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Mitsubishi lança campanha que conta história da primeira e única mulher a vencer o rali mais difícil do mundo

A bordo de um Mitsubishi Pajero, a pilota alemã Jutta Kleinschmidt foi a primeira e é até hoje a única mulher a vencer o rali mais difícil do mundo, o Dakar. Esse enredo de superação segue inspirando muitas pessoas e, por isso, a história foi escolhida como pano de fundo para a Mitsubishi comemorar os 40 anos da linha de veículos Pajero.
A ação de comunicação vai ajudar a contar melhor esse feito e apresentar a todos o legado de Jutta e de tudo que ela fez a bordo de um carro da marca, apresentando o real espírito 4×4 que se faz presente em todos que dirigem um Pajero até hoje.
A campanha “Pajero Sport. 40 anos de legado 4×4” é composta por um mini-documentário de cinco minutos, que mostra imagens do mundo do rali e uma entrevista exclusiva com Jutta. Além de falar de seus desafios no esporte, ela aponta os novos itens de segurança e conforto nos carros da marca, bem como o caráter off-road que permite aos motoristas andar em dunas e trilhas. Ao lado de um Pajero Sport, ela destaca ainda a Mitsubishi Cup como espaço para novos talentos do automobilismo, especialmente mulheres.
Além do documentário (disponível em www.pajero40anos.com.br), a campanha tem um filme teaser de 30 segundos, que começa a veicular no dia 09 de fevereiro na TV a cabo e nos ambientes digitais da marca, um filme de 3 minutos e outros 2 comerciais também de 30 segundos, para dar sustentação à campanha.
A veiculação do filme principal de 3 minutos ocorrerá no dia 13 de fevereiro, antes do início do Superbowl (ESPN) e simultaneamente em outros canais de TV a cabo, como Globonews, Sportv, CNN, Universal, entre outros, todos com a versão de três minutos. Um documentário de cinco minutos terá exibição nos canais digitais. As peças de 30 segundos terão inserções diversas em TV paga. A campanha contará ainda com cinema, digital, OOH e outros meios.
Na mídia impressa, ocorre ainda a ação “Notícia”, que vai “re-veicular” as capas do Estadão e Folha de S. Paulo da data em que Jutta conquistou o Dakar, mas destacando apenas essa notícia, mostrando o valor histórico do feito. As capas mostram a notícia no mesmo tamanho e local do original, mas sem o resto do conteúdo, e com o título “Republicamos a notícia de 20 anos atrás com a importância que ela tem ainda hoje”.
A campanha visa mostrar ainda a luta de Jutta, na época, para se superar e conquistar uma das mais difíceis vitórias dentro do esporte a motor. Hoje, Jutta é presidente da comissão de rali Cross-Country da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) e lidera uma iniciativa para treinar e apoiar jovens pilotas a perseguirem seus sonhos.
“O feito histórico conquistado pela Jutta a bordo de um Mitsubishi Pajero é um orgulho para a nossa marca. Recontar essa história 20 anos depois é o pano de fundo perfeito para comemorarmos os 40 anos da linha Pajero. Mais que isso, esperamos que essa ação publicitária consiga inspirar mais pessoas a sempre se superarem, independente do tamanho do desafio. Esse é o verdadeiro espírito 4×4”, afirma Letícia Mesquita A. Oliveira, diretora de marketing da marca para o Brasil.
“O Pajero tem um legado de quatro décadas e entendemos que a melhor forma de comemorar essa data é trazer a história de Jutta Kleinschmidt, uma mulher que inspirou todo um esporte tendo esse carro como companheiro de conquista. Ela foi super solícita e se envolveu com a ideia, prestando um belo depoimento que conseguimos documentar. Esperamos comemorar o legado da Mitsubishi e inspirar as pessoas”, afirma Flavio Waiteman, sócio e CCO da Tech and Soul.
Ficha Técnica Campanha 40 Anos Mitsubishi Pajero
Título: 2’39”
Cliente: Mitsubishi Motors do Brasil
Aprovação cliente Mitsubishi: Leticia Mesquita Andrade Oliveira, Marcelo Benaci, Luisa Galhardo e Shay Carvalho
Primeira e Única Ganhadora do Rally Paris-Dakar (edição 2001): Jutta Kleinschmidt
Produto: Pajero Sport
Agência: Tech and Soul
CCO: Flavio Waiteman
Diretor de Criação Executivo: Alexandre Prado
Diretor de Criação: Daniel Magri, Fabiano Feijó e Renan Bulgari
Redação: Daniel Magri e Flavio Waiteman
Direção de Arte: Guga Dias da Costa e Renan Bulgari
Redação /Digital: Eduardo Cometi
Direção de Arte /Digital: Carolina Levy Heer
Assistente de Redação: Belen Contreras
Assistente de Arte: Bruno Ferreira
CEO: Claudio Kalim
Head of Business: Wilson Pereira
Diretor Executivo Atendimento: Michelle Zeger
Atendimento: Rodrigo Svezia e Carolina Nascimento
Mídia: Ana Paula Ventura, Rafael Nishida e Caroline Gomes.
