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Levi’s® celebra o carnaval com apoio aos blocos Casa Comigo e Orquestra Voadora

Marca tem como estratégia em 2020 participar dos principais eventos culturais do país, principalmente festivais de música
A Levi’s®, marca que conquista a lealdade dos fãs geração após geração, com um espírito inovador desde 1873, celebra o carnaval com participação nos blocos Casa Comigo – dia 15 de fevereiro, em São Paulo e Orquestra Voadora – dia 25 de fevereiro, no Rio de Janeiro. Como um valor global a ser conduzido pela empresa, a Levi’s® acredita que a música é essencial para transmitir sua identidade.
Com trio de apoio da Levi’s® para convidados, o bloco Casa Comigo desfila o tema “As Artes Vão Rolar”, em manifesto à cultura num grito necessário e atual. Como madrinha, o bloco tem a atriz e apresentadora Fernanda Paes Leme. Além disso, haverá customização de peças para o carnaval nos dias 13 e 14 de fevereiro, nas principais lojas Levi’s® de São Paulo – Shopping Pátio Paulista, Shopping Vila Olímpia, Shopping Eldorado, Shopping Frei Caneca, Park Shopping São Caetano, Tamboré e Morumbi Shopping (Mooca).
No Rio de Janeiro, a Orquestra Voadora, banda de fanfarras que inovou o conceito no Brasil trazendo para o universo das ruas os ritmos do samba, maracatu e outros, também contará com customização de peças no dia 24 de fevereiro, nas lojas Levi’s de Copacabana, Rio Sul e Barra Shopping.
Além de participar das customizações, nas compras acima de R$300,00 em uma das lojas participantes com o print da promoção, os fãs da marca poderão ganhar uma pochete exclusiva da marca para curtir o carnaval.
Serviço
São Paulo – 13 e 14 de fevereiro
Shopping Pátio Paulista – R. Treze de Maio, 1974 – Piso 3, Loja 335
Shopping Vila Olímpia – Rua Olimpíadas, 360 – Piso 2, Loja 331
Shopping Eldorado – Av. Eusébio Matoso, 495 – Piso 2, Loja 301-E
Shopping Frei Caneca – R. Frei Caneca, 569 – Piso 1
Park Shopping São Caetano – Alameda Terracota, 545 – Piso 1, Loja 1045
Tamboré/Jardim Sul – Av. Giovanni Gronchi, 5819 – Piso 1, Loja 278
Shopping Mooca – R. Cap. Pacheco e Chaves, 313 – L2 Piso
Rio de Janeiro – 24 de fevereiro
Copacabana – Av. Nossa Sra. de Copacabana, 766
Shopping Rio Sul – Av. Lauro Sodre, 116 – Piso C58, Loja 301
Barra Shopping – Av. das Américas, 4666 – Piso D, Loja 216
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Engenharia de dados torna-se a “espinha dorsal” para combater ROIs ilusórios no marketing digital

No ecossistema do marketing de performance, um cenário de “fantasia” tem se tornado comum nas apresentações de resultados: a Meta reivindica 50 conversões, o Google Ads exige crédito por outras 40 e o TikTok por mais 30. No entanto, o sistema de e-commerce revela a realidade fria do caixa com apenas 80 vendas efetivas. Esse fenômeno, causado pela sobreposição de atribuição onde diferentes plataformas clamam para si o mesmo cliente, é o desafio que a engenharia de dados busca resolver ao estabelecer uma Single Source of Truth (Fonte Única de Verdade).
Para Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em marketing orientado por dados, esse desalinhamento é um risco estrutural que pode levar empresas a tomarem decisões baseadas em custos de aquisição maquiados. “Operações que crescem rápido tendem a quebrar primeiro na mensuração. Quando a base de dados é inconsistente, qualquer tentativa de otimização vira um chute”, alerta o executivo.
A solução para evitar que o marketing opere em um vácuo de realidade está na construção de uma arquitetura de mensuração robusta. Isso envolve estruturar como os dados são coletados e organizados ao longo de toda a jornada do usuário, garantindo que o clique de terça-feira no Instagram e a busca no Google na quinta-feira sejam compreendidos como parte de um único caminho de conversão.
Um dos conceitos centrais apresentados por Bohn é o tracking, o rastreamento técnico das interações por meio de eventos padronizados. Quando ações como visitas, installs ou preenchimento de formulários são organizadas sob regras claras, a empresa ganha consistência na leitura de dados. A criação de uma single source of truth consolida essas informações em um ambiente confiável, eliminando as discrepâncias entre o que as ferramentas de anúncio dizem e o que a conta bancária da empresa mostra. “Esse processo costuma incluir verificações sistemáticas para garantir a qualidade e a integridade das informações coletadas”, aponta o sócio da Elementar Digital.
Além disso, a rastreabilidade ponta a ponta permite mapear as chamadas micro-conversões — etapas intermediárias como adicionar um produto ao carrinho ou assistir a um vídeo. Esse mapeamento detalhado identifica gargalos no funil de vendas com precisão cirúrgica, permitindo ajustes que realmente impactam o resultado final.
Em um mercado cada vez mais competitivo, a capacidade de confiar nos próprios números separa as operações perenes daquelas que colapsam sob o peso do próprio crescimento. Para o especialista, a engenharia de dados é o herói invisível por trás das campanhas de sucesso. “O que separa operações que escalam daquelas que colapsam não é o volume de investimento, mas a capacidade de confiar nos próprios dados. Sem isso, não existe decisão inteligente. A engenharia de dados não aparece no criativo nem na campanha, mas é ela que garante que cada real investido tenha uma direção clara. Sem essa base, crescimento não é escala, é instabilidade”, conclui Felix Bohn.
Com a consolidação dessas práticas, o setor de live marketing e publicidade digital caminha para uma maturidade onde a transparência dos dados sobrepõe-se às métricas de vaidade, garantindo que a estratégia de negócio esteja ancorada em fatos, e não em algoritmos de atribuição conflitantes.
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Gestão contextual de mídia torna-se pilar estratégico para marcas durante a Copa do Mundo 2026

