Conecte-se com a LIVE MARKETING

Empresa

Méqui traz “lambuzância” em campanha do Molho Tasty

Publicado

em

Méqui traz “lambuzância” em campanha do Molho Tasty

Campanha criada com a DPZ&T e Méqui anuncia edição limitada do Molho Tasty, que agora pode ser adquirido separadamente em frascos de 190g

A partir desta semana, os admiradores do Big Tasty poderão saborear Molho Tasty de forma separada em uma nova versão vendida em frascos de 190g. Para promover o lançamento, Méqui desenvolveu uma campanha em conjunto com a agência DPZ&T com abundância de “lambuzância”.

Com trilha do hit do TikTok que costuma embalar vídeos que brincam com pequenos e divertidos imprevistos, “Eu Não Preciso de Ninguém”, o filme produzido pela Barry Company e dirigido por Rafael Quinto traz cenas em câmera lenta dos Tasty Lovers se lambuzando com o molho em diferentes ocasiões. Entre elas, jovens durante um date, uma gamer com seu teclado e um amigo se acabando no molho dentro do carro. Assista ao vídeo:

“O Big Tasty é sem dúvida um dos sanduíches mais amados dos consumidores, seu sabor é inconfundível e o molho sempre arranca elogios de quem prova. No último ano, temos trazido para nossos clientes diversas novidades para mostrar que dá sim para deixar a experiência Méqui ainda mais especial. Atender ao pedido dos Tasty Lovers e oferecer a edição limitada o Molho Tasty é nossa maneira de seguir reforçando nossa proximidade com os fãs da marca”, destaca João Branco, CMO do McDonald’s Brasil.

Entre 2 e 5 de julho, o Méqui surpreendeu os fãs com uma pré-venda especial que fez parte da campanha. Os amantes do Molho Tasty, que já utilizam o App do Méqui, receberam convites para participar dos Amigos Próximos no Instagram da marca. Lá, eles tiveram a oportunidade de resgatar um cupom para a compra antecipada do produto.

Preço sugerido:

Molho Tasty 190g – R$ 18,90

Molho Tasty 190g combinado com McOferta – R$ 8,90

 

Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/

Continue lendo

Empresa

Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

Publicado

em

A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

Continue lendo

Empresa

Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

Publicado

em

A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

Continue lendo