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Leroy Merlin convoca quarenteners para 2º Batalha da Bricolagem

Mais do que nunca, agora que estamos em casa, percebemos o quanto a nossa casa é importante para o nosso bem-estar. Mas, e para quem não estava muito ligado à essas coisas domésticas? Agora, está no ar a 2º temporada da Batalha da Bricolagem Leroy Merlin, um reality show comandado por Edu Camargo e Fil Oliveira, do canal Diva Depressão, com mais seis influenciadores que se enfrentam e colocam a mão na massa para realizar o sonho de transformar o ambiente de casa.
O vencedor, o mais malandro na arte da bricolagem ou o mais ‘bricoleiro’ leva para casa o prêmio de R$ 10.000,00 em produtos Leroy Merlin. Já pensou? O que você faria com dez mil reais em produtos Leroy Merlin? Além do prêmio, o mais hábil do programa terá a ajuda de Matheus Ilt, fotógrafo e rei do DIY, que dará um toque na transformação do novo ambiente da casa.
“Com a Batalha da Bricolagem queremos incentivar o público jovem a montar seus próprios móveis e fazer pequenos projetos e consertos em casa pela primeira vez. Além de fortalecer e resgatar a imagem da empresa como empresa especializada em DIY e bricolagem”, afirma Ariane Oliveira, gerente de Conteúdo e Redes Sociais da Leroy Merlin.
O objetivo do game, apresentado pelo Diva Depressão, é inspirar e motivar as pessoas a transforarem seus lares, mostrando que é possível fazer muita coisa do zero, e o mais interessante: sem a ajuda de um profissional. Não é à toa que a dupla de apresentadores apresenta os 6 episódios da 2º temporada com o bordão ‘Façam suas apostas, pois a única certeza é que vai dar tudo errado!’.
É importante lembrar que toda a segunda temporada da série foi gravada 100% remoto, seguindo todos os protocolos de segurança na pandemia, e por isso cada um dos 6 influenciadores contou com um ajudante escolhido por eles para auxiliar na gravação e no suporte para as tarefas da Batalha.
A nova temporada do reality traz cinco episódios, sendo que nos três primeiros, os competidores participam em duplas e os vencedores de cada dupla avançam para as próximas fases.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







