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Morre Tony Coelho, um dos ícones do Live Marketing no Brasil

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O criativo, planejador e estrategista Tony Coelho foi mais uma vítima do Covid-19 que já matou milhares de brasileiros. Que Deus dê conforto para sua esposa a Valéria e seus filhos Neto, Ronan e Samara.

Ao longo de sua carreira, Tony foi diretor da Associação de Marketing Promocional (Ampro) no Rio e membro do conselho nacional da entidade e lutava contra a doença desde 22 de dezembro, quando foi internado.

Formado em Letras e Pedagogia pela UFRJ, Antonio Teixeira Coelho Filho descobriu o mercado de Comunicação e Promoções e voltou à faculdade, chegando a fazer pós-graduação na área. Em 1996, criou a empresa Conceito Rio e sempre foi um workaholic e assim, sempre gostou de dar aulas, palestras e escrever sobre o Marketing Promocional além de participar de inúmeros júris do setor, inclusive o Colunistas Rio. Em 2015, lançou o livro “Do Marketing Promocional ao Live Marketing. Below é a PQP, como diz Victor Oliva”, pela editora Conceito Qualificação.

Em 2009, foi o ganhador do GlobesAwards, como Profissional de Marketing Promocional do Ano do Rio de Janeiro, e em 2019 foi homenageado na Argentina por sua “Trajetória Profissional”, pelo Festival Internacional de Marketing y Novas Tecnologias Comunicacionales (FIP).

Quis o destino que seu último artigo fosse publicado no portal da Revista Live Marketing (https://www.revistalivemarketing.com.br/tony-coelho-papai-noel-e-live-marketing/) com quem, aliás, o criativo tinha acabado de firmar um acordo de parceria. Ele seria colunista da Revista Live Marketing a partir de 2 de janeiro. Sua coluna se chamaria Live Marketing Conection e traria, semanalmente, notícias sobre o que acontece no cenário do Live Marketing mundial. Além disso, assumiria o posto de membro do conselho editorial da Revista Live Marketing e também já tínhamos engatilhado três projetos especiais que seriam desenvolvidos ao longo do ano.

Nesse momento só podemos agradecer a tudo que Tony fez pelo setor, dizer que nossa convivência apesar de curta foi extremamente intensa o que mostra o quanto ele ainda tinha lenha para queimar. Era uma máquina de produzir textos e de ideias. Como ele me disse várias vezes, escrevia todos os dias até às 2 da manhã. Descanse em paz meu amigo e por aqui ficamos com a certeza de que você foi cedo demais, mas seu legado permanecerá vivo.

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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.

Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.

A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.

Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.

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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

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Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.

Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.

A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.

No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.

A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.

A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.

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