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Lacta investe em parcerias com marcas de diversos segmentos para a Páscoa 2021

A Páscoa é uma das épocas mais esperadas e mágicas do ano. Pensando nisso, a Lacta firmou parcerias com players de diversos segmentos a fim de tornar essa celebração ainda mais especial. Além de se associar a marcas como Mattel, McDonald’s, Puket, Imaginarium, Lojas Americanas e Evino, a marca produziu kits diferenciados para diversos perfis de públicos em seu e-commerce, pensando em quem quer marcar o momento com um presente especial.
Outra parceria em 2021 é com o McDonald’s, no lançamento do Mcflurry com ovinhos Lacta, disponível apenas no Méqui 1000 (Av. Paulista, 1811 – Bela Vista, São Paulo – SP). Para ganhar o coração de todos que amam a sobremesa e o chocolate Lacta, o novo item conta com mix de baunilha, cobertura de chocolate e 8 unidades dos deliciosos e cremosos ovinhos de chocolate Lacta ao leite. A criação exclusiva estará disponível na unidade até dia 04/04 ou enquanto durarem os estoques.
Para quem gosta de vinhos, de 19/03 a 04/04, todas as compras realizadas no site da Lacta garantem um cupom de R$ 30 (sem compra mínima atrelada), válido até 31/05 para compras pelo app EVINO. Outro benefício é o cupom corporativo para os clientes da Evino, com 15% de desconto e frete grátis nas compras acima de R$ 99 na Loja Lacta Online.
Outras novidades esse ano são:
– Na Puket, a cada compra acima e R$99 no site da Lacta, o consumidor ganha 15% de desconto nos produtos da Puket, e vice-versa. Outro benefício desta parceria é que na compra de dois pijamas da “Família Coelho”, o cliente recebe uma caixa de Trufas Sortidas (9 unidades).
– Já a Diageo oferece troca de cupons entre The Bar e Lacta.com.br: quem compra no site Lacta tem 15% de desconto no The Bar e quem compra no The Bar, tem 15% de desconto no site Lacta.
– Com a JDE, a cada compra de 100 cápsulas de café Pilão, o consumidor ganha duas Caixas de Trufas Lacta Sortidas (12 unidades).
– Esse ano a Lacta tem também a Imaginarium como parceira pela primeira vez: em compras acima de R$ 250 reais nas lojas da Imaginarium, o cliente ganha um coelhinho inflável recheado com chocolates Lacta; e na compra de produtos de Páscoa da Imaginarium, o cliente ganha dois chocolates Lacta. Todos descontos são válidos durante o período de Páscoa ou até acabarem os estoques.
As parcerias também estão presentes nos kits inéditos lançados no e-commerce este ano. Quem comprar o kit Paixão por Presentear, recebe uma garrafa de Baileys de 50ml. Quem optar pelo kit Um Brinde a Cada Pedacinho, além dos produtos Lacta, receberá também uma garrafa Salton Espumante Moscatel. Também como brinde de outro kit, o Recebidos de Pedacinhos, a Lacta fez uma parceria inédita e diferente de todas as outras em 2021, com o escritor João Doederlein, conhecido nas redes como @akapoeta (www.instagram.com/akapoeta). Ele escreveu a mensagem de três cartões postais com verbetes que definem o que é ser o “ovo-metade” de alguém, conceito da nova campanha de Páscoa da Lacta. Cada verbete tem uma definição diferente e é possível direcionar para a família, par romântico ou amigos. Todos os kits estão disponíveis para compra na loja Lacta Online, em www.lacta.com.br, enquanto durarem os estoques.
“2020 foi o ano em que todo mundo teve que aprender a trabalhar em parceria e aqui na Mondelēz isso está ainda mais forte em 2021. Acreditamos que ao lado de todos nossos parceiros somos capazes de desenvolver soluções cada vez melhores para os nossos negócios e principalmente para os nossos consumidores, e entregar a magia da Páscoa para todo Brasil de diferentes maneiras e atendendo a todas as necessidades”, finaliza Renata.
Outra novidade que facilita a experiência do consumidor é a compra via WhatsApp, que será realizada nos ambientes mobile e web do site, levando o usuário a uma experiência diretamente na plataforma, com perguntas e respostas sobre o processo de compra e uma interação direta para montar seu carrinho. Nessa experiência, as vendas serão direcionadas para vendedores que cubram o raio de SP / Grande SP + RJ / Grande SP + Lojas Americanas (LASA) fora dessas regiões, tendo assim cobertura nacional. Além da interação de venda, esta opção também permite ao consumidor conversar com um bot do Coelhinho da Páscoa, que o ajuda a fechar o pedido e o direciona para finalizar sua compra.
Além disso, este ano, a marca estará presente novamente nos apps de delivery Rappi, James, iFood e Cornershop, sendo possível comprar diretamente com esses parceiros, agilizando a entrega sem sair de casa.
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Britânia lança campanha de Dia dos Pais com inteligência artificial e foco nos momentos do cotidiano

