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Marisa Travaglin é a nova diretora de marketing LatAm da Semantix

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Semantix, referência no desenvolvimento de produtos data-centric na América Latina, anuncia a contratação de Marisa Travaglin como Diretora de Marketing para a América Latina. Marisa será responsável pela estruturação do marketing da empresa, com um olhar para Brasil e demais países da América Latina, especialmente Colômbia e México, neste momento. A executiva coleciona mais de 20 anos de experiência estratégica e prática em Marketing e Comunicação, além de 7 anos de experiência no desenvolvimento de Alianças e Parcerias Estratégicas com foco em Inovação e TI.

Marisa chega à Semantix em um momento de crescimento e expansão para novos mercados. “A Semantix vive sua maior fase de crescimento e a estruturação da área de marketing será essencial para apoiar a empresa em sua expansão, a partir de um forte posicionamento de marca nos nossos mercados-alvo. Marisa vem para contribuir com sua ampla experiência em Comunicação e Marketing no setor de Tecnologia e estamos muito felizes com sua chegada”, declara André Frederico, General Manager LatAm da Semantix. A empresa atualmente tem mais de 300 clientes em 15 países, e deverá abrir capital nos Estados Unidos em meados deste ano, quando concluída a fusão com a SPAC (empresa de propósito específico) Alpha Capital.

“Chego para um desafio gigante, mas com uma equipe de pessoas muito capazes e talentosas, num ambiente que proporciona a troca constante de conhecimento, o que me deixa muito feliz. Entre os meus desafios estão a estruturação de um marketing 360°, que vai do posicionamento da marca nos mercados, ao lead generation e growth marketing”, comenta a executiva.

Marisa assume a Diretoria de Marketing Latam após ocupar por seis anos o cargo de Head de Marketing Brasil na Trend Micro, onde gerenciou todas as iniciativas da empresa em digital, Account based marketing, performance, relações públicas, inbound content, outbound e eventos, com foco em resultado de negócios B2B. Anteriormente à Trend Micro, a executiva atuou por mais de quatro anos na Telefônica Brasil, em algumas posições, sendo a última delas a de Gerente de Alianças Estratégicas e Marketing B2B para a divisão de Serviços Digitais.

Em 2021, a executiva foi reconhecida pela Womcy – organização sem fins lucrativos formada por mulheres com foco no desenvolvimento da Cibersegurança – como uma das 50 mulheres mais importantes da área de cibersegurança na América Latina. Também recebeu dois prêmios de inovação em marketing na Trend Micro (2016 e 2017) e ganhou reconhecimento da Telefônica Enterprise por sua atuação no desenvolvimento de parcerias para o mercado B2B, entre 2011 e 2015.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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