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MField reformula área criativa da agência, que passa a ser o hub de criação e conteúdo

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A MField, agência especialista em marketing de influência e conteúdo para ativações digitais, anuncia a reformulação de sua área de criação, que agora será chamada: Hub de Criação e Conteúdo. A frente da estrutura como head de criação e conteúdo, estará Danilo Moura, que teve em sua trajetória passagens pela WMcCann, Suno, Maurício de Sousa Produções e Adventures, e experiências com grandes marcas como Visa, TikTok, Tinder, General Motors, Santander, Stone e Turma da Mônica. A partir dessa reformulação o núcleo passa a focar mais na criação de conteúdos relevantes e ativações a partir de influenciadores, conectando melhor marcas e seus públicos com essa perspectiva.

“Acreditamos na força do conteúdo como elo entre a marca e o influenciador. Um conteúdo que se reinventa e quebra formatos para trazer ainda mais visibilidade, engajamento e resultados para a mensagem da marca dentro das campanhas e ativações nesse mercado de influência”, afirma Danilo.

A nova formatação não faz separação entre as áreas de criação e estratégia, sendo sempre unida aos dados, com objetivos claros no sentido da geração de conteúdos anti-skip (ou anti-scroll), que criam mais conexão e resultados para as marcas. O novo núcleo também ficará sob o guarda chuva do COO da MField, Gabriel Lima. “O conteúdo sempre foi a palavra chave na MField. A estruturação do time de criação de conteúdo, só reforça esse nosso compromisso com o marketing de influência” destaca Gabriel. “Nossos clientes vão usufruir do máximo que o criador de conteúdo pode entregar dentro de uma campanha”, completa.

A área, também estará 100% conectada com o núcleo de PR da MField, ampliando os projetos em criações earned media, e pensando campanhas sob a perspectiva do potencial PRable.

Novos produtos

Nessa formatação, a agência pretende investir e lançar novos produtos para trazer mais soluções aos clientes. Um deles é o Always Bold, explica o head do hub Danilo Moura. “Complementando o Always On, o Always Bold traz a visão de conteúdos chave, gerando mais engajamento e mais relevâncias para a marca. São assuntos mais ‘desformatados’ e que geram maior interesse (e retenção) do público, atraindo ainda mais audiência e gerando conversas de forma natural”, conclui.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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