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Mizuno apresenta 10ª edição do Prophecy com design repaginado

A Mizuno aguardou o fim do ano de 2020 para apresentar uma de suas principais novidades. Com design repaginado, mantendo tecnologias capazes de oferecer bastante conforto e melhor performance para os corredores, a marca lança a 10ª edição de um de seus maiores sucessos no Brasil: o Prophecy X. O novo modelo conta com atualizações em seu design para garantir que os corredores tenham uma melhor experiência.
As principais mudanças para a décima versão do Prophecy estão na ergonomia do design do calçado, fruto de um trabalho técnico e artístico desenvolvido em parceria com o ilustrador japonês Hajime Sorayama, vencedor de dois Creative Awards no Japão. Sorayama é bastante conhecido por ser um dos pioneiros na estética rendered airbrush, tendo, ao longo de sua carreira, trabalhos colaborativos com grandes marcas e músicos. A atualização do novo modelo é, principalmente, em seu aspecto visual e nas mudanças positivas para quem procura desenvolver ainda mais sua performance durante os treinos.
Na entressola, a principal novidade é o uso do PU Pillar, um composto à base de poliuretano que proporciona alto conforto, absorção e dispersão do impacto durante a pisada. Antes com cinco buracos no solado, agora, o novo modelo conta com seis. Este vão extra na sola foi posicionado na parte frontal, o que permite uma transição de saída de forma mais fluída. Outra novidade é o shape mais arredondado na região traseira do calcanhar. O formato auxilia em uma maior suavidade na entrada.
“Lançamos a primeira versão do Prophecy em 2011, após sete anos de longas pesquisas e o envolvimento de uma equipe multidisciplinar. O objetivo da marca era quebrar paradigmas ao trazer um novo conceito de produto para o mercado. Anos depois, estamos felizes por chegarmos à décima edição com um produto de alta tecnologia, design, conforto e durabilidade, pontos importantes para quem procura um tênis de qualidade, seja pensando em performance ou uso no dia a dia“, celebra Felipe Gentil, Diretor de Marketing da Mizuno no Brasil.
Com o novo Prophecy X, a Mizuno traz uma identidade visual inspirada na Alma de Rua. Ela, a rua, é a figura central que liga os dois públicos do Prophecy, pois é ela também a maior inspiração, a melhor amiga e a maior influência, seja para os corredores ou para aqueles ligados ao estilo de vida urbano.
Enquanto o amante da corrida se envolve com a rua todos os dias e faz dela seu caminho para chegar aos seus objetivos, quem é ligado à cultura urbana têm na rua sua maior influência, pois, é por meio dela, que aprende a viver, a falar e a se vestir.
Indicado para corredores com pisada neutra, o novo Prophecy X pesa aproximadamente 400g, conta com um drop de 12mm e reúne outras tecnologias exclusivas da Mizuno que, juntas, transformam o tênis em um produto completo para os corredores.
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








