Empresa
Minute Media lança projeto para Libertadores 2020 com Amstel e Betfair.net

A Minute Media, plataforma de tecnologia e publicação digital, representada no país pelo 90min Brasil e pelo The Players’ Tribune, acaba de anunciar seu projeto e suas parcerias oficiais na América Latina para a CONMEBOL Libertadores 2020. A empresa fechou contrato pelo terceiro ano consecutivo com a Amstel, patrocinadora oficial da competição, e um acordo de estreia com a Betfair.net, parceira oficial da CONMEBOL Libertadores e da CONMEBOL Sul-americana. A Amstel promove, pelo terceiro ano consecutivo, o projeto “Conquista da América” (CDA), enquanto a Betfair.net garantiu um grande projeto envolvendo as duas verticais do grupo Minute Media na América Latina.
Assim como nos anos anteriores, a Amstel vai patrocinar a visão do torcedor da Libertadores por meio do “Conquista da América” (CDA), projeto autoral da Minute Media. Para a edição de 2020, o conceito vai ganhar uma nova identidade visual visto que a Amstel irá batizar exclusivamente os naming rights do CDA, cujos principais objetivos são captar e exaltar o espírito do torcedor de cada um dos times brasileiros participantes do campeonato nesta temporada.
O desafio para este ano será mostrar a preparação e as reações dos Capitães 90min, representantes dos times que disputam a competição, mas desta vez de suas casas. Para isso, a marca criará “fios condutores” que irão surpreender os protagonistas desta jornada e levarão o clima do estádio para dentro de seus lares. Além do CDA, a Amstel volta a apresentar o “Obsessão da América”, série de vídeos que conta curiosidades e informações sobre a competição mais cobiçada das Américas, além de outros conteúdos como o “Alma do Jogo”, onde torcedores contam suas expectativas para esta edição sem precedentes da Libertadores.
Responsável pela estratégia de mídia digital da Amstel, a iProspect criou, especialmente para a campanha da Libertadores, uma estratégia focada em gerar associação da marca com o Campeonato, por meio de conteúdos personalizados para um público interessado diretamente em futebol. “Partimos da ideia de utilizar influenciadores do segmento somada à expertise de produção do nosso parceiro e, a seis mãos (90min + Heineken + iProspect), criamos vídeos que exploram os aspectos tanto do campeonato quanto do futebol, do ponto de vista de Amstel. Toda a entrega de produção foi revertida em mídia através de uma negociação extremamente rentável e benéfica para todos”, conta Caroline Bassi, diretora de negócios e operações do hub de Heineken na iProspect.
Já a Betfair.net escolheu a Minute Media para um acordo regional, após um processo de concorrência realizado ao longo da pandemia. A marca terá uma gama de conteúdos criados pela equipe Minute Media, inclusive um programa semanal, chamado “Copeiros/Coperos”, que contará com o apresentador Tomer Savoia para a edição distribuída no Brasil. Nesta frente de ação, os apresentadores receberão torcedores (expertise da plataforma 90min), ex-jogadores (por meio do The Players’ Tribune) e influenciadores para falar das rodadas de ambas as competições. O projeto será encerrado em janeiro com uma série de vídeos criada pela The Players’ Tribune, recontando alguma das principais viradas das duas competições.
Tom D’Arcy, Diretor Associado da CSM, também comentou sobre a ação. “Em nome dos nossos clientes da Betfair.net, a CSM está muito satisfeita por trabalhar com o 90Min para ajudar a contar a história do patrocínio da Betfair à CONMEBOL Libertadores. Esta parceria empolgante irá impulsionar a conscientização e o envolvimento dos fãs com ativações atraentes no mercado brasileiro e no mercado latino, nos próximos meses”, disse o executivo.
“Ambos os projetos foram fechados durante o isolamento social do COVID-19. Foram muitos desafios, mas conseguimos, nesse período turbulento, encontrar soluções para conectar as marcas com nosso público e a paixão pelo futebol. Teremos pelo terceiro ano a parceria da Amstel para nosso produto Conquista da América e um projeto inovador com Betfair.net que envolve duas plataformas do grupo Minute Media e abrange outros países da América Latina”, comemora Bruno Fernandes, Gerente Comercial da Minute Media no Brasil, responsável pelo fechamento das duas parcerias.
Empresa
Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
Empresa
Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









You must be logged in to post a comment Login