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McDonald’s agita BBB22 com Méqui Parque

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Na última sexta-feira, o McDonald’s transformou o Big Brother Brasil 2022 em um super parque de diversões. A festa Méqui Parque proporcionou não só sanduíches, McFritas, Chicken McNuggets e sobremesas para os brothers saborearem, mas também atrações inspiradas nos produtos mais icônicos da rede como tobogã e piscina de Chicken McNuggets, um gira-gira, versão da tradicional xícara maluca, com McFritas e Cheddar McMelt e, atravessando toda a área externa da casa, uma tirolesa. O conceito foi desenvolvido pela Globo em parceria com a Galeria, agência da marca.

Para não deixar os fãs da marca e do reality de fora desse momento, o McDonald’s preparou uma missão especial dentro de seu app. Depois de entrar no aplicativo e selecionar o cupom divulgado no programa, o usuário precisa responder algumas perguntas sobre seus produtos e canais preferidos para matar a Fome de Méqui. Aqueles que completarem o questionário resgatam o cupom para uma McOferta Média Big Mac por R$19,90. A oportunidade fica disponível até 31/3/2022. Com essa novidade, a rede reforça a importância do digital como uma ferramenta de conexão e aproximação com os clientes.

Além disso, os cobiçados bonés e shoulder bags que os brothers usaram para entrarem no tema “Méqui Parque” podem ser adquiridos nos balcões dos restaurantes e no Drive-Tudo, de acordo com as unidades participantes e horário de funcionamento, bem como disponibilidade de estoque. Para essa ativação, a marca conta com a parceria da agência Creata, parceria global do McDonald’s.

O consumidor poderá levar para a casa os itens inspirados na festa do BBB na compra de qualquer McOferta + a partir de R$29,90 (o boné) ou a partir de R$34,90 (a shoulder bag). Estes e outros produtos, como ímã de geladeira no formato das McFritas, chaveiro e até guarda-chuva, também estão disponíveis no site Use Méqui e a pop up store em frente ao Méqui 1000.

“Nossas ações são pensadas para gerar conversas relevantes e engajar o público que adora dar uma espiadinha na casa mais vigiada do Brasil. E por que não levar a experiência de dentro do reality para quem passa nos nossos restaurantes e Drive-Tudo para matar a Fome de Méqui? Além de oferecer refeições saborosas, queremos também criar momentos memoráveis e nos aproximar cada vez mais em todos os nossos pontos de contato com nossos consumidores que nos fazem ser quem somos, uma referência no nosso setor”, destaca João Branco, VP de Marketing do McDonald’s Brasil.

“O Méqui Parque simbolizou no BBB a experiência McDonald’s: não é apenas sobre comer um sanduíche, mas curtir e se divertir. Também por isso levamos os produtos Use Méqui à casa das pessoas: a ideia é expandir essa relação intensa com a marca para bem além do restaurante e da tela da TV”, completa Phil Daijó, diretor de criação da agência GALERIA.

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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