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MARKETPLACE – Mercado Livre, Americanas e Magazine Luiza

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Na “Semana B”, três das maiores redes de varejo do País, Americanas, Mercado Livre e Magalu, se unem ao Sistema B Brasil para criar um marketplace exclusivo em seus sites para venda dos produtos de Empresas B Certificadas, dando visibilidade para empresas realmente engajadas e ajudando seus clientes a fazerem uma compra consciente.

De 25 a 31 de outubro, um banner na página principal dos sites dos varejistas irá direcionar o consumidor a uma página especial, onde ele poderá acessar uma grande variedade de produtos – desde roupas da marca Reserva até cerveja artesanal da carioca Praya, por exemplo – e adquirir aqueles que fazem mais sentido para ele e para o planeta. A ação será válida para todo o Brasil.

“Entendemos a importância que o Movimento B possui para a busca de um modelo econômico mais atento ao impacto. Acreditamos que a nossa visão de sustentabilidade e o propósito deles estão completamente alinhados nesse sentido. E entre nossas ações, buscamos sempre apoiar os empreendedores que compreendem seus negócios como um gerador de impacto positivo na sociedade e no planeta”, destaca Laura Motta, gerente de Sustentabilidade do Mercado Livre.

“Este espaço está totalmente alinhado a outros projetos já desenvolvidos pela Americanas S.A. ao longo dos últimos meses. Em linha com as mudanças nos hábitos de consumo dos clientes e dos compromissos listados na Agenda 2030 da ONU, buscamos facilitar a identificação de produtos que possuem uma ou mais certificações confiáveis na nossa plataforma, estimulando a venda de itens que tenham um olhar especial para a responsabilidade socioambiental”, explica Bruna Sabóia, gerente de sustentabilidade da Americanas S.A.

GÔNDOLA B – Casa Santa Luzia

Também de 25 a 31 de outubro, a ação “Gôndola B”, parceria criada entre Sistema B Brasil e Casa Santa Luzia – tradicional supermercado localizado na Alameda Lorena, em São Paulo – dará destaque aos produtos de Empresas B Certificadas dentre os mais de 30 mil itens da loja, entre nacionais e importados.

Os consumidores poderão encontrar, em um mesmo local, produtos da Biowash, Greenpeople, Tao Kombucha, Cerveja Praya, Danone, Evolat Brasil | Naveia, Fazenda da Toca, Mãe Terra, Nude, Positiv.a e Concha y Toro. O objetivo principal da “Gôndola B” é trazer mais conhecimento sobre essas empresas e as práticas por trás da certificação.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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