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Laerte vai ilustrar novas sacolas de delivery da Liv Up em celebração ao dia da agricultura

A agricultura familiar movimenta anualmente cerca de R$55 bilhões por ano no Brasil. Uma contribuição significativa realizada por inúmeros nomes desconhecidos que raramente ganham protagonismo no mercado e que anualmente é celebrada no dia da agricultura (17 de outubro). Para celebrar a data, a Liv Up, uma das foodtechs mais proeminentes do país, resolveu tirar alguns desses agricultores do anonimato e convidar uma das mais importantes cartunista do país para contar essas histórias reais cheias de inspiração e contribuição real para a economia.
A partir de 17/10, os consumidores do delivery passaram a receber seus produtos em sacolas ilustradas por Laerte. A primeira delas contará a história de Maria Margarida, uma das pioneiras na produção de orgânicos no Brasil. Uma história de vida simples, de uma mulher que desde criança aprendeu o trabalho no campo e que, por curiosidade e vontade de fazer algo melhor, foi uma das pioneiras na plantação de orgânicos em sua região. Uma ambição simples de fazer a coisa certa do jeito certo. Apaixonada pela natureza e pela sua família, seu sonho é deixar seu sítio para os netos continuarem seu legado.
Além da tirinha, a sacola terá um QR CODE que os clientes poderão escanear para ter acesso a um vídeo com depoimento em primeira pessoa de Maria Margarida. Uma forma de aproximar ainda mais o público da Liv Up com a origem de cada produto que ele está consumindo. “Com isso, queremos agradecer e valorizar esses agricultores. E relembrar e reforçar os valores de agricultura familiar e da alimentação orgânica e saudável. São pilares fundamentais do nosso modelo de negócio, que têm revolucionado o setor de alimentação e a cadeia produtiva, reconectando os consumidores com a comida de verdade de forma prática e saborosa”, explica Stella Brant, CMO da Liv Up.
A agricultura familiar, um dos modelos mais antigos e importantes da economia brasileira, é responsável por grande parte da produção de alimentos que chegam às mesas dos consumidores e além de tudo é responsável por uma enorme geração de empregos e manutenção de hábitos alimentares e culturais. As histórias inspiradoras e cheias de tradições, fazem parte da cultura brasileira e trazem consigo personagens simples, cotidianos, porém cheios de um conhecimento único e ainda pouco comentado, e que agora ganharão vida sob os traços e olhar cuidadosos de Laerte.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







