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Lacta e Burger King se unem para comemorar a Páscoa

A Lacta e o Burger King se uniram para celebrar a Páscoa. Os consumidores de São Paulo poderão comprar um combo especial com ovo de Páscoa Sonho de Valsa 277g para comemorar a data, o Combo Pascal. A novidade estará disponível em seis restaurantes BK da capital paulista no dia 9 de abril. As marcas estão prevendo a distribuição de cerca de mil ovos de Páscoa.
Com valor de R$54,90, o Combo Pascal é composto por dois sanduíches vegetarianos, duas batatas, dois refrigerantes e ovo de Páscoa Lacta – as pessoas poderão escolher entre Whopper de Plantas ou Veggie Burger, ou até combinar os dois, fazendo alusão ao costume da data de não consumir proteína animal. Ao longo de toda a semana, as redes sociais de BK e Lacta vão oferecer pistas para que as pessoas possam adivinhar em quais lojas o combo poderá ser encontrado, com a revelação dos endereços no dia 8 de abril, véspera da ação.
“Buscamos estar presentes na vida dos nossos consumidores em diferentes ocasiões de consumo e a parceria deliciosa com o Burger King nos possibilita levar a magia da Páscoa para outros lugares. O propósito de Lacta é sobre a intimidade das relações, sobre com quem você divide seu Lacta e fortalece laços e o Combo Pascal materializa esse propósito, incentivando os consumidores a dividirem não só o ovo de Páscoa, como também os lanches do BK, partilhando um momento especial”, comenta Renata Vieira, Diretora de Marketing de chocolates da Mondelez Brasil.
“A parceria com a Lacta é fruto da nossa busca constante por parceiros que se identifiquem com a nossa marca e que tenham como objetivo oferecer experiências exclusivas para as pessoas. Queremos trazer muito mais sabor, qualidade e momentos de diversão aos nossos consumidores”, diz Juliana Cury, Diretora de Marketing & Inovação da BK Brasil, máster franqueada do Burger King e Popeyes no País.
O Combo Pascal é válido apenas para compras no balcão das seis lojas participantes. Acompanhe o Instagram de @lactaoficial e @burgerkingbrasil para saber onde será possível encontrar o Combo Pascal, a partir do dia 9 de abril.
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








