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Mercado Pago passa a ser o banco digital oficial do game GTA Role Play

Os gamers cada vez mais investem nos jogos, desde criptomoedas até propriedades digitais. Para criar experiências autênticas e mostrar que, com um banco em suas mãos fica mais fácil e divertido evoluir no jogo, o Mercado Pago chegou ao metaverso e lançou, a partir de uma campanha da GUT São Paulo e UM Worldwide, uma loja oficial no Inverso, o servidor do game GTA Role Play.
O Mercado Pago é o primeiro banco a entrar no servidor Inverso, sendo o único meio de pagamento e transações no jogo. Dentro do servidor, há um showroom exclusivo da marca, onde os gamers podem baixar o app para uso na vida real. A GUT São Paulo e a UM Worldwide desenvolveram, em parceria com a JNTO, toda a estratégia de lançamento da marca em uma live com gamers e influenciadores.
“Uma das maiores vantagens de ser um banco digital é que o Mercado Pago está onde os seus usuários estão: nesse caso, dentro do GTA. Conectando gamers aos nossos sellers no metaverso, Mercado Pago fica ainda mais presente na vida das pessoas, agora em um momento de entretenimento e de um jeito leve e moderno”, dizem Sofia Calvit e Juliana Utsch, diretoras de criação da GUT, responsável pela criação e personalização de marca dentro do servidor.
Para chegar com tudo em um dos jogos mais populares do mundo, o Mercado Pago abraçou uma missão especial, onde o metaverso e o real se confundem: o personagem se prepara para um encontro e vai passar no showroom da marca para pegar tudo que ele precisa para a missão: roupa nova, fazer a barba, lavar o carro, comprar um presente: tudo dentro de um tempo predeterminado. Além de criar uma experiência imersiva e personalizada, mostra, na prática, os benefícios do banco na sua mão, seja no metaverso ou no mundo físico.
Na Skin Commerce, por exemplo, os jogadores poderão personalizar seus avatares com cortes de cabelo, estilo de roupas, acessórios e utilitários de atuação. Ou seja, eles poderão “grindar” seus personagens a partir das possibilidades oferecidas pelo banco digital.
“Já temos uma proximidade grande com gamers e entusiastas da tecnologia, pois este é um público que já faz parte do ecossistema Mercado Livre. Nossa atuação no GTA RP dá sequência a construção da percepção dos gamers do Mercado Pago como banco digital”, explica o head de branding do Mercado Pago, Iuri Maia.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







