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LG Electronics lança canal próprio de e-commerce

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Os consumidores da LG Electronics do Brasil já podem comprar produtos da marca em seu canal de vendas direto. Com acesso pelo lg.com/br, o portfólio de toda a linha de produtos LG estará disponível, além de ofertas e benefícios exclusivos.


O lançamento do e-commerce da LG é uma forma de proporcionar uma nova e mais completa experiência de compra, com segurança e comodidade. Os consumidores poderão encontrar em um único lugar produtos das linhas de TV, áudio e vídeo, equipamentos de informática, smartphones, condicionadores de ar, eletrodomésticos, além do portfólio de soluções corporativas da marca.


Para a diretora de Marketing da LG Electronics do Brasil, Sonah Lee, “vivemos um momento em que, mais do que nunca, precisamos estar mais próximos e conectados às pessoas. Ao criarmos nossa loja online própria, reforçamos esse compromisso com nossos clientes e parceiros, com a garantia de entregar um serviço de excelência para todos”.


Com o novo canal de vendas online, a empresa espera gerar um aumento de 20% no tráfego do site lg.com/br em três meses, além de um aumento de 30% em vendas de produtos. “A LG sempre busca oferecer soluções aos consumidores que facilitem o seu dia a dia, não apenas por meio das tecnologias e inovações embarcadas nos produtos, mas também ao proporcionar comodidade e uma experiência de qualidade para todos, especialmente no momento da compra. Por isso, investimos de ponta a ponta da cadeia, desde o sistema em que o canal está hospedado até a logística que entregará nossos produtos nas casas das pessoas”, afirma o diretor de Vendas da LG Electronics do Brasil, Rodrigo Fiani.


O novo canal de vendas online da LG já está disponível. Para conhecer, acesse: http://www.shoplg.com.br

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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

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O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.

O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .

Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”

Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”

Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil.  “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”

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Jota lança primeira campanha de marca na Faria Lima, Paulista e TV aberta após aporte de R$ 150 milhões

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O Jota, assistente financeiro e pessoal baseado em inteligência artificial conversacional que opera diretamente via WhatsApp e em aplicativo próprio, decidiu transformar o maior marco financeiro de sua história em sua estreia no branding tradicional. Após captar uma rodada Série A de R$ 150 milhões liderada pelo fundo americano Haun Ventures, a fintech colocou na rua sua primeira campanha institucional de marca, ocupando o ecossistema físico e a televisão aberta.

A estratégia de comunicação levou o Jota para 29 relógios digitais de mídia out of home (OOH) espalhados entre a Avenida Brigadeiro Faria Lima e a Avenida Paulista — as duas principais artérias financeiras e corporativas de São Paulo. Em paralelo, a startup fez sua primeira inserção comercial em TV aberta com um filme institucional veiculado no último sábado, 5 de julho de 2026, durante o pré-jogo da partida entre Brasil e Noruega, na TV Globo.

Até então, o Jota concentrava seus esforços de marketing digital e investimentos em canais de performance focados em conversão direta e custo de aquisição de clientes (CAC), como Meta, Google e TikTok. Com a nova campanha, a startup redireciona parte do orçamento para ações de brand awareness, visando construir reputação, credibilidade e presença institucional de longo prazo junto ao ecossistema de tecnologia, investidores e público geral.

A escolha de combinar os relógios de rua de São Paulo com a grande audiência do futebol na TV aberta reflete o desejo de aproximar a inteligência artificial do cotidiano das pessoas. Clarisse Medeiros, head de marketing do Jota, detalha o direcionamento da campanha. “Depois de crescer com um DNA de performance, usamos o momento do aporte para dar um passo que a Jota nunca tinha dado: ocupar espaço físico e de mídia de massa. Colocar a marca nos relógios da Faria Lima e da Paulista e, na mesma janela, levar um filme institucional para o pré-jogo do Brasil na Globo marca a primeira campanha de brand awareness da nossa história. Ainda não temos números fechados, porque essa é uma campanha pensada puramente para awareness, sem meta de performance — mas a expectativa é clara: que essa exposição se traduza, nos próximos meses, em mais reconhecimento de marca.”

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