CSO: Fernando Amino Head of Strategy: Yara Rocha Consultora Estratégica: Marcia Neri
Estratégia: Carolina Maurer
BI: Luiz Cesar Leite e Lucas Vargas
Conteúdo: William Santos e Caio Figueroa
Motion: Eduardo Rodrigues Guimarães
Produção/Agência: Rogerio Gonçalves
RTVC: Daniela Andrade, João Pedro Albuquerque e André Vaccaro
Produção Gráfica: Rogerio Gonçalves, Maysa Berbel
Tratamento de Imagens: Closer Post Fotógrafo: Bruno Di Torino
Produtora de Filme: Santería
Direção: We Are Magnolias
Diretor Criativo: Felipe Luchi
Diretor de Novos Negócios: Emerson Souza
Diretor Executivo de Negócios: Roger Garcia Produtor
Executivo: Ana Paula Domingues
Diretora de atendimento: Paty Silveira
Atendimento: Isabela Ximenes, Hellen Gazetta
Coordenação de produção: Ana Paula Domingues
1º Assistente de direção: Tays Perez
2º Assistente de direção: Pri Morėra
Direção de Fotografia 2ª unidade: Caetano Salerno
Direção 2ª unidade: Victoria Zolli
Assistente de direção 2ª unidade: Giulia Levy
Diretora de Produção: Paula Ortiz
Coordenadora de produção: Ana Paula Domingues
Produtores: Gustavo Paiva, Nathalia Francatto, Larissa Weichseler
Direção de Fotografia: Guillermo Musé
Direção de arte: Miwa Shimosakai
Produção de elenco: Andrezza Thomas
Produtor de objetos: Mitsu Shimosakai
Figurino: Gabi Pinesso
Make & Hair: Otavio Maciel
Coordenação de Pós Produção: Rafael Tschope
Assistência Coordenação: Luke Sakai & Neide Oliveira
Edição/Montagem: Oscar Delamanha
Finalização: Rudá Cordaro
Color: Burn Color Grading
Pós: Liquor – Partners in Crime
Produtora de áudio: Blood Audio
Produtor Blood Audio: Otavio de Moraes
Sound designer Blood Audio: Vitor Motter
Produção Executiva Blood Audio: Dani Monaco
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Samsung grava campanha do Galaxy S26 integralmente com a câmera do dispositivo

A Samsung estreou uma nova campanha publicitária gravada de forma integral com o smartphone Galaxy S26. O projeto tem como objetivo demonstrar na prática o recurso Super Estabilização de Vídeo com Bloqueio Horizontal. Sob o mote “A energia é do momento. A estabilidade é da Samsung”, a ação é composta por três filmes comerciais que começam a ser veiculados em diferentes canais de mídia.
As produções foram desenvolvidas pela Mob Filmes, sob a direção de André Faccioli, com criação assinado pela agência Suno United Creators. A gravação utilizou a câmera nativa do Galaxy S26 para comprovar a capacidade de captação do aparelho. O recurso exibido compensa movimentações bruscas durante a filmagem e preserva o horizonte nivelado em até 360 graus, mesmo quando a orientação do smartphone é alterada ao longo do registro.
“Os três filmes foram produzidos com o Galaxy S26 e mostram o padrão de qualidade das câmeras Galaxy. Juntamente a isso, o recurso Bloqueio Horizontal, utilizado durante as filmagens, traduz a proposta da Samsung de integrar tecnologias de nível profissional ao smartphone, oferecendo uma verdadeira ferramenta de criação de conteúdo que promove vídeos mais estáveis e liberdade para os usuários”, afirma Lucia Bittar, diretora de marketing de mobile experience da Samsung Brasil.
Para demonstrar a tecnologia em situações reais, os roteiros exploram contextos de movimentação intensa. Um dos filmes registra o momento do arremesso do buquê em um casamento e acompanha o deslocamento até a pessoa que o pega. Outro vídeo foi capturado a partir de um quadriciclo em percurso, mantendo a estabilidade da paisagem durante o deslocamento do veículo. O terceiro comercial foca a corrida de um cão em direção à lente após ser chamado por seu tutor.
