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Kibon distribui duas toneladas de sorvete e máscaras de proteção em homenagem aos Garis de SP, RJ e BH

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Cobrindo 100% dos profissionais em operação, mais de 27 mil agentes de limpeza foram beneficiados com a ação que incentivou ainda um movimento de “muito obrigado” nas redes sociais por meio da hashtag #HeróisDasRuas

Para homenagear os profissionais de limpeza urbana que estão na linha de frente nesse momento de isolamento social, Kibon, marca da Unilever Brasil, criou um movimento de reconhecimento ao trabalho