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Kraft Heinz apresenta nova VP de People Brasil e LATAM

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Kraft Heinz, gigante alimentícia detentora das marcas Heinz, Quero e Kraft no Brasil, anuncia Flavia Caroni como nova Vice Presidente de People Brasil e LATAM. A executiva, que atuou em 2020 como Head de People Brasil, expande sua atuação para América Latina e visa construir uma agenda positiva de transformação cultural dentro da companhia no novo desafio.

“O ano de 2020 foi muito desafiador. Tivemos que nos adaptar a uma nova rotina, novos protocolos e novas demandas de trabalho e a área de People foi fundamental para essa construção dentro da Kraft Heinz. Todas essas mudanças aceleraram uma transformação cultural que já estava em andamento na companhia, muito apoiada pelo nosso time. Essa mudança de paradigma foi o pontapé inicial para tudo o que estamos construindo enquanto empresa em 2021 no Brasil e na América Latina”, explica a executiva.

Em 2021, a área comandada por Caroni pretende incentivar a cultura colaborativa dentro da empresa e o sentimento de dono, estimulando o DNA Kraft Heinz dentro de cada um, sempre levando em consideração as fortalezas e a motivação pessoal em cada pessoa. Parte importante desse trabalho será o investimento no desenvolvimento das lideranças para que eles capitaneiem as mudanças e desenvolvam os talentos de cada time para a co-construção de uma companhia ainda mais forte.

“Nossas pessoas e nossos talentos são a nossa prioridade e para isso temos o grande desafio de evoluir e nos reinventar constantemente para seguir elevando a excelência de nossas práticas de recursos humanos e de gestão para impactar diretamente os resultados de negócio no curto médio e longo prazo”, finaliza.

Flavia Caroni é formada em administração de empresas, com pós-graduação em gestão de Recursos Humanos pelo Mackenzie e MBA de Gestão de Economia e Negócios pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Desenvolveu sua carreira em Recursos Humanos em multinacionais de bens de consumo como Kimberly Clark Brasil e Whirlpool, atuando em Brasil, Peru e Argentina em posições locais e regionais, com foco em desenvolvimento e performance de talentos, construção de pipeline de liderança, transformação cultural, gestão de crises e mudanças, competividade de remuneração, engajamento, inclusão & diversidade e regionalização.

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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

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A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.

Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.

Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”

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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

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Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?

Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.

A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.

Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.

Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.

A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.

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