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MDS Group lança campanha para valorizar profissionais essenciais durante a pandemia do COVID-19

Campanha We See Hope é uma iniciativa que valoriza trabalhadores que não podem parar suas atividades
A pandemia do COVID-19 mudou a rotina de milhões de pessoas em todo o mundo. Com a orientação da Organização Mundial de Saúde (OMS), diversos países vêm adotando medidas de prevenção com base no distanciamento social. Embora grande parte da força de trabalho tenha se adaptado ao esquema de Home Office, compreende-se que algumas funções simplesmente não podem ser paralisadas ou adaptadas ao trabalho remoto.
Pensando em valorizar e apoiar essas pessoas que têm se sacrificado em prol de todos, o MDS Group, uma das principais corretoras do País no segmento de seguros, resseguros, gestão de benefícios e consultoria de riscos, lançou a campanha We See Hope (“Nós vemos esperança”).
Clique Aqui para assistir ao vídeo oficial da campanha.
Para o CEO Global do grupo, José Manuel Dias da Fonseca, este é o momento de pensar positivo. “Neste momento tão conturbado, nós da MDS escolhemos ser uma voz positiva e acreditar que até os tempos mais complexos podem ser transformados por pessoas e para pessoas. Agradecemos a todos os profissionais que semeiam a esperança de um futuro sólido diante deste presente nebuloso”, afirma.
“A ideia da campanha é exaltar todos os trabalhadores que, por meio de suas funções ou atividades, trazem a certeza de dias melhores, repletos de esperança, recuperação e sorrisos. Queremos valorizar quem está na linha de frente no combate ao coronavírus, em hospitais, postos de atendimento e demais profissionais da saúde em todo o mundo. Também enaltecemos quem indiretamente sustenta e mantém a sociedade saudável, em seus diferentes sentidos: profissionais da alimentação, de comércios de itens essenciais, da limpeza, logística e muitos outros serviços”, explica Beatriz Cabral, Head Global de Marketing e Comunicação do Grupo MDS. “São médicos, enfermeiros, equipes de apoio e limpeza, atendentes de supermercados e padarias, caminhoneiros, agentes de limpeza urbana, entregadores, bombeiros, entre muitos outros que estão no esforço diário”, acrescenta a executiva.
A campanha tem como mote a ideia de que “seja qual for o momento, há sempre profissionais e palavras que levam cores até você”. Por meio deste pensamento, a companhia reitera a convicção de que até os tempos mais complexos podem ser transformados por pessoas e para pessoas. Entre as mensagens-chave do projeto, destaca-se a frase “Na tempestade, há sempre quem traga o arco-íris”. A campanha digital será veiculada em todas as redes sociais da marca.
A MDS também tem motivado seus colaboradores em todo mundo a reconhecer e apoiar esses profissionais usando as redes sociais. O Manifesto da MDS em prol desses trabalhadores terá vídeos e peças que serão divulgadas durante um mês, com posts semanais no Instagram, Facebook, LinkedIn e site oficial do MDSGroup. O conteúdo das publicações homenageará profissionais da saúde e de outras áreas essenciais.
Hotsite
A MDS também criou um hotsite que condensa informações gerais sobre o vírus, materiais de diferentes formatos com dicas de tratamentos e prevenção e também informes do Ministério da Saúde e notícias de veículos do Brasil e do mundo.
Ao acessar o hotsite, o visitante é convidado a conferir um resumo dos tipos de conteúdo que podem ser encontrados em cada aba: A seção Sobre reúne pílulas com as principais perguntas e respostas relacionadas ao vírus – O que é? Quais são os sintomas? Existe tratamento? e Como se prevenir?; já a aba Notícias condensa as últimas matérias e tweets de veículos de credibilidade, e também textos autorais do blog da MDS.
Em Vídeos, o leitor encontra conteúdos audiovisuais feitos por especialistas da companhia, com dicas de boas práticas; #Fato ou #Fake é a seção destinada a desmistificar mitos e verdades sobre a pandemia; Em Cuide-se, o público descobre conselhos, direcionamentos e até apps e canais de suporte; e a subdivisão Fique Em Casa! traz indicações de atividades e conteúdos – como cursos gratuitos, filmes, séries, playlists, livros, exercícios e entretenimento para crianças – destinados a tornar o período de isolamento mais seguro e produtivo.
Os conteúdos são atualizados em tempo real, acompanhando a dinâmica e a evolução da conjuntura da pandemia. E aos visitantes que desejarem ainda mais suporte ou informações, basta recorrer às seções Downloads e F.A.Q, nas quais a empresa disponibiliza conteúdos exclusivos e reúne as principais dúvidas sobre o tema.
A plataforma está disponível para acesso do público pelo link https://covid19.mdsinsure.com.br/.
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Pré-Black Friday: Novembro já registrou 15 milhões de compras online e mais de 117 mil tentativas de fraude evitadas até quinta-feira, segundo Serasa Experian