A Britânia acaba de colocar no ar sua campanha nacional de Dia dos Pais 2026 sob o conceito institucional “Para os momentos que importam”. A estratégia de marketing foi desenhada para reforçar que o ato de presentear vai além do valor material do produto, posicionando a marca de eletroportáteis e eletrodomésticos como uma facilitadora de momentos de carinho, cuidado e conexão real nas pequenas rotinas familiares.
A peça central da campanha dá continuidade à narrativa emocional iniciada no Dia das Mães de 2026. Produzido pela GRID Content, o filme publicitário destaca-se pelo uso de inteligência artificial aplicada à pós-produção. Na campanha, a tecnologia foi adotada como um recurso estético e criativo para enriquecer a transição das cenas, mantendo a autenticidade e a sensibilidade das interações cotidianas reais entre pai e filho.
A nova campanha chega ao mercado respaldada pelo excelente desempenho comercial registrado pela Britânia no Dia dos Pais de 2025, período em que a marca alcançou um crescimento expressivo de no tíquete médio de vendas em comparação ao ano anterior. Os resultados financeiros comprovam uma tendência consolidada de consumo de presentes úteis, voltados para a casa e para o preparo de refeições compartilhadas.
A campanha de Dia dos Pais desdobra-se em uma estratégia de comunicação integrada 360 graus. A marca ativará pontos de contato estratégicos que incluem compra de mídia online e offline, forte presença de conteúdo nas redes sociais, ações táticas com influenciadores digitais e assessoria de imprensa corporativa.
Esse movimento integra-se a um plano de expansão institucional que, nos últimos anos, ampliou os investimentos da Britânia em patrocínios de eventos gastronômicos, inserções publicitárias em grandes emissoras de TV aberta e materiais personalizados de merchandising nos pontos de venda (PDV).
Ana Luiza Buffara, vice-presidente da Britânia, ressalta a importância da data para a conexão histórica da marca com a população. “Há 70 anos, a Britânia faz parte da rotina das famílias brasileiras. Nesta data, queremos lembrar que presentear é também uma forma de demonstrar cuidado, carinho e criar memórias. Afinal, são os pequenos momentos compartilhados no dia a dia que realmente fortalecem a relação entre pais e filhos.”
Com o lançamento, a Britânia reafirma sua proposta de valor e aproximação emocional com o consumidor, ofertando um portfólio completo que integra as categorias de cuidados pessoais, cozinha e eletrodomésticos, facilitando as tarefas do lar e liberando tempo para o que realmente importa: a convivência familiar.
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Viés racial em Inteligência Artificial e as falhas de representatividade e os limites éticos do mercado de US$ 617 bilhões

O mercado global de Inteligência Artificial caminha para atingir a marca de US$ 617 bilhões até o final do segundo semestre de 2026, mantendo uma taxa de expansão de ao ano, segundo dados da consultoria alemã Statista. No entanto, diante das mais de 47 mil ferramentas ativas mapeadas pela plataforma “There’s An AI For That” (TAAFT) em setores que vão do recrutamento empresarial à publicidade, desenvolvedores e especialistas acendem um alerta: os vieses raciais e algorítmicos podem comprometer a sustentabilidade e a confiabilidade desse crescimento tecnológico.
O debate ganhou contornos urgentes com a divulgação do documento “Lado Sombrio do Escalonamento de Conjuntos de Dados” no GitHub. O estudo revelou que, em 14 modelos multimodais baseados na arquitetura Vision Transformers (ViT-L) — sistemas que processam texto e imagem simultaneamente —, a probabilidade de uma imagem de um homem negro ou latino ser erroneamente associada ao termo “criminoso” aumentou em até .
Cáren Cruz, CEO da Pittaco Consultoria, especialista em imagem identitária e participante da 9ª temporada do programa Shark Tank Brasil, explica que a atual crise ética da inteligência artificial generativa herda falhas estruturais de tecnologias de análise facial desenvolvidas há quase uma década. “Ainda em 2017, a pesquisadora Joy Buolamwini, do MIT Media Lab, vinha denunciando falhas nos sistemas de visão computacional a partir da sua própria experiência como mulher negra. Em 2018, ao lado de Timnit Gebru, ela publicou o estudo Gender Shades, demonstrando que softwares comerciais de análise facial apresentavam índices de erro drasticamente maiores ao analisar mulheres de pele escura em comparação a homens de pele clara.”
Para Cáren Cruz, a raiz do problema reside na curadoria dos bancos de dados que alimentam os algoritmos de machine learning. Sem uma base de dados que represente a pluralidade humana, a inteligência artificial acaba por reproduzir e automatizar as desigualdades históricas do ambiente analógico. “A tecnologia não nasce neutra. Ela aprende a partir de bancos de dados, imagens, descrições e repertórios que também carregam desigualdades históricas. Se esses dados foram construídos com baixa diversidade racial, a ferramenta tende a reproduzir essas limitações. Quando o sistema altera características fundamentais de uma pessoa negra, está reproduzindo uma lógica histórica em que determinados traços são tratados como algo a ser corrigido ou neutralizado.”
Com mais de 18 anos de atuação no mercado de consultoria identitária corporativa, a CEO da Pittaco defende que a diversidade racial e a precisão técnica em colorimetria devem ser tratadas como prioridades de engenharia pelas big techs. A executiva relembra uma dinâmica de desenvolvimento de produto em que participou de um grupo focal nacional: a metodologia de uma instituição tentou categorizar a pele negra em apenas 6 tons. Trata-se de uma simplificação analítica ineficaz para o mercado de cosméticos, imagem e tecnologia, especialmente no Brasil. “Quem trabalha com imagem sabe que essa redução não abraça a complexidade das peles negras. Não estamos falando de uma única cor ou classificação, mas de um espectro muito amplo, que envolve variações de pigmentação, subtons, luminosidades, contrastes e profundidades cromáticas decorrentes de intensas miscigenações. A inovação verdadeira precisa reconhecer, preservar e respeitar a pluralidade das aparências negras sem apagar, suavizar ou padronizar aquilo que nos identifica.”








