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Levantamento revela que cerca de 90% dos vendedores resgatam recompensas financeiras em campanhas de incentivo

É notório que cada vez mais as grandes indústrias apostam em ativações de engajamento junto aos vendedores dos canais varejistas, como forma de intensificar a comercialização de seus produtos. Visando entender o comportamento dos profissionais que participam dessas campanhas, a Incentive.me, startup de tecnologia para gestão de campanhas de incentivo de vendas, realizou um levantamento inédito sobre o setor. Entre os destaques, está o fato de que 89,7% dos vendedores optam por recompensas financeiras nos resgates de prêmios.
Dentro desse grupo de prêmios financeiros, a realização de transferências bancárias lidera a preferência com 57,9% dos resgates, seguido por cartões pré-pago (19,0%) e wallets (12,8%), sendo que essa última categoria vem crescendo nos últimos anos em relação ao segundo colocado. Os dados foram coletados a partir de uma amostra de 80 mil participantes de ações, no período entre abril de 2022 e o mesmo mês do ano passado.
“Esse resultado mostra a preferência do vendedor quando todas as opções de prêmios são oferecidas para ele. Uma distorção que observamos no mercado é que muitas vezes as indústrias optam por oferecer recompensas não financeiras (produtos, viagens, etc.), indo contra a preferência dos próprios beneficiários das campanhas e não maximizando a atratividade que essas ativações têm para o vendedor”, argumenta Jansen Moreira, CEO e fundador da Incentive.me.
O estudo da startup também coletou outros tipos de premiações resgatadas pelos profissionais, que juntos somam 10,3%. O segmento de Compras representa 4,5% da preferência, seguido por Recargas (2,7%) e Refeição (1,9%). Denominado como outros, os segmentos de Vestuário e Entretenimento representam 1,2%. Além disso, o levantamento mostra que o ticket médio dos resgates é de R$ 170,00 e o tempo médio que o vendedor leva para resgatar a premiação é de 15 dias após o recebimento do valor em sua carteira digital.
Vendas crescem nos canais varejistas
As ações promovidas pelas indústrias em parceria com a Incentive.me, visando o engajamento e incentivo aos profissionais de milhares de canais varejistas do país, foram capazes de ampliar as vendas em 35% nos pontos de vendas (PDVs), no período analisado pelo estudo.
“Trabalhar diretamente para motivar os vendedores a participarem de inúmeras campanhas ao mesmo tempo é essencial. Por isso, é muito importante que os gestores comerciais saibam compreender e analisar os resultados de cada ativação, dando aos vendedores autonomia, conforto e possibilidade de converter seu bom desempenho em premiações atraentes”, explica Jansen.
Ainda segundo o empreendedor, hoje é preciso que as marcas entendam a realidade dos profissionais que estão no PDV. “Para isso, é fundamental compreender qual tipo de bonificação é a mais atraente para cada ativação. Sem dúvida, esse é um ponto estratégico e vital para o sucesso de uma ação. Apenas dessa maneira é possível engajar a ponta da cadeia”, conclui.
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Eventos e viagens de incentivo ganham centralidade nas estratégias B2B e impulsionam o mercado corporativo