A Black Friday, que antes se concentrava na última sexta-feira de novembro, hoje movimenta o varejo ao longo de todo o mês. Entre 1º e 26 de novembro, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do Brasil, detectou 15.057.286 pedidos realizados no e-commerce brasileiro, que somaram R$ 8,5 bilhões em transações. Deste total, 117.968 foram identificados como tentativas de golpes, barradas tecnologias antifraude da companhia. Se efetivadas, poderiam ter causado perdas de até R$ 104.329.618,28 para lojistas e consumidores. O levantamento reforça a importância de estratégias robustas de autenticação e segurança.
Segundo dados da datatech, na semana da Black Friday de 2024 foi registrado um aumento de 260% na criação de páginas de phishing em comparação às demais semanas do mês. O método é um tipo de golpe digital em que criminosos simulam sites ou comunicações oficiais de empresas para enganar os usuários e capturar dados sensíveis, como senhas e informações de pagamento. Diante da expectativa de movimentação intensa no e-commerce em 2025, o alerta permanece: este é o momento em que o consumidor deve redobrar os cuidados com a segurança online.
Dicas para empresas:
• Estabeleça políticas internas de segurança da informação e oriente colaboradores sobre boas práticas, como o uso de senhas fortes e a participação em treinamentos de conscientização.
• Adote criptografia na transmissão de dados para proteger informações sensíveis de clientes e da empresa contra interceptações.
• Implemente soluções antifraude para minimizar riscos financeiros e reputacionais. Contar com especialistas e tecnologias dedicadas torna sua empresa mais preparada para lidar com golpes sofisticados.
• Utilize a prevenção em camadas como estratégia central. Ferramentas combinadas atuam em diferentes pontos da jornada digital e são essenciais diante da evolução constante das fraudes.
• Invista em soluções que se atualizem continuamente, garantindo a veracidade dos dados e maior resiliência contra novas ameaças.
• Conheça o comportamento do seu usuário e reduza fricções na jornada digital, sem comprometer a segurança.
• Trate a prevenção à fraude como fator de competitividade: soluções bem orquestradas aumentam a segurança, reduzem perdas e melhoram a experiência de compra.
O levantamento realizado considera somente as transações realizadas entre 1 e 26/11/2025 analisadas pela Serasa Experian.
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Tirania da média na Black Friday: Por que métricas agregadas escondem prejuízos reais

A Black Friday é um dos poucos consensos do e-commerce brasileiro: todos fazem, os consumidores esperam e as metas do último trimestre dependem disso. Por isso, mais do que decidir participar, o desafio está em estruturar ações que gerem volume sem cair na perigosa ‘Tirania da Média’ — campanhas que geram vendas imediatas a um custo médio aceitável, mas comprometem a rentabilidade futura ao mascarar o desempenho individual de cada canal.
“O cenário está posto. Consumidores condicionados a esperar descontos, concorrência acirrada e todas as marcas disputando atenção ao mesmo tempo”, afirma Caio Motta, cofundador da Elementar Digital, agência de marketing especializada em performance orientada por dados. “Marcas que não participam perdem relevância e market share. O desafio real é jogar bem esse jogo de maneira analítica – e isso começa muito antes do desconto chegar no site.”
Nesse contexto, um dos principais equívocos ainda é analisar o período apenas por métricas agregadas, como CAC (Custo de Aquisição de Cliente) médio, ROAS (Retorno sobre o Gasto com Anúncios) geral ou faturamento total. Segundo Motta, essa leitura consolida demais a performance e esconde o que realmente funciona.
“Um Custo de Aquisição de Cliente (CAC) médio de R$ 80,00 pode parecer aceitável. No entanto, ao analisar os dados por grupos específicos de clientes (cohorts), você pode descobrir que clientes atraídos na Black Friday por um canal em particular têm um CAC de R$ 60, mas nunca mais compram. Por outro lado, clientes com um CAC de R$ 100 podem fazer novas compras em 45 a 60 dias”, detalha Felix Bohn, sócio da agência. Fica claro, então, que é essa análise detalhada e segmentada que diferencia uma Black Friday que apenas desperdiça dinheiro de outra que realmente forma uma base de clientes sólida.”
A partir desse entendimento, a mídia de performance passa a ser uma alavanca estratégica, não apenas tática. “Muitas marcas aumentam budget de forma linear em todos os canais esperando retorno proporcional. Não funciona assim”, comenta Motta. Ele reforça que a alocação deve ser guiada por dados históricos – quais canais, públicos e formatos trouxeram clientes de maior valor e maior lift de vendas. Além disso, a estrutura de funil precisa ser respeitada: campanhas de awareness não podem ser medidas com o mesmo ROAS de campanhas de conversão direta. Como resume Bohn, “é preciso ter paciência no topo do funil e ser cirúrgico no fundo.”
Entretanto, mesmo a estratégia de mídia mais sólida não se sustenta se a operação não acompanha. Atrasos na entrega, rupturas de estoque e instabilidades no site se transformam rapidamente em detratores, e esse custo, segundo os especialistas, é muito maior do que uma venda perdida. “A gente vê isso todo ano: marcas que explodem em vendas na sexta-feira e, na segunda, já estão apagando incêndio no SAC”, comenta Motta. Testes de carga, estoques planejados com margem de segurança e logística dimensionada para cenários extremos são, portanto, medidas essenciais para proteger margem e reputação.
A visão de curto prazo também impede que as marcas enxerguem o verdadeiro impacto da Black Friday. Para os profissionais, o sucesso do período não se mede em novembro, mas em março, junho e até o próximo novembro. “Todo mundo comemora quando bate a meta de faturamento, mas o jogo real acontece depois”, diz Bohn. Ele explica que é preciso monitorar quantos clientes adquiridos na Black Friday recompram no ano seguinte, qual foi o LTV (Lifetime Value) desse cohort comparado ao de períodos normais e qual a taxa de churn (perda de clientes ou receita) em seis meses. Essa disciplina é o que diferencia marcas que tratam a data como liquidação daquelas que a utilizam como aquisição estratégica.
Quando essa visão orientada por dados se consolida, aliada a mídia inteligente, operação preparada e promessas que a marca consegue cumprir, a Black Friday deixa de ser apenas um pico de vendas e passa a funcionar como alavanca real de crescimento. “A diferença está em trocar o imediatismo por visão de longo prazo”, resume Bohn. “Quando você estrutura a estratégia pensando no contexto de longo prazo, não em transações isoladas, equilibra volume com qualidade de cliente. E aí sim a Black Friday vira o que deveria ser: um acelerador do negócio”, conclui.









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