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Lázaro Ramos estrela campanha de Amazon Prime

“Muito bom para ser verdade”. É com esse mote que o Amazon Prime lança sua nova campanha em território nacional. Protagonizada por Lázaro Ramos, a novidade traz todos os benefícios do programa, que oferece a seus membros frete rápido e gratuito sem valor mínimo de compra para milhões de produtos, também acesso a promoções exclusivas no site Amazon.com.br. Além disso, oferece filmes e séries de sucesso no Prime Video, mais de 2 milhões de músicas e podcasts no Prime Music, acesso a centenas de livros e revistas digitais no Prime Reading, e jogos gratuitos no Prime Gaming.
A narrativa traz pílulas de conteúdo a partir do desdobramento de um “incidente” ocorrido com Lázaro e as alternativas que teve em situações desafiadoras ao poder recorrer aos benefícios oferecidos pelo Amazon Prime. O vídeo tem início com um corte de cabelo desastroso por parte do barbeiro, que se distrai durante um papo entusiasmado com a celebridade sobre todas as vantagens do serviço em uma única assinatura. As mensagens criadas contam ainda sobre a pipoqueira elétrica que Lázaro comprou na Amazon.com.br com frete grátis; oportuna para o momento de quem pretende não sair de casa tão cedo por conta da “falha” na cabeleira; e, por fim, sua outra aquisição na Amazon: uma touca para esconder o estrago.
“Amazon Prime foi criado para tornar a vida de seus membros mais simples, mais conveniente e com mais entretenimento. O vídeo mostra que você pode não usar todos os benefícios todos os dias, mas todos os dias, o Prime deve tornar sua vida um pouco melhor, mais fácil e mais divertida”, comenta Camila Nunes, Líder de Marketing na Amazon Brasil. Com criação, rodução de conteúdo e desdobramentos assinados pela AlmapBBDO, a campanha dá continuidade a um conceito e um formato que a Amazon já tem usado em sua comunicação. “Coube a nós o desafio de criar os primeiros filmes feitos para o Brasil, aproximando a marca do dia a dia dos brasileiros e aproveitando a parceria com Lázaro, um ícone do humor nacional”, conta Rodrigo Resende, diretor de criação da agência.
A ação contempla filmes, com versões de 30” e 15”, que poderão ser conferidos na TV, além de desdobramento de conteúdos exclusivos voltados para o universo digital.
FICHA TÉCNICA
Agência: AlmapBBDO
Anunciante: Amazon
Produto: Amazon Prime
CCO: Luiz Sanches e Pernil
VP de Criação: Marcelo Nogueira
Diretores de Criação: Renato Butori e Rodrigo Resende
Criação: Giba Mendes e Mauro Maedo
Produção Audiovisual: Vera Jacinto, Diego Villas Boas e Aline Silva
Atendimento: Maysa Oliveira, Fabíola Loureiro, Bruna Santarosa e Luiza Neves
Planejamento: Sergio Katz, Beatriz Scheuer e Luciana Shinoda
Produção Digital: Lilian Cavallini, Sabrina Ramiles e Vinycius Maciel
Produtora: The9Level
Aprovação Cliente: Camila Nunes, Lillian Dakessian, Lara Camargo, Nina Anaruma, Simon Morris e Jo Shoesmith
Produtora: Saigon Filmes
Diretor: Silvio Cunha
Produtor Executivo: Marcelo Altschuler e Carol Pessini
Atendimento: Fernanda Gomes, Rafael Costa, Karin Diniz, Giovanna Saad e Michele Pavão
Coordenação de produção: Katiucia Soares, Jucilene Almeida e Thalita Machado
Diretor de Fotografia: Fernando Oliveira
Fotógrafo Still: André Wanderley
Ass. de Still: Felipe Costa
Diretor de Arte: Mariana Cavalcante
Assistente de Direção: Flavia Meszberg e Ana Bianco
Diretor de Produção: Roberto Bellezia
Figurinista: Roberta Tozato
Produtor de Locação: Daniel Fontoura
Produtora de Casting: Carla Chueke
Produtor(a) de Objetos: Isa Maciel
Maquiador(a): Maria de Araújo
Figurinista Ingrid Guimarães: Antônio Frajado
Make e Hair Ingrid Guimarães: Lavoisier
Figurinista Lázaro Ramos: Alex Brollo
Make e Hair Lázaro Ramos: Cláudia da Cruz
Coordenação de Pós-produção: Fábio Abreu
Atendimento Pós-Produção: Claudia Rocha
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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.
A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.
Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.
A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.
A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.
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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.
Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.
Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.
Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.
Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.
Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.
Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.
Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.








