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Marcas trocam o tradicional “Black Friday” por campanhas próprias como “Red Friday”, “Black Fábrica” , “Liquida Black”

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Um dos meses mais esperados do ano comercial chegou trazendo grandes promessas e novas campanhas para o tradicional “Black Friday”. A data oficial da promoção será realizada este ano no dia (26), mas as grandes marcas já começaram a liquidar, queimar e ofertar seus produtos desde domingo (1). Segundo pesquisa realizada pelo Mercado Livre, seis em cada dez brasileiros pretendem comprar neste período este ano, melhorando o resultado de 2019.

Segundo dados da pesquisa, 40% dos entrevistados começaram a pesquisar os produtos com mais de 90 dias de antecedência, esta prévia cresceu para que as marcas realmente possam ofertar os descontos oferecidos na promoção. Mas empresas como Americanas, Sono Quality, C&A foram além e criaram suas próprias liquidações. A Americanas traz a divulgação do “Red Friday”, o mês vermelho, com ofertas que podem chegar até 85% de desconto. Já a Sono Quality Colchões chega com a campanha “Black Fábrica” com descontos personalizados e maior facilidade de pagamento no período de promoção, assim como a C&A que vem com o “Liquida Black” e grandes remarcações em todos os setores.

Atrair o consumidor, ofertar preços e condições especiais de pagamento e o ponto principal da ação: ter uma logística ágil para o período. Sabemos da grande demanda de pedidos e estamos reforçando para que todos possam receber com tranquilidade o produto em seu destino. A Black Fábrica é o melhor período de promoção da Sono Quality, há pouco mais de 1 ano implantamos este conceito e a data se tornou parte do calendário especial de ações da empresa“, explica Eduardo Honrado, diretor de marketing.

A Red Friday / Americanas surgiu em 2011 e desde então a marca vem consolidando o mercado de marketplace no Brasil. A Red Friday é focada no ambiente digital e, nas últimas edições, foi divulgada por meio do site e das redes sociais da Americanas.com. Os descontos da campanha chegam até 85% e valem para uma grande variedade de produtos e categorias, como roupas, cosméticos, produtos de higiene, eletrônicos e eletrodomésticos.

A pesquisa ainda revela que tecnologia (62%), grandes e pequenos eletrodomésticos (59%), roupas e calçados (58%), beleza (54%) e móveis, decoração e casa (48%) são os itens mais procurados no período para compra.

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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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