadas pelo artista Andy Alves, além de ações de degustação durante o jantar.

A marca de tecnologia JOVI, operada no Brasil pela vivo Mobile Communication, apresenta seu modelo X300 Ultra em um espaço cenográfico que simula uma lua em meio à floresta, projetado para destacar os recursos de fotografia noturna do smartphone. No setor de bebidas, a Macunaíma assina a cenografia do bar da Campari, unindo o paisagismo tropical à identidade visual vermelha da marca. Na frente de confeitos, a agência produz as ativações da Halls desde a fase de credenciamento até a entrega de portas-Halls e áreas para fotos com efeitos de vento. “Criar para quem recebe e, ao mesmo tempo, para quem participa mostra a confiança do mercado na nossa capacidade de transitar entre beleza, alimentação, tecnologia, bebidas e entretenimento sem perder a identidade de cada cliente”, analisa João Felipe Villanova, sócio e diretor criativo da Macunaíma.ag.

“Um ketchup, um smartphone, uma bala e uma rede social falam línguas completamente diferentes, e o desafio foi traduzir todas para o mesmo universo. Quando o convidado leva para casa uma bisnaga com arte exclusiva ou faz uma foto sob a lua da JOVI, ele não guarda a lembrança de um anúncio, guarda uma memória da festa”, complementa Daphne Duarte, gerente de planejamento criativo da agência.

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