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Marcas brasileiras estão no topo relatório BrandZTM das Marcas Latino-americanas Mais Valiosas em 2020

Isso acontece mesmo considerando valores brasileiros de 2019 em relação aos latino-americanos, que são de 2020
Com um aumento de 38% no valor de marca geral, o setor varejista da América Latina teve um desempenho melhor do que qualquer outra categoria no relatório BrandZTM das 50 Marcas Mais Valiosas da América Latina em 2020, lançado hoje por WPP e Kantar. O crescimento no valor do ranking geral BrandZTM na América Latina foi de 2,6% neste ano.
As brasileiras Bradesco (No. 1, $9,5 bilhões) e Itaú (No. 2, $8,4 bilhões) chegaram ao topo, com crescimento de 35%. Lembrando que para a criação do ranking, foram considerados os valores das marcas do Brasil de 2019, já que o ranking BrandZ Brasil 2020 só será lançado no final no primeiro semestre. Enfrentando as ameaças do aumento de fintechs e neobanks, essas e outras instituições financeiras consolidadas também investiram em tecnologia para entregar serviços financeiros aos clientes. Elas incluem novos métodos de pagamento digital, como a estatal mexicana Cobro Digital (CoDi), um novo sistema apresentado pelo Banco do México (Banxico) que deverá revolucionar as finanças no México, alinhado ao objetivo do governo de abolir o dinheiro vivo.
Os investimentos na transformação digital têm sido cruciais; os varejistas mais valiosos estão promovendo o envolvimento do cliente e o valor comercial com modelos de negócio inovadores, incluindo soluções omnichannel, plataformas online e móveis e sistemas de pagamento digital. A loja de descontos mexicana de propriedade do Walmart, Bodega Aurrerá (No. 6, $5,4 bilhões) foi a que teve o melhor desempenho geral, com aumento de 44% no valor de marca e subiu quatro posições no ranking. Isso ocorreu após agressivos planos de expansão, com aberturas de novas lojas que ajudaram a fortalecer a capacidade de distribuição e presença física na região.
A chilena Falabella (No. 7, $5,2 bilhões) foi a outra marca no varejo que figura no Top 10, graças ao desenvolvimento de uma plataforma digital integrada no varejo para maximizar seu portfólio diverso e alavancar sua estratégia omnicanal. Outros dos principais varejistas com melhor desempenho foram Líder (No. 13, $3,2 bilhões), Liverpool (No. 21, $2,4 bilhões) e Lojas Americanas (No. 39, $1,3 bilhão), com crescimento de valor de marca de 19%, 10% e 23%, respectivamente.
O recém-chegado com melhor desempenho este ano foi a empresa de e-commerce MercadoLivre (No. 19, $2,5 bilhões), presente em aproximadamente 20 países latino-americanos, que lançou recentemente novas formas de pagamento digital, como código QR, carteira virtual e descontos pelo aplicativo Mercado Pago. A rede de supermercados Magazine Luiza (No. 24, $2,3 bilhões) e a varejista de moda rápida Renner (No. 29, $1,9 bilhão), ambas marcas brasileiras, também entraram para o Top 50 deste ano.
No geral, 11 marcas varejistas figuraram no Top 50, e as outras são Sodimac (No. 12, $3,2 bilhões), Ipiranga (No. 38, $1,3 bilhão) e Tottus (No. 45, $1,1 bilhão). O valor combinado dessas marcas foi $27,1 bilhões, 20,2% do ranking total, em comparação a 15,1% no relatório anterior.
Com um valor de marca total de $134,3 bilhões ($130,8 bilhões no ranking anterior), o relatório Top 50 BrandZTM das Marcas Mais Valiosas da América Latina em 2020 apresenta diversos setores da indústria, desde empresas de energia e assistência médica a provedores de comunicações e companhias aéreas, e inclui marcas de seis países latino-americanos: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, México e Peru.
