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Molzi, parceira da Amazon no marketplace, chega ao Brasil

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Criada em 2017, em Londres, na Inglaterra, por Chris Mole, a Molzi surgiu para preencher uma lacuna no mercado referente a serviços completos da Amazon. Sob o comando de Ricardo Reis, Renan Kfouri e Fabrizio Bruzetti, a principal parceira da Amazon, deve consolidar a marca e imagem do Marketplace nacionalmente.

Assim como a maioria das plataformas de mercado online, a Amazon também teve um crescimento expressivo em 2020. Principalmente devido aos inúmeros pontos que a pandemia e o isolamento social trouxeram para as vidas de milhares de pessoas mundialmente.

startup foi lançada com um objetivo claro: ajudar as marcas a gerenciar e expandir seus negócios na Amazon. Atualmente é uma das principais agências globais da marca, gerenciando mais de £ 200 milhões (libras esterlinas) em receita no mundo anualmente.

A expert em full-commerce fornece serviços completos de gerenciamento da plataforma. Desde gestão de mercado e treinamentos, até consultoria da Amazon, todos suportados por software proprietário, operando sobre dois pilares:

  • O orgânico do eCommerce, fazendo desde a parte orgânica da AMAZON como cadastro de página, cadastro da página dos produtos, cadastro dos produtos em si, otimização de palavra-chave (SEO), otimização de Conteúdo (A+), bem como otimização de estoque, chargeback, dentre outras soluções;
    • E mídia, que otimiza os investimentos por meio da compra de palavras-chave (Sponsored Brands e Sponsored Products), e ganho de escala através da compra de mídia das audiências exclusivas da Amazon via sua própria DSP.

Além do Brasil, a Molzi opera em Hong Kong, Espanha, Holanda, Cingapura e brevemente o Japão. O gerenciamento de clientes passa pelo Reino Unido, EMEA (Europa, Oriente Médio e África), América do Norte, LATAM e APAC (Asia e Pacífico).

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

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Paçoquita e Kibon expandem parceria e lançam Mini Paçoquita em todo o Brasil

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Após o sucesso da edição regional lançada no Nordeste em 2025, Paçoquita e Kibon anunciaram a ampliação de sua parceria promocional com a distribuição nacional do Mini Paçoquita. O produto retorna ao mercado em setembro de 2026 como uma edição limitada que atende aos pedidos dos consumidores e visa preparar o portfólio das companhias para a temporada de verão.

O movimento reflete a estratégia das empresas Santa Helena e Kibon (pertencente à The Magnum Ice Cream Company) de explorar a versatilidade de sabores tradicionais em novos formatos e ocasiões de consumo do tipo snack. “Parcerias como essa são uma forma de ampliar os territórios de Paçoquita e explorar novas ocasiões de consumo a partir de um sabor que já tem uma relação muito forte com os brasileiros. A collab com Kibon mostra como essa identidade pode ganhar novas combinações e formatos, conectando Paçoquita a uma categoria especialmente relevante no verão”, afirma Sabrina Torquato, head de marketing da Santa Helena Alimentos.

“Os Minis têm ganhado cada vez mais relevância para Kibon e têm um papel importante em ampliar a forma como as pessoas se relacionam com o sorvete, aproximando a categoria da lógica de snack: uma indulgência prática, que cabe em diferentes momentos do dia. Expandir a parceria com Paçoquita para todo o Brasil é um passo importante dentro dessa estratégia e uma forma de celebrar sabores que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, acrescenta Carolina Mega, head de marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil.

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Estudo da Creators revela que planejamento da Black Friday começa meses antes e reforça papel dos influenciadores

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A disputa pela atenção do consumidor na Black Friday antecipou o calendário de planejamento das marcas no mercado brasileiro. É o que aponta o estudo Open Black – Report Black Friday 2026, desenvolvido pela Creators LLC, hub de inteligência, dados e creator marketing. O levantamento reuniu dados de comportamento, mercado e plataformas para mapear o impacto da estratégia de influência em todas as fases do funil de vendas.

Pesquisas da Gauge citadas no relatório revelam que 53% dos brasileiros iniciam o planejamento de compras para a data em julho — 4 meses antes do evento —, enquanto 48% afirmam decidir por impulso para aproveitar ofertas imediatas. O cenário aponta para um comportamento que mescla pesquisa prévia com gatilhos de conversão no momento do desconto.

A Creators defende uma atuação em duas fases: de agosto a outubro, com conteúdos de consideração (reviews, tutoriais e inserção do produto na rotina), e em novembro, com foco em conversão por meio de cupons rastreáveis, live commerce e programas de afiliados. “A Black Friday não começa quando o desconto entra no ar. Quando novembro chega, o consumidor já pesquisou, comparou, salvou conteúdos e criou referências sobre aquilo que pretende comprar. O desafio das marcas é construir essa relação antes da disputa mais intensa por atenção e usar os creators não apenas como mídia de conversão, mas como parte da jornada de decisão”, analisa Nohoa Arcanjo, CEO da Creators.

Dados da YOUPIX em parceria com a Nielsen Brasil destacam que 80% dos consumidores tomam a decisão de compra fora do clique imediato, realizando buscas ou salvando conteúdos para transações posteriores. Além disso, 58% das conversões ocorrem em até sete dias após a visualização de publicações com influenciadores.

O estudo aponta ainda que 81% dos brasileiros já adquiriram produtos recomendados por criadores de conteúdo e 64% utilizam cupons ou links patrocinados com frequência. Em relação aos critérios de escolha dos perfis, 62% declaram que o número de seguidores tem pouco ou nenhum impacto na confiança, enquanto 44% descobrem novas marcas por meio de creators — superarando indicações de amigos e familiares (33%). “Os dados mostram que influência não é uma equação de tamanho de audiência. Para converter, é preciso encontrar quem tem legitimidade para falar daquele assunto e construir recorrência. O consumidor precisa reconhecer aquela indicação como algo coerente com a pessoa que está falando, e não simplesmente como mais uma publicidade de Black Friday no feed“, ressalta a executiva.

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