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Marcelo Martins assume cargo de Diretor de Serviços na Senio

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Vaga era ocupada por Evandro Mees, que deixa a companhia depois de mais de 30 anos para focar em projetos pessoais

Com mais de 20 anos de experiência no setor de tecnologia, Marcelo Martins é o novo executivo da Senior Sistemas, empresa referência em softwares para gestão. Ele passa a ocupar o cargo de Diretor de Serviços no lugar de Evandro Mees, que deixa a empresa depois de 30 anos para se dedicar a projetos pessoais.

Martins iniciou sua trajetória na Senior em 2015, como Gerente Corporativo PMO (Project Management Office). Em 2018, participou de um job rotation como parte de seu desenvolvimento de carreira, passando a exercer o cargo de Gerente de Suporte. Com graduação em Sistemas de Informação, MBA em Gerenciamento de Projetos (FGV) e especialização em Gestão Empresarial (FDC), também atuou na Deloitte com gerenciamento de serviços de TI, governança de TI, estratégia, computação em nuvem (cloud), business intelligence, avaliação de maturidade e gerenciamento de portfólio de TI. Na Perdigão, atuou na Coordenação de Outsourcing dos parceiros IBM, Sonda Procwork, SAP e Oi/Brasil Telecom, entre outros. Paralelamente, dedicou-se à docência para o ensino superior e pós-graduação. Foi também vice-presidente do PMI-SC.

Martins assume o cargo com o desafio de promover a transformação da Diretoria de Serviços, considerando novas ofertas e novos modelos de entrega. Além disso, ele terá como meta gerir a estratégia de planejamento e execução da entrega de serviços e suporte ao cliente, buscando aumentar a competitividade e o volume dos negócios, a rentabilidade dos projetos, a satisfação dos clientes e a gestão dos consultores e parceiros.

“Sinto muito orgulho em fazer parte da Senior e agora ainda mais por ter a oportunidade de contribuir com a empresa nessa nova posição. Tenho grandes desafios pela frente na Diretoria de Serviços, que visam a construção e mobilização das transformações necessárias com relação às tendências de mercado. Trabalharei com dedicação e afinco com o propósito de manter a Senior forte, próspera e com foco total no cliente”, finaliza Martins.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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