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Lacta reforça a proximidade das relações em nova campanha

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A Lacta, marca que faz parte do portfólio da Mondelēz International, vem estreitando o relacionamento com o consumidor, enfatizando a irresistibilidade dos produtos e reforçando o seu posicionamento. Com foco nestes objetivos a marca preparou uma campanha robusta para este segundo semestre.

O filme é uma animação criada para envolver o público, de forma lúdica, trazendo a fabricação do chocolate. O objetivo é também reforçar o posicionamento da marca e trazer a percepção de que somos melhores quando estamos juntos de quem queremos bem. A campanha será veiculada em agosto e em setembro na TV aberta (São Paulo, Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre), além dos canais online da marca (Facebook, Instagram, Twitter e Youtube).

O digital não fica de lado, além de conteúdo nas redes sociais, um filtro para o Instagram será lançado na segunda quinzena do mês, mais um reforço na aproximação com o consumidor. Usando a peça, o público poderá fazer selfies com uma barrinha de chocolate animada, que aparece acima da cabeça dos usuários trazendo exemplos de quem a pessoa está sentindo falta nessa quarentena: irmã, amigo, vó, entre outros.

“Nosso posicionamento está sendo ampliado para a cada dia chegarmos mais próximos do consumidor. Através do “Você é o Pedacinho que faltava”, trouxemos a relação entre as pessoas, que mesmo distantes, querem continuar demonstrando cuidado em suas conexões diariamente. Agora, com a chegada da campanha, reforçamos ainda mais o trabalho consistente dos últimos meses: nutrir as relações com pequenos gestos diários de carinho. E aqui agradeço todo time de Lacta por ter conseguido alcançar tanto num prazo tão pequeno”, declara Renata Vieira, Diretora de Chocolates da Mondelēz Brasil.

Esta fase teve início com o lançamento da nova embalagem para o tablete Lacta ao Leite 90g, uma edição limitada, que reforça a demonstração de afeto através do chocolate, com a mensagem “Você é o pedacinho que faltava” estampado no pack. A iniciativa colou em prova um time de 50 colaboradores da Mondelēz Brasil, que mesmo trabalhando à distância, conseguiu no prazo de 45 dias desenvolver o projeto e iniciar a produção. Uma grande conquista, visto que normalmente seriam necessários no mínimo três meses para uma troca de embalagem como esta.

Em uma ação especial para PDV, a Lacta desenvolveu diversas peças em forma de lembrete, para os consumidores não esquecerem de levar um mimo tanto para si mesmo quanto para demonstrar carinho por alguém.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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