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LTK cresce em 729% em 2021 e gera mais de R$162 milhões em vendas por influenciadores para varejistas parceiros

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Pioneira no mercado de influenciadores, ou creator economy, a  LTK trouxe vantagens para as marcas associadas em 2021, registrando um crescimento de 729% e totalizando mais de R$162 milhõesnas vendas via influenciadores na América Latina. A plataforma global, referência em marketing de influência, usada por influenciadoras como Nath Araújo (@nanaths), Camila Coutinho (@camilacoutinho) e Luisa Accorsi (@luisa), dobrou o número de criadores parceirosque geraram vendas no ano passado. Foram mais de 800 mil pedidos, com um ticket médio de R$202. Acompanhando essa evolução, a taxa de conversão da empresa também dobrou, chegando a um aumento de 103%.

Durante o período de pandemia, houve um crescimento notável na procura por parcerias comerciais com influenciadores digitais, tornando esse mercado um dos mais aquecidos nos últimos anos. Segundo um levantamento feito pela CB Insights, empresa de análise de negócios e banco de dados global sobre empresas privadas e atividade de investidores,  de janeiro a junho de 2021 a Creator Economy já havia registrado um recorde de US$ 1,3 bilhão em financiamento, um crescimento de 30% em comparação com o mesmo período de 2020.

As experiências híbridas entre o presencial e remoto também já despontam em 44% das empresas brasileiras, de acordo com uma pesquisa do Google. Além disso, o crescimento do social commerce mostra como as pessoas estão cada vez mais dispostas a pesquisar e comprar pelas redes sociais – uma pesquisa da Opinion Box mostrou que 52% dos entrevistados já compraram um produto ou serviço descoberto pelas redes sociais. Diante desse cenário, é preciso pensar em estratégias que contemplem as novas tendências do mercado.

“A LTK já atua há muitos anos no Brasil e no exterior, o que apoia a posição que ocupa hoje no mercado. Enxergamos os criadores de conteúdo como autoridades na análise de compras online, e nosso foco é empoderar eles, seus seguidores, e nossas marcas parceiras no ecossistema de creator commerce.  Em 2022, veremos cada vez mais influenciadores adquirindo um olhar empreendedor e pensando em novas estratégias de geração de receita e valor para seus seguidores, e isso irá muito além do Instagram e do #publi tradicional” conta Philip Kauders, head da LTK na América Latina. O modelo de “creator shops” dentro do LTK app, onde a influencer ganha comissões acima das vendas geradas, cria um espaço útil para os criadores, marcas e consumidores. A companhia também acredita no crescimento de ferramentas que conectem criadores de conteúdo e marcas dentro dos seus próprios canais. “A próxima década vai estabelecer as redes como o meio mais eficiente de vender seu negócio, seja ele qual for. Elas deixam de ser um ‘negócio’ por si só e passam a ser uma ferramenta de auxílio. As pessoas querem comprar pelo celular e buscam  cada vez mais tecnologias que facilitem esse processo, economizando seu tempo”.

A empresa, que recebeu um investimento de US$300 milhões do SoftBank Vision Fund 2 no final do ano passado, tem planos ambiciosos para 2022 no Brasil. Entre eles estão dobrar as vendas, atrair mais influenciadores e investir na produção de conteúdo dentro do LTK App. “Nossa expectativa é continuar crescendo em 2022 e nos anos seguintes, focando na nossa missão de ajudar creators a atingirem sucesso financeiro máximo.”, conclui Phil.

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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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