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Kuat lança “Curta seu sabor, viva seu lugar” para celebrar a pluralidade das culturas regionais do país

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Kuat lança "Curta seu sabor, viva seu lugar" para celebrar a pluralidade das culturas regionais do país
Para celebrar a pluralidade das culturas regionais do Brasil, após quase 10 anos sem comunicação direta com o consumidor, Kuat lança “Curta seu sabor, viva seu lugar”, que irá homenagear as peculiaridades de diversas regiões brasileiras.

“Kuat é uma marca de 23 anos, que sempre foi conhecida como irreverente, jovem e ousada, mas que não se comunica com o consumidor há bastante tempo. Agora, queremos celebrar a pluralidade das culturas regionais brasileiras, que tem tudo a ver com Guaraná, mantendo nosso tom irreverente e divertido”, conta Pedro Abbondanza, Diretor Sênior de Marketing da The Coca-Cola Company.

Criada pela Gana – agência recém-chegada ao mercado com liderança e equipe 100% preta, que tem como proposta trazer visões mais diversas para a publicidade e criar soluções mais conectadas com a realidade dos consumidores -, a campanha usa elementos regionais fortes – como cheiros, gostos, lugares, comidas e músicas – para se conectar com as pessoas de cada região. Trança nagô, cuscuz, viola caipira e Festa de São João são alguns dos temas mencionados na primeira fase do projeto, que homenageia os nove Estados do nordeste brasileiro.

“Esse primeiro movimento da marca não é uma campanha sobre o nordeste, mas uma exaltação sobre nove estados diferentes, cada um com seu gostinho e particularidade. Trouxemos o conceito convidativo: ‘Curta seu sabor. Viva seu lugar’ porque enxergamos e acreditamos nessa pluralidade de viver cada pedacinho desse país”, explica Felipe Silva, CEO da Gana.

Com diferentes elementos da cultura regional, usando uma paleta cromática e uma linguagem gráfica em sintonia com a pluralidade nordestina, Kuat apresenta também versões temáticas de sua embalagem, que foram criadas junto com consumidores da região, homenageando os estados do nordeste. Assinadas pela designer e ilustradora Bel Andrade Lima, a proposta das novas embalagens traz também uma representação dos estados de forma menos óbvia, transmitindo a diversidade e a riqueza do país.

“Kuat queria trazer elementos que fizessem referência ao Brasil, e a regiões específicas do país, começando pelo nordeste. Sem ficar caricato ou estereotipado – a ideia era termos representações honestas que gerassem conexões verdadeiras com os consumidores, de forma que eles pudessem se ver nesses produtos”, conta Bel Andrade Lima.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

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A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.

Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.

A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.

Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.

Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.

O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.

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