Com o início oficial da Copa do Mundo marcado para 11 de junho, nos Estados Unidos, Canadá e México, o mercado publicitário global se prepara para o que deve ser o maior pico de audiência digital da história. O torneio não apenas mobiliza torcidas, mas incendeia as redes sociais com bilhões de interações em tempo real, criando um dos ambientes mais valiosos — e desafiadores — para o brand experience. Segundo Edvaldo Silva, diretor regional na América Latina da Zefr, empresa de verificação e contextualização de mídia, o sucesso das marcas dependerá de uma gestão de campanhas significativamente mais sofisticada.
O volume de dados impressiona: o relatório Culture in Play, da We Are Social North America, já registrou mais de 767 milhões de conversas sobre o mundial desde janeiro, gerando bilhões de impressões. Esse cenário transforma plataformas como YouTube, TikTok e Meta em campos de batalha pela atenção do consumidor, onde jogos, memes e transmissões paralelas ditam o ritmo do engajamento. “Eventos globais como a Copa do Mundo criam uma avalanche de conteúdo nas redes sociais. Para as marcas, isso representa uma enorme oportunidade de alcance, mas também exige maior inteligência na gestão das campanhas para garantir que os anúncios apareçam ao lado de conteúdos alinhados aos seus valores e posicionamento”, afirma Silva.
Para o executivo, o conceito tradicional de brand safety (segurança da marca), que foca em evitar conteúdos estritamente negativos, já não é suficiente. A discussão evoluiu para o brand suitability (adequação da marca), que busca garantir o alinhamento contextual fino. Em um ambiente impulsionado por vídeos e recomendações algorítmicas, um anúncio pode ser exibido ao lado de conteúdos sensíveis, como debates políticos ou notícias de última hora, que, embora não sejam “proibidos”, podem estar desalinhados com a imagem da empresa.
Silva alerta que o risco aumenta durante o torneio, quando a conversa sobre uma partida pode rapidamente derivar para temas controversos ou desinformação. “Sem uma análise mais contextual e contínua, parte do investimento pode acabar sendo direcionada a conteúdos que não refletem os valores ou os objetivos de comunicação da marca”, explica o diretor.
Um dos principais obstáculos para as marcas é a rapidez com que as tendências ganham escala. Replays e conteúdos virais inesperados moldam o contexto em questão de segundos. Por isso, a análise não pode ser apenas textual, baseada em palavras-chave, mas deve considerar elementos visuais e narrativas complexas. “Evitar conteúdos inadequados é apenas o primeiro passo. O desafio hoje é ir além da análise textual e também avaliar elementos visuais e narrativas para equilibrar a visibilidade de alto impacto com contextos seguros e adequados durante um momento cultural relevante”, reforça o especialista da Zefr.
Apesar da complexidade operacional, a Copa do Mundo de 2026 permanece como a “vitrine de ouro” para a construção de marca no ambiente digital. A conclusão do setor é clara: em um ecossistema cada vez mais dinâmico, as marcas que conseguirem combinar a escala massiva do evento com um controle contextual rigoroso serão as que transformarão a alta atenção do público em resultados reais de negócio.









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