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Mentoria conecta 23 jovens em situação de vulnerabilidade a líderes da indústria de Eventos no CEO Council Experience

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Mais do que um encontro corporativo, a 13ª edição do CEO Council Experience, promovida pelo Grupo Conecta Eventos e patrocinada pelo Casa Grande Hotel, transformou-se em um pacto de futuro: 23 gestores de eventos assumiram o compromisso de acompanhar e orientar, durante um ano, jovens em situação de vulnerabilidade do Guarujá (SP). O gesto simboliza a força da mentoria como instrumento de transformação, tanto para quem recebe quanto para quem doa tempo, experiência e esperança.

De 19 a 21 de setembro, no Casa Grande Hotel Resort & Spa, no Guarujá (SP), o encontro reuniu executivos de destaque de diversos setores da indústria de eventos e 23 jovens aprendizes da CAMP Guarujá, instituição que apoia adolescentes e jovens em situação de vulnerabilidade. “O CEO Council é uma comunidade de troca e construção coletiva. Nossa missão é empoderar a indústria de eventos com experiências que transformam carreiras e ampliam o impacto social dos líderes. Esta edição reforçou esse compromisso ao conectar executivos a novas ideias e às próximas gerações”, destaca Sergio Junqueira Arantes, CEO do Grupo Conecta Eventos.

Em uma dinâmica inédita, líderes e aprendizes compartilharam experiências, reflexões e perspectivas, cocriando projetos para o indústria de eventos e criando laços que ultrapassam os limites de um encontro corporativo. Ao final da jornada, cada gestor oficializou o compromisso de se tornar mentor de um jovem por um ano, promovendo acompanhamento e orientação profissional.

Parceiro do CEO Council Experience, o Casa Grande Hotel Resort & Spa recebeu o grupo de gestores  pela segunda vez. “A mentoria incentivará esses jovens a enfrentar os desafios do primeiro emprego e os orientará em suas escolhas profissionais, mostrando a realidade do mercado. Apoiar ações como essas é promover transformação social, acreditar no futuro e abrir novas possibilidades para a juventude, especialmente as mais vulneráveis”, afirma Lourival de Pieri, diretor geral  do empreendimento.

Os participantes saíram transformados da integração com os jovens. Tatiane Figueiredo, head de Eventos Internacionais no Mercado de Aviação, destacou a experiência como algo marcante: “O conteúdo, as conexões com gestores de diferentes nichos e, sobretudo, o trabalho de mentoria com os jovens fizeram deste encontro uma vivência única, que levo para a vida. Uma oportunidade especial de fortalecer o mercado e preparar a nova geração de líderes em eventos”.

Já Sheila Ferreira, gerente de Eventos do Santander, membro do CEO Council desde 2016, reforçou o impacto. “A plataforma sempre se preocupou em contribuir para o nosso crescimento. Já participei de outras edições, mas esta, ao lado dos jovens aprendizes, foi a mais especial. Além de discutir eventos, técnicas e novidades, tivemos um mergulho no lado humano, emocional, inspiracional e motivacional. Foi uma experiência que muda o ponteiro, que nos faz voltar diferentes e melhores. Um privilégio fazer parte desse grupo e dessa jornada transformadora”, comenta.

Aprendizado e networking – O encontro reuniu 23 gestores em uma jornada de troca e inspiração, conduzida pela mentoria geral de Bárbara Duran, consultora estratégica de DHO e especialista em clima e cultura organizacional. Com leveza e bom humor, ela apresentou o tema “A importância de manter a mente aberta – mindset fixo e de crescimento” e liderou as sessões de mentoria entre gestores e jovens aprendizes, reforçando o valor das conexões humanas.

“O CEO Council é uma experiência para aprender na prática. As pessoas não apenas escutam, elas vivenciam a gestão, experimentam novas perspectivas e criam laços significativos. Esses gestores demonstram compromisso com o próprio desenvolvimento e com algo maior, o crescimento da sociedade, do país e da humanidade, por meio do desenvolvimento de pessoas”, destaca Bárbara.

Para inspirar líderes a se tornarem arquitetos do amanhã, o evento contou com Peter Kronstrom, futurista e fundador do Horizons Institute, que apresentou megatendências capazes de ampliar a visão dos gestores sobre liderança, cultura, ciência e tecnologia. “As megatendências ocultas nos mostram que não é possível controlar o futuro, mas sim sintonizar e moldar nosso presente. Muitas pessoas têm medo da Inteligência Artificial, mas precisamos aprender a trabalhar com os robôs. Não temo a IA, temo o ser humano por trás dela, dando prompts e comandos errados”, provocou Kronstrom.

O encerramento ficou por conta da jornalista Jéssica Paula, que convive com deficiência física desde os seis anos e utiliza muletas para se locomover. Em sua palestra “Engajamento e Inspiração”, ela compartilhou experiências como a escalada ao Pão de Açúcar e outras vivências que trazem insights valiosos para impulsionar equipes rumo à superação. No palco, fez uma demonstração simbólica de como consegue se levantar sozinha do chão, em uma reflexão poderosa sobre tentativas, resiliência e persistência.

 

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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

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A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.

Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.

A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.

A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.

Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.

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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

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Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.

Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.

A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.

No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.

A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.

A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.

Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.

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