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Manifesto AMPRO

A AMPRO – Associação de Marketing Promocional/ Live Marketing, que completará 28 anos neste 2021, como representante do setor que abrange atividades de Ativação, Eventos, Incentivo e Trade Marketing, além de outras iniciativas da indústria criativa, vem a público se manifestar em razão do momento sem precedentes, não só para sua atividade econômica específica, como para toda a sociedade brasileira.
Um momento dramático
O Brasil tem 2,7% da população mundial e 10% dos mortos por Covid-19. Ao invés de uma rápida e efetiva mobilização em prol da vida e dos negócios, perdemos um tempo precioso, ficando à mercê de interpretações equivocadas e questionamentos descabidos, que desprotegeram a população brasileira e reduziram suas oportunidades de trabalho. Recente estudo do instituto australiano Lowy colocou o Brasil na última posição, como o país com a pior gestão da pandemia entre 98 pesquisados.
Em nossa indústria em especial, o impacto foi dramático. Perdemos cerca de 70% dos 25 milhões de empregos que geramos todos os dias.
Mais de 90% das agências especializadas foram diretamente afetadas pela crise da pandemia.
Mais de 500 mil eventos deixaram de ser realizados, desempregando e inutilizando toda cadeia produtiva de nosso setor
Algo precisa ser feito!
No que acreditamos
A AMPRO acredita na ciência e nas recomendações preconizadas por órgãos estabelecidos da saúde. Acreditamos na necessidade de prevenção, no uso de máscaras, no distanciamento social e no asseio contínuo de mãos. Acreditamos nas vacinas, comprovadas como eficazes no combate à pandemia.
A AMPRO acredita na verdade! Expressa de forma clara e inequívoca, apresentada por meios críveis e fontes confiáveis. Repudiamos e execramos as fake news, fabricadas e distribuídas nos subterrâneos da mentira e do ódio.
A AMPRO acredita na união de esforços, no trabalho coletivo e na força motora das empresas que representa.
O que queremos
Queremos ação e proatividade dos governantes no sentido de se evitar mais mortes e destruição de empregos e negócios. Pragmatismo e negociação competente para viabilizar, o mais rápido possível, uma imunização ampla e rápida, que garanta a volta à normalidade às nossas vidas.
Queremos mais oxigênio para o setor! Programas efetivos de apoio aos que perderam empregos e negócios nesse período da pandemia. Crédito subsidiado, diferimento de impostos e ampliação de prazos de pagamento de empréstimos e regime especial de trabalho.
Queremos reformas estruturais, que dinamizem a economia brasileira e acelerem a retomada de negócios.
Queremos que se apurem com total rigor responsabilidades pelo descaso e má condução de processos de prevenção e suporte à saúde dos brasileiros em relação à pandemia.
Como podemos ajudar
Espaços para eventos, existentes em todo o Brasil podem ser utilizados para vacinação em massa.
Agências especializadas podem ser acionadas para processos de comunicação, promoção e ativação, que provoquem o entendimento e engajamento da população.
Agências especializadas podem prestar serviços competentes para ações emergenciais, envolvendo pessoal competente e a logística necessária.
Agências e empresas especializadas do setor podem montar em tempo recorde estruturas de apoio e preparação de espaços para programas de vacinação.
PS.: Este não é apenas um Manifesto. É um chamamento oficial à responsabilidade. Este documento foi distribuído a meios de comunicação, e enviado as presidências da Câmara Federal, Senado Federal, Procuradoria Geral da República, Ministério Público Federal, Supremo Tribunal Federal, OAB e ABI. Sua publicação é livre e estimulada.
Por fim, homenageamos com esse manifesto o professor Tony Coelho, ex-conselheiro da Ampro, educador, e grande criativo do mercado de Live Marketing. Uma das vítimas da Covid-19. Uma das milhares de vidas ceifadas pela pandemia, muitas das quais poderiam ter sido poupadas se houvesse competência e responsabilidade nas políticas públicas de saúde.
AMPRO
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UBRAFE e ABRACE firmam acordo estratégico de cooperação para fortalecer o setor de feiras e eventos B2B

A União Brasileira de Feiras e Eventos de Negócios (UBRAFE) e a Associação Brasileira de Cenografia e Estandes (ABRACE) oficializaram, no Expo Center Norte, um acordo de cooperação estratégica. O termo estabelece uma atuação conjunta entre promotores de feiras, pavilhões de exposições e empresas de montagem para o desenvolvimento do setor, a padronização de processos e a valorização das equipes de produção em âmbito nacional.
Como prioridade dessa primeira fase de integração, as entidades fixaram diretrizes focadas no aprimoramento das condições operacionais e de trabalho nos períodos de montagem e desmontagem das feiras. O plano prevê garantias estruturais em locais de exibições, incluindo a fiscalização do conforto térmico e das instalações sanitárias conforme as normas técnicas, além do fornecimento de áreas coletivas preparadas para alimentação, hidratação e descanso das equipes terceirizadas e montadores.
A assinatura do termo foi conduzida por Paulo Ventura (presidente da UBRAFE), Guto Guedes (presidente da ABRACE), Paulo Octavio Pereira de Almeida (P.O, diretor executivo da UBRAFE) e Paulo Passos (diretor executivo da ABRACE). “O setor de feiras e eventos sempre cresceu pela capacidade de reunir pessoas, empresas, negócios e ideias. Agora damos um passo além, colocando as entidades que representam essa indústria para construir soluções coletivas. Este acordo simboliza uma nova fase de cooperação e demonstra que o desenvolvimento do mercado passa, necessariamente, pela valorização das pessoas que fazem os eventos acontecerem”, afirma Paulo Ventura, presidente da UBRAFE.
A iniciativa estabelece uma agenda permanente de governança e diálogo, que inclui a criação de campanhas educativas, o compartilhamento de metodologias de gestão, a definição de diretrizes operacionais unificadas para os pavilhões e a atuação conjunta junto a órgãos públicos e autoridades reguladoras.
Para Guto Guedes, presidente da ABRACE, “a assinatura deste acordo representa um avanço importante para as empresas de cenografia e montagem de estandes e, principalmente, para os profissionais que atuam na montagem e na desmontagem dos eventos. Acreditamos que o fortalecimento do setor passa pela valorização das pessoas que transformam projetos em realidade e fazem a nossa indústria crescer”.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.








