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“Manifeste sua personalidade” é tema da nova campanha da Criare

Marca especializada em ambientes planejados define novo posicionamento e comunicação
A Criare, marca que é referência no segmento de planejados há 17 anos, acaba de lançar a nova campanha para fortalecer seu posicionamento no mercado: “Manifeste sua personalidade”, criada pela Agência Batuca. A empresa faz parte do Grupo Todeschini e possui 54 lojas exclusivas em todo o Brasil.
A campanha tem como base o olhar para o comportamento do consumidor e como ele se relaciona com a sua casa e os ambientes, destacando que o futuro é urbano e as casas são as novas cavernas, os novos refúgios, que assumem a função de porto seguro.
Para isso, a nova campanha aposta no “pertencimento”, destacando a importância de criar ambientes em que o cliente se sinta representado. A casa assume um papel de identidade: quem somos, as nossas vivências, o nosso estilo.
A marca surge como agente de transformação na casa e na vida das pessoas, oferecendo muito mais do que produtos e sim experiências de bem-estar, personalidade e realização. Este é o conceito que serviu de base para a construção do novo posicionamento da Criare.
Com o slogan “Manifeste a sua personalidade” a Criare possibilita que as pessoas deem vida às suas ideias, aos seus estilos, às suas histórias, às suas singularidades. A ideia é ajudar as pessoas a manifestarem sua personalidade e se orgulharem de terem em suas casas um ambiente único.
“Mesmo em um mercado que trabalha com padrões, acabamentos e produção em larga escala queremos ser o porta voz das individualidades. Mostrando que a Criare é sim uma alternativa para personalizar o seu ambiente, fazendo dele um reflexo da sua personalidade”, diz Diego Machado, diretor comercial da marca.
A nova campanha da Criare evidencia a personalidade de uma marca que respira design e contemporaneidade, representada pelos padrões monocromáticos e a mescla entre a preponderância das formas retilíneas com o orgânico representando o indivíduo e a origem do produto.
Os veios em formato de digital representam, além do consumidor, único por natureza, a matéria-prima para todas as criações. Assim como nós, ela possui uma impressão digital que a torna única. E essa singularidade que existe nos humanos e nas árvores também será sutilmente representada nas peças.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.









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