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L’Oréal Paris lança movimento de combate ao assédio sexual

Há 50 anos celebrando o valor feminino, a marca traz ao Brasil a plataforma contra assédio batizada de StandUp
Os números só crescem: a cada ano as estatísticas referentes ao assédio não param de subir segundo pesquisas realizadas. Dados da pesquisa global da Ipsos, encomendada pela L’Oréal, afirmam que o assédio sexual é a maior preocupação em 47% de mulheres e meninas, seguido da violência doméstica.
Diante desse contexto, L’Oréal Paris apresenta o StandUp, um movimento global de conscientização e treinamento antiassédio desenvolvido em parceria com a ONG americana Hollaback, reconhecida por projetos e pesquisas ligados à temática.
Criada pela Hollaback, a metodologia de intervenção se provou eficaz ao ser aplicada em um experimento nas universidades americanas, diminuindo em 17% os casos de violência sexual no local. O programa oferece um método baseado em 5 Ds – distrair, delegar, documentar, direcionar e dialogar – que auxiliam homens e mulheres a intervir com segurança diante dessa situação, tanto como testemunha quanto como vítima.
Em cima desses pilares e com o mote “Autoestima em primeiro lugar”, a WMcCann desenvolveu uma campanha para divulgar e reforçar o objetivo da marca destacando o método dos 5Ds – que vão envolver toda a comunicação.
“Quando observamos um caso de assédio sem intervir, indiretamente aumentamos o trauma da pessoa que está sendo assediada, além de reforçar ao assediador que seu comportamento é aceitável. Essa campanha vem para interromper essa dinâmica, propondo tomada de consciência da sociedade e ação, através da informação e do treinamento dos 5 D’s”, conclui Luiza Portella, Diretora de Planejamento Estratégico da WMcCann.
Em uma parceria inédita, a L’Oréal Paris vai patrocinar a leitura de matérias que tiverem o tema assédio como centro das reportagens nos principais títulos da Editora Globo e da Globo Condé Nast – jornal O GLOBO e revistas Marie Claire, Glamour, GQ e Vogue. Com criação da WMcCann, a ação Paywall Down irá liberar os acessos para os leitores pelo período de três meses, de 05 de outubro a 31 de dezembro, entendendo a importância de fazer a informação circular para auxiliar no combate ao assédio.
Ficha Técnica:
Agência: WMcCann
Cliente: L´Oréal Paris
Produto: Institucional
Nome da campanha: Stand Up Cause
Time do cliente: Laura Parkinson, Tiago Raposo, Helena Bertho, Renato Annibal, Larissa Régia, Raiza Chinellato, Larissa Sampaio, Paulo Cardoso, Michelle Amancio e Monique Maltaroli
Executive Chairman: Hugo Rodrigues
CEO: André França
CCO: Mariana Sá
VP Executivo e Diretor Geral da WMcCann Rio: Marcio Borges
Direção de Criação: Ricardo Weitsman
Diretor de Criação Associado: João Resende
Criação: Ana Rocha, Andrea Lobato, Carolina Oliveira, Bruno Mukai e Humberto Nogueira
CSO: Renata Bokel
Planejamento: Luiza Portella, Fabiana Lovate, Marianna Valmore e Thamires Oliveira
Conteúdo: Patrícia Colombro, Stella Peixinho e Lorena Manso
Atendimento: Paula Nunes, Katarina Nunes e Renata Castello Branco.
VP de Mídia: Fabio Urbanas
Mídia: Romana de Oliveira, Patricia Newlands, Clauder Sousa, Guillermo Perret, Ana Chasco e Maria Ribeiro.
BI: Ingrid Barros e Miguel Masuet
Diretora de Produção: Camila Naito
RTV: Bianca Repsold, Mariana Veronez e Fernanda Pinheiro
Produtora da Adaptação: Craft Brasil
Produtora do filme: Film In
Diretor: Christian Monassa
Diretor de Fotografia: Pedro Nascimento
Pós-produção: Film In
Trilha: Inspirational Cinematic
Co-Author : KakaduCreation
Editor: Rayana Aguiar
Sound Studio : Film In
Produtora do filme: Empreinte Digitale
Diretor:Charlotte Lavocat, Benjamin Hofman
Fotógrafo: Raphael Creton
Pós-produção: Craft
Sound Studio: Capitaine Plouf
Trilha: Fast Motion @ Universal Music
Art Buyer: Caroline Delvincourt, Chintana Salikoun, Celia Martinez
Produção Gráfica: Nereu Marinho e Mauricio Martim
Projetos: Erika Casal e Isabela Araujo
Relações Públicas: Kerena Neves
Kerena Neves
Communications Manager
M: +55 (11) 98326-6539
WMcCann | McCann Worldgroup
Adweek Global Agency of the Year
Fast Company World’s Most Innovative Company
Cannes Network of the Year
Effie’s Network of the Year 2018, 2019, 2020
Webbys Network of the Year
Campaign Network of the Year
AdAge A-List 2016, 2017, 2018, 2019, 2020
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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TIM escala campeã do BBB para subverter o Dia dos Namorados com estratégia focada no desejo de consumo

A TIM decidiu chacoalhar as tradicionais estratégias de marketing para o Dia dos Namorados ao expandir o significado da data para além dos casais apaixonados. Protagonizada por Ana Paula Renault, a grande vencedora do BBB26, a nova campanha da operadora foca em um comportamento bastante comum dos consumidores modernos: o hábito de flertar com produtos de desejo. No topo da lista de sedução da temporada está o PlayStation 5, que desponta com condições agressivas de preço, acompanhado por um robusto portfólio de ofertas em smartphones, televisores e acessórios de última geração.
A linha criativa da comunicação apoia-se no conceito bem-humorado de que “todo mundo namora” algum objeto de consumo. Com esse insight, a marca inclui ativamente o público solteiro na conversa, um segmento que vem ganhando tração expressiva no varejo ao aproveitar a data para investir em mimos pessoais e no próprio bem-estar. A ação ganha vida de forma 100% digital, surfando na personalidade autêntica de Ana Paula, que costuma brincar abertamente sobre seu status de solteira nas redes sociais. Nos primeiros movimentos da campanha, a jornalista instigou os seguidores ao levantar suspeitas sobre um suposto novo romance por meio de publicações enigmáticas. O mistério gerou forte engajamento até a grande revelação: o novo affair da ex-BBB era, na verdade, um eletrônico que ela já cobiçava há tempos.
“Partimos de um insight simples: o desejo não se limita a relações amorosas. Todo mundo tem algo que está ‘namorando’, e a campanha traduz esse comportamento de forma leve e próxima da realidade do consumidor. A Ana Paula é uma escolha natural para dar vida a esse conceito, pela maneira direta e bem-humorada com que se conecta com o público”, explica Gabriela Derraik, diretora de communication strategy da TIM.
Desenvolvida a quatro mãos com a agência BETC HAVAS e a joint venture formada por Mynd e Stage, a estratégia de comunicação pulveriza-se em pílulas de conteúdo digital lideradas por grandes nomes da internet, como Pequena Lô, Pedro Bonvivant e o duo Diva Depressão. O ecossistema criativo ganha o reforço dos produtores de conteúdo da TIM House, plataforma própria da operadora desenhada para acelerar novos talentos digitais.
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Creators transformam a cobertura da Copa do Mundo de 2026 e acirram a disputa pela atenção do torcedor

A Copa do Mundo de 2026 já movimenta os bastidores de uma disputa que ultrapassa as quatro linhas dos gramados norte-americanos. Em um ecossistema de mídia cada vez mais pulverizado, a corrida pela audiência deixou de ser um monopólio das emissoras tradicionais e das gigantes do streaming para consagrar um novo protagonista: os criadores de conteúdo. Se durante décadas a exclusividade dos direitos de transmissão era o bastante para reter o público, na era da hiperconectividade ela se tornou apenas uma peça do tabuleiro. O verdadeiro gol de placa agora é sustentar o engajamento antes, durante e depois das partidas, pulverizando a mensagem em múltiplos formatos e plataformas. É aí que os creators e influenciadores digitais entram como ativos altamente estratégicos para marcas e veículos que buscam relevância.
As movimentações do mercado nacional deixam claro que essa tendência veio para ditar as regras do jogo. A Rede Globo, por exemplo, estruturou uma cobertura expandida voltada especificamente para as redes sociais, escalando um time de produtores digitais para oxigenar sua comunicação e dialogar com nichos que a TV aberta nem sempre alcança. Na outra ponta, a CazéTV, que chocou o mercado ao se consolidar como um dos maiores fenômenos de audiência esportiva do planeta, colocou os creators na espinha dorsal da sua transmissão. O modelo de negócios da plataforma combina a exibição dos jogos com entretenimento puro, reacts em tempo real e uma engrenagem industrial de conteúdos nativos para redes sociais.
Esse novo comportamento também foi validado pela própria FIFA. Para a edição de 2026, a entidade máxima do futebol expandiu suas credenciais e programas voltados para influenciadores globais em coberturas de bastidores e ações puramente digitais, reconhecendo que a narrativa do torneio para as novas gerações passa, obrigatoriamente, pelo filtro desses comunicadores.
De acordo com Victor Cabral, especialista e referência nacional em Creator Economy, o mercado vive hoje uma disputa feroz que migrou da simples transmissão para o campo da atenção. “A Copa de 2026 pode ser considerada a primeira Copa em que os creators terão um papel tão relevante quanto os próprios canais de distribuição. O jogo continua sendo o principal produto, mas a audiência é construída por meio de uma rede de conteúdos paralelos que nasce nas redes sociais e acompanha o torcedor ao longo de toda a jornada”, analisa Cabral.
Essa transformação estética e conceitual espelha uma mudança profunda no hábito de consumo dos torcedores. O público atual não se contenta mais em ser apenas espectador passivo dos 90 minutos de partida. A experiência do evento é fragmentada e expandida por meio de análises táticas independentes, memes, bastidores exclusivos, vídeos curtos e debates acalorados no TikTok, Instagram, YouTube e X (antigo Twitter). Na prática, o ecossistema da Copa do Mundo ganha vida horas antes do apito inicial e reverbera por dias após o término do jogo.
Para o mercado de live marketing e publicidade, esse cenário abre avenidas de oportunidades para ir muito além do comercial de 30 segundos no intervalo ou dos logotipos estáticos nas placas de campo. As marcas agora têm a chance de se inserir de forma orgânica nas conversas e tendências geradas por criadores que possuem comunidades altamente engajadas e fiéis. “Estamos vendo uma mudança estrutural na indústria da comunicação esportiva. Quem transmite a partida continua tendo um ativo valioso, mas quem consegue gerar conversa e engajamento ao redor daquele conteúdo passa a disputar a mesma atenção. Na Creator Economy, audiência é relacionamento e participação”, conclui Cabral.