Top 10 BrandZ das Marcas Mais Valiosas da América Latina em 2020

David Roth, CEO, The Store WPP Oriente Médio e Ásia e Presidente do BrandZ, afirmou: “Enquanto as empresas enfrentam condições desafiadoras em diversos mercados latino-americanos, as que adotaram novas plataformas digitais e investiram em maneiras inovadoras de gerar envolvimento com o consumidor entregaram crescimento e fortaleceram a marca na região. O sucesso dos bancos Bradesco e Itaú no Brasil demonstram que as marcas podem crescer em valor mesmo em face de ameaças pelo surgimento de marcas desafiadoras.”
Gabriel Castellanos, CEO, América Latina Hispânica, Divisão de Insights de Kantar: “Enquanto vários países da América Latina enfrentam desafios políticos e/ou econômicos, a ligação entre a marca e o crescimento financeiro ganha especial importância. No contexto de uma desaceleração global, isso pode soar desanimador, mas as marcas que aproveitam seus pontos fortes podem estar diante da oportunidade de ouro para o crescimento em potencial, conforme o que foi demonstrado pelas marcas que cresceram mais rápido em 2020.”
Valkira Garre, CEO, Brasil, Divisão de Insights de Kantar “Nos últimos dez anos a tecnologia e internet permitiram que os consumidores mudassem o status quo das marcas mais valiosas no Brasil, colocando aquelas que os melhor representavam no topo. Elas deixaram que cada indivíduo ampliasse sua voz, empoderando a individualidade e grupos que compartilham a mesma visão.”
Eduardo Tomiya, Gerente Executivo, América Latina, Divisão de Consultoria da Kantar: “O Brasil lidera o ranking com dois de seus bancos ocupando as duas posições mais altas; as marcas brasileiras também cresceram 21% e representaram 40% do valor geral. Assim como os bancos, varejo e cosméticos foram os grandes vencedores, embora todas as marcas enfrentem o desafio de como aumentar a percepção de diferenciação e relevância pelo cliente se quiserem se tornar as marcas globais do futuro.”
Oliver Pacht, Diretor Executivo, México e CAM, Divisão de Consultoria da Kantar: “A disrupção digital, em combinação com a taxa de adoção de smartphones de 70% na região, está impulsionando a mudança em todas as categorias, e nosso último ranking mostra que essas marcas que empoderam os consumidores para obter mais praticidade e escolha estão sendo as vencedoras. Mas com a mudança constante na demanda dos consumidores, as marcas precisarão ser ágeis para identificar a próxima onda de expectativas que surgem dos consumidores, enquanto adotam uma abordagem ‘humanizada’ ao crescimento, que enfatiza a experiência, e não os produtos. As marcas de melhor desempenho se concentram nas pessoas que elas atendem.”
Outras tendências do relatório BrandZTM das 50 Marcas Mais Valiosas da América Latina:
· O Brasil superou o México como o país líder do ranking pela primeira vez em cinco anos. No geral, as marcas brasileiras cresceram 21%, ocupando 40% do valor do ranking.
· As marcas locais continuaram dominando o setor cervejeiro, apesar da desaceleração no consumo de cerveja na América Latina. Doze fazem parte do ranking, como Corona (No. 3, $7,5 bilhões) e Skol (No. 4, $7,2 bilhões). O foco tem sido manter as características locais e comunicá-las em cada mercado.
· As marcas de telecomunicações Claro (No. 15, $3 bilhões) e Embratel (No. 50, $944 milhões) são de propriedade da América Móvil, o gigante de telecomunicações latino-americano, mas também conseguiram manter a relevância no mercado local, fornecendo soluções comprovadas e sob medida e uma experiência totalmente integrada ao cliente, para ajudar empresas de todos os portes a evoluírem e adaptar-se às mudanças.
O relatório e o ranking BrandZTM das 50 Marcas Mais Valiosas da América Latina em 2020 estão disponíveis em http://www.millwardbrown.com/brandz/. Os relatórios, rankings, gráficos, artigos e mais podem ser acessados também pelo aplicativo BrandZ, que está disponível para download gratuito para Apple IOS e todos os dispositivos Android em http://www.brandz.com/mobile, ou buscando BrandZ nas lojas de aplicativos iTunes ou Google Play.
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Milky Moo e Dos Rosa revelam sabor de milkshake em estratégia baseada em experiência sensorial

A rede Milky Moo e o grupo de criadores de conteúdo Dos Rosa anunciaram a oficialização de uma parceria estratégica que transformou o lançamento de uma novidade de cardápio em um processo de descoberta para o público. Disponível nas unidades da marca em todo o país desde 24 de agosto sob a alcunha de “Milkshake Misterioso”, a bebida teve seu sabor e composição mantidos em segredo até o momento da revelação, quando foi apresentada formalmente como Milkshake dos Rosa.
A ação adotou uma inversão no fluxo convencional de lançamentos do varejo de alimentação: em vez de divulgar os atributos do item antes das vendas, a empresa disponibilizou o produto nas lojas previamente. Com isso, os consumidores foram estimulados a experimentar a receita, tentar reconhecer os ingredientes e compartilhar conjecturas sobre a composição antes do anúncio oficial.
A estrutura da campanha foi dividida em três fases principais. A etapa inicial envolveu os membros do Dos Rosa na abertura de diálogo com o público digital, simultaneamente à chegada da bebida aos pontos de venda em formato anônimo. Na sequência, a marca ampliou a presença nos canais digitais por meio de conteúdos em colaboração com os influenciadores. A fase final marca a transição de identidade da bebida, que ganha nova comunicação visual, materiais promocionais específicos nas lojas, registros fotográficos oficiais e etiquetas colecionáveis fixadas nos copos.
A formulação do item foi desenvolvida para acompanhar o conceito de adivinhação. A composição reúne sorvete de baunilha, borda de brigadeiro de morango, calda no mesmo sabor, pirulito e açúcar carbonatado — ingrediente responsável por proporcionar efervescência durante o consumo. “O lançamento foi pensado de forma 360º, conectando produto, creators, conteúdo, PR, digital e ponto de venda em uma mesma narrativa. O próprio milkshake foi desenvolvido para sustentar essa construção: a combinação de baunilha e morango aparece em diferentes texturas e intensidades, enquanto o açúcar carbonatado provoca a sensação de ‘explodir na boca’, transformando a degustação em uma experiência sensorial que também alimenta o mistério. Essa estratégia amplia a vida útil da comunicação, cria diferentes momentos de notícia e combina branding, engajamento e estímulo à experimentação”, afirma Alice Urbanetto, chief marketing officer (CMO) da Milky Moo.
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Paçoquita e Kibon expandem parceria e lançam Mini Paçoquita em todo o Brasil

Após o sucesso da edição regional lançada no Nordeste em 2025, Paçoquita e Kibon anunciaram a ampliação de sua parceria promocional com a distribuição nacional do Mini Paçoquita. O produto retorna ao mercado em setembro de 2026 como uma edição limitada que atende aos pedidos dos consumidores e visa preparar o portfólio das companhias para a temporada de verão.
O movimento reflete a estratégia das empresas Santa Helena e Kibon (pertencente à The Magnum Ice Cream Company) de explorar a versatilidade de sabores tradicionais em novos formatos e ocasiões de consumo do tipo snack. “Parcerias como essa são uma forma de ampliar os territórios de Paçoquita e explorar novas ocasiões de consumo a partir de um sabor que já tem uma relação muito forte com os brasileiros. A collab com Kibon mostra como essa identidade pode ganhar novas combinações e formatos, conectando Paçoquita a uma categoria especialmente relevante no verão”, afirma Sabrina Torquato, head de marketing da Santa Helena Alimentos.
“Os Minis têm ganhado cada vez mais relevância para Kibon e têm um papel importante em ampliar a forma como as pessoas se relacionam com o sorvete, aproximando a categoria da lógica de snack: uma indulgência prática, que cabe em diferentes momentos do dia. Expandir a parceria com Paçoquita para todo o Brasil é um passo importante dentro dessa estratégia e uma forma de celebrar sabores que fazem parte da memória afetiva dos brasileiros”, acrescenta Carolina Mega, head de marketing da The Magnum Ice Cream Company no Brasil.