Após o predomínio do ambiente virtual nas estratégias corporativas nos últimos anos, o setor de viagens e eventos presenciais volta a se consolidar como peça-chave nas áreas de marketing, comunicação e recursos humanos. O movimento acompanha a projeção do GBTA Business Travel Index Outlook, que prevê movimentação de US$ 2 trilhões anuais para o mercado global de viagens corporativas até 2029, superando os índices pré-pandemia.
Segundo a Associação Latino Americana de Gestão de Eventos e Viagens Corporativas (ALAGEV), as organizações expandiram a métrica de retorno desses investimentos. Além dos indicadores financeiros diretos, a estratégia passa a computar ganhos de branding, integração de times e retenção de talentos.v”Quando existe estratégia e um bom planejamento, a viagem deixa de cumprir apenas uma função operacional, como a de ser um prêmio pontual, e passa a fazer parte da construção da experiência da marca e gerar valor para o negócio. Grandes eventos podem reunir colaboradores, clientes, fornecedores, investidores e lideranças em um mesmo ambiente, criando oportunidades para fortalecer relacionamentos, ampliar o networking e gerar novos negócios. As possibilidades de ativação e experiência de marca em eventos são infinitas”, analisa Luciana Dantas, vice-presidente da ALAGEV.
A preferência por experiências presenciais também é chancelada por pesquisas do setor. Dados do Incentive Travel Index apontam que 80% dos colaboradores consideram viagens de incentivo a forma mais relevante de reconhecimento profissional — contra 20% que optam por bonificações financeiras ou bens materiais. A pesquisa revela ainda que essas ativações aumentam a retenção de lembrança de marca em até 35%, além de 96% dos entrevistados relatarem incremento na motivação.
No âmbito comercial, organizações com programas estruturados de viagens de incentivo registram até três vezes mais chances de ultrapassar suas metas de vendas em comparação com concorrentes sem programas similares.
A Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá figurou como um dos grandes catalisadores do setor. Segundo números da FIFA, foram comercializados mais de 607 mil pacotes de hospitalidade durante o torneio mundial. Do total de compradores corporativos do programa oficial, 40% integravam o segmento B2B, figurando o Brasil entre os dez principais mercados globais consumidores da modalidade.
A relevância das experiências esportivas de grande porte exige planejamento de longo prazo, com marcas já estruturando ações voltadas para a Copa do Mundo de 2030, que terá partidas distribuídas entre Espanha, Portugal, Marrocos, Uruguai, Argentina e Paraguai.
Entre as sedes, o governo do Marrocos antecipou investimentos por meio do programa Airports 2030, focado em expandir a capacidade para 80 milhões de passageiros ao ano, construindo um aeroporto internacional em Casablanca e reformando outros sete terminais nas cidades-sede do país. “A Copa de 2030 apresentará um nível de complexidade inédito para os gestores de eventos e viagens, já que envolverá diferentes aspectos culturais, legislações e operações logísticas. Esse cenário reforça a necessidade de planejamento antecipado e de políticas e estratégias de viagens alinhadas aos objetivos das empresas”, conclui Luciana Dantas.
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Prio aposta em simulador de realidade virtual durante temporada do musical Wicked no Rio de Janeiro

A aproximação entre o mercado de entretenimento e o setor de energia ganhou um novo formato na temporada carioca do espetáculo Wicked. Uma das patrocinadoras responsáveis por trazer a produção musical pela primeira vez ao Rio de Janeiro, a Prio estruturou uma ativação imersiva baseada em realidade virtual para aproximar o público geral de suas operações offshore, ambiente comumente restrito aos profissionais do setor de óleo e gás.
A experiência tecnológica foi inspirada no clássico voo de vassoura retratado na história do musical. Ao utilizar os óculos de realidade virtual, os espectadores participam de uma jornada simulada que se inicia no rooftop da sede da companhia, localizada no bairro de Botafogo, e segue em direção ao litoral brasileiro, sobrevoando as plataformas de produção e os navios que integram a infraestrutura logística da empresa em alto-mar.
A iniciativa reflete o direcionamento estratégico da Prio em converter aportes culturais em experiências de marca proprietárias. Ao associar um elemento lúdico da peça teatral à rotina da companhia, a empresa utiliza a plataforma cultural como ferramenta de comunicação para traduzir conceitos de engenharia, tecnologia e inovação aplicados na extração de petróleo no país. “Grande parte do nosso trabalho acontece longe do olhar das pessoas. Aproveitamos um dos momentos mais marcantes de Wicked para criar uma experiência capaz de aproximar esse universo do público de uma forma leve, envolvente e acessível. Quando conseguimos transformar um tema complexo em algo que desperta curiosidade, criamos uma conexão genuína entre as pessoas e a nossa marca”, explica Olivia Richardson, head de comunicação e marketing da Prio.
A atração faz parte da plataforma institucional I Love Prio, divisão que centraliza os investimentos da companhia nos pilares de esporte, cultura e educação. O programa tem como diretriz apoiar projetos de democratização cultural e de incentivo social, utilizando essas frentes de visibilidade para desmistificar a complexidade operacional da indústria de energia e estreitar o relacionamento institucional com a sociedade.








