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L’Occitane au Brésil e Juliette estreiam campanha digital da linha pioneira de Mandacaru

L’Occitane au Brésil celebra a beleza da Caatinga em sua icônica linha de Mandacaru. E, para essa missão, a marca franco-brasileira do Grupo L’Occitane escalou Juliette Freire para ressaltar em sua nova campanha a força e tradição que envolvem o Mandacaru e os benefícios do extrato concentrado presente em toda a linha de produtos da marca.
Mandacaru é um cacto típico da Caatinga, região do semiárido brasileiro, e é um símbolo de resistência e alegria para todos da região. E ninguém mais carrega a imagem do nordeste brasileiro representado pela imagem do cacto como a Juliette. Anunciada como embaixadora de L’Occitane au Brésil em junho de 2021, ela estreia a campanha #MandacaruÉCacto para evidenciar a força deste cacto nativo do Brasil. Ela estrelará essa campanha tanto no meio digital, com veiculação no Facebook, Instagram e no Youtube, como em todas as vitrines das lojas físicas da marca, estampando seu rosto nesses ambientes por todo o Brasil.
Até o dia 20 de setembro, Juliette trará uma série de conteúdos nas redes sociais de L’Occitane au Brésil, com temática informativa que conta o que só o Mandacaru tem, reforçando as histórias que envolvem o processo de produção e sustentabilidade socioambiental da linha pioneira de Mandacaru por parte da marca. Com a hashtag #MandacaruÉCacto, a estratégia traz atributos sensoriais – comprovando ser a única linha com Mandacaru de verdade feito a partir de seu extrato concentrado – além de vídeos sobre como usar todos os produtos em um ritual completo de beleza.
A escolha da Juliette vai muito além de ser nordestina e do seu conhecido amor pelos cactos. Os valores pessoais que ela carrega e de que não abre mão, sua ambição e influência por um Brasil melhor em diversos aspectos, servindo de exemplo a milhões de brasileiros, faz com que ela seja a melhor escolha para representar a campanha da primeira cadeia de abastecimento sustentável da L’Occitane au Brésil, ressaltando uma espécie de cacto nativo da biodiversidade brasileira presente nas regiões semiáridas do nordeste.
“Quando me contaram que a L’Occitane au Brésil tinha entrado em contato com meu time e eu descobri que eles tinham uma linha de Mandacaru, me apaixonei e tive certeza de que queria ajudar a contar essa história. Vi todo o trabalho que eles realizam desde 2013 com os produtores e toda a cadeia sustentável, sabendo valorizar esse ingrediente do meu Nordeste que é um símbolo de força e esperança pra mim. Me sinto muito orgulhosa e honrada de fazer parte dessa história como embaixadora e estou super feliz de estar nas vitrines das lojas com uma campanha linda!”, conta Juliette Freire, embaixadora da L’Occitane au Brésil.
A campanha é assinada pela Integer\OutPromo. “A união de L´Occitane au Brésil e Juliette Freire é um presente para nós que criamos e também trabalhamos com verdades. Por isso, pensamos em uma estratégia que traz o pioneirismo da marca por meio de conteúdos sensoriais contados por uma embaixadora que conversa exatamente com essa verdade. Buscamos uma forma de evidenciar essa riqueza natural brasileira, muitas vezes sem tanta visibilidade, e mostrar as qualidades do nosso Brasil tão rico na sua natureza.”, explica Danilo Vizagre, VP criativo da agência.
Ficha técnica
Título: #MandacaruÉCacto
Agência: Integer/OutPromo
Cliente: L’Occitane au Brésil
Marca: L’Occitane au Brésil
Managing Director: Ricardo Franken
Atendimento: Ana Luísa Périssé, Sully Siena, Mariê Borges, Giovana Zulian
CCO: Antônio Neto
VP de Criação: Danilo Vizagre
Direção de criação: Roberto Wolvie
Redação: Fernanda Pontes
Direção de Arte: Felipe Carbene, Gabriela Mesquita
CSO: Carlos Gajo
Mídia: Raphael Lima, Daiana Meireles, Thiago Endo
COO: Claudio Olimpio
Gerente de Produção: Michelle Samaritano
Produção agência: Bianca Ferraresi
Fotografia: Karine Basílio
Film director: Cabelo – Thiago Jenne
Art Director: Michell Lott
Hair & Make up: Krisna Carvalho
Stylist: Yan Acioli
Produção Executiva: Fernanda Sá, Roberta Guzzardi, Aline Zavatti
Aprovação/cliente: Bruno Bettencourt, André Abramo, Giovana Barné
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Banco Mercantil escala o ex-jogador Roberto Carlos para campanha nacional durante o período do Mundial

O Banco Mercantil, instituição financeira de destaque e pioneira na especialização do público com mais de 50 anos, acaba de colocar no ar sua nova campanha nacional intitulada “Achou que era o outro?”. Desenvolvida pela agência mineira Kind Branding, a iniciativa aproveita o período do Mundial de futebol para apresentar o ex-lateral e ídolo da Seleção Brasileira, Roberto Carlos, como embaixador temporário da marca, reforçando os atributos de confiança, credibilidade e simplicidade junto aos clientes seniores.
A estreia da campanha ocorreu em horário nobre, durante o intervalo do Jornal Nacional, na TV Globo. O plano de mídia desenhado para o projeto é robusto e contempla veiculações em canais de TV aberta e por assinatura, emissoras de rádio, plataformas digitais e circuitos de mídia exterior (Out-of-Home / OOH) em todo o país. A ação sustentará a presença da marca até o apito final da competição da FIFA, momento em que o banco retomará a comunicação oficial comandada pelo cantor Roberto Carlos, atual garoto-propaganda da empresa.
A escolha do ex-atleta é um movimento estratégico duplo de branding e humor: além do forte vínculo afetivo que sua trajetória vitoriosa possui com a geração 50+, o roteiro brinca com o fato de o ex-jogador ter sido batizado em homenagem direta ao “Rei” da música brasileira, gerando uma conexão memética imediata com o público.
“Fizemos uma pesquisa de tracking antes do lançamento dessa campanha e, recentemente, identificamos um aumento de 6 pontos percentuais na identificação do público com a nossa marca”, revela Brunna Lopes, superintendente de marketing do Banco Mercantil. Para a executiva, a entrada no território esportivo era indispensável: “Não havia como estarmos fora dessa conversa em um momento em que quase todas as marcas estão associadas a esse evento. É algo que chama a atenção de todos”.
Para dar suporte a essa expansão nacional e garantir relevância nos blocos publicitários, o Banco Mercantil aumentou em 50% o seu orçamento total de marketing para o ano de 2026 em comparação com o período anterior. O aporte financeiro visa consolidar a lembrança de marca da instituição em um segmento altamente competitivo, onde a tradição e a segurança digital ditam a escolha do consumidor.
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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.
A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.
A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.
Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.
O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.
O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.
A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.
Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.
O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.
O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.
Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.









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