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Mootag assina ativação de Curaçao na Corrida das Estações em São Paulo

Com uma ação envolvente e cheia de cores, a ilha de Curaçao marcou presença na “Corrida das Estações” em São Paulo, reforçando o elo entre esporte, bem-estar e turismo. A ativação foi idealizada pela Mootag, agência de comunicação especializada em brandformance. A ação encantou o público com experiências imersivas e sensoriais que transmitiram toda a energia caribenha do destino turístico.
O espaço de 50 m² montado no local recebeu mais de 500 visitantes entre 5h e 11h da manhã, oferecendo uma série de atrações pensadas para proporcionar relaxamento, diversão e conexão com o estilo de vida de Curaçao. A proposta foi transformar o estande em uma verdadeira janela para o Caribe, despertando o desejo de viagem logo após a linha de chegada. O Curaçao Tourist Board patrocinou a Corrida das Estações em São Paulo.
Entre as principais experiências proporcionadas, mais de 300 pessoas participaram da gravação de vídeos em uma plataforma interativa com cenários paradisíacos de Curaçao, que podiam ser compartilhados nas redes sociais com moldura personalizada. Cerca de 210 visitantes também se inscreveram para concorrer a uma viagem completa para a ilha, com uma sortuda sendo contemplada com a oportunidade de viver de perto a experiência caribenha.
Segundo Ranieri Trecha, diretor de negócios da Mootag, a ação reforça o compromisso da agência em aproximar Curaçao do público brasileiro. “Nosso papel é mostrar a ilha de forma criativa e inspiradora, despertando o desejo de viagem e reforçando a conexão dos brasileiros com Curaçao. Mais um ano conseguimos levar essa experiência para um grande evento, aproximando cada vez mais o destino do nosso público”, destaca Trecha.
A presença de Curaçao na Corrida das Estações reforça o posicionamento da ilha como um destino completo, que vai além das praias e do clima tropical, oferecendo bem-estar, lazer e experiências autênticas para todos os perfis de viajantes. A ação também evidencia a força do turismo como ponte entre estilo de vida e desejo de consumo, especialmente quando bem trabalhado em eventos de grande visibilidade. Com essa iniciativa, Curaçao mostrou que o Caribe pode estar mais próximo do que se imagina.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