A tecnologia de estabilização atua por meio do trabalho conjunto do giroscópio e do acelerômetro do aparelho. Enquanto o giroscópio identifica a rotação e a orientação do celular, o acelerômetro monitora a velocidade e a variação dos movimentos. A integração dos sensores permite calcular a direção da gravidade em tempo real e corrigir automaticamente a inclinação da imagem, minimizando tremores em gravações esportivas ou de alta mobilidade.
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Meta inicia cobrança por respostas no WhatsApp Business e força reestruturação no atendimento corporativo

A Meta anunciou uma mudança estrutural na política de cobrança do WhatsApp Business, canal utilizado por mais de 200 milhões de empresas globalmente e com presença consolidada no Brasil, onde mais de 5 milhões de estabelecimentos utilizam o aplicativo. A nova diretriz tarifária afetará corporações que utilizam a WhatsApp Business Platform (API oficial) para automação e integração de centrais de atendimento, mantendo isentas as contas do aplicativo convencional e da versão gratuita WhatsApp Business App.
A alteração ocorrerá em duas etapas ao longo do segundo semestre de 2026. O primeiro movimento inicia-se em 1º de agosto, com a tarifação do Meta Business Agent, plataforma nativa de agentes de inteligência artificial da empresa. O modelo adotado será baseado no processamento de tokens, com o valor de US$ 2 por lote de 1 milhão de unidades. A estimativa da companhia é que o custo por interação varie entre US$ 0,04 e US$ 0,05, a depender da complexidade do diálogo.
O segundo marco tarifário entra em vigor no dia 1º de outubro de 2026. A partir desta data, todas as mensagens de serviço — respostas enviadas pelas empresas dentro da janela de atendimento de 24 horas por operadores humanos, chatbots ou IA de terceiros — passarão a ter custo individual. No Brasil, a tarifa fixada pela Meta será de US$ 0,0068 por mensagem enviada (cerca de R$ 0,035). Em operações que utilizam modelos externos de inteligência artificial, o custo total incluirá o processamento da tecnologia, podendo fazer com que um lote de 10 mil respostas oscile entre US$ 268 em interações simples e US$ 968 em casos complexos.
A iniciativa visa criar novas frentes de receita e incentivar a adoção do Meta Business Agent, colocando a empresa em concorrência direta com desenvolvedores de software de automação e CRM. A precificação de mensagens de marketing, autenticação, utilidade e a gratuidade de 72 horas para conversas iniciadas via anúncios no formato Click to WhatsApp permanecem sem alterações.
Ajuste estratégico e eficiência operacional
A nova estrutura de custos exige um redesenho nos fluxos de comunicação de empresas de grande volume de tráfego, como redes de varejo, instituições financeiras, operadoras de telecomunicações e serviços de saúde.
“Até agora, muitas empresas mediam eficiência pelo tempo de resposta. A partir de outubro, será preciso olhar também para a quantidade de mensagens necessárias para resolver cada atendimento. Conversas longas, repetitivas e mal estruturadas passam a ter um custo direto para a operação”, analisa Guilherme Rocha, CEO da HelenaCRM, empresa brasileira especializada em CRM conversacional e automação via WhatsApp.
Na visão do executivo, o cenário impulsionará a otimização das jornadas digitais sem, contudo, comprometer a experiência do usuário final. “Não significa reduzir o contato com o cliente, mas tornar cada interação mais eficiente. Quem conseguir resolver uma demanda em menos mensagens terá uma operação mais competitiva. Isso deve acelerar investimentos em inteligência artificial, integração com CRMs e modelos de atendimento capazes de entender o contexto da conversa sem gerar trocas desnecessárias”, observa.
A escolha das ferramentas tecnológicas também passa a envolver critérios estritamente financeiros de composição de custos. “Agora é uma decisão financeira. As empresas precisarão comparar o uso do Meta Business Agent com soluções próprias de IA, considerando não apenas o preço, mas também fatores como integração com sistemas internos, precisão das respostas, personalização e capacidade de evolução da operação”, complementa Rocha.
Para a adaptação ao novo cenário, especialistas recomendam que as companhias realizem o mapeamento imediato do volume mensal de mensagens de serviço e promovam a revisão dos processos operacionais, priorizando a resolução de demandas com menor número de trocas de mensagens e maior índice de assertividade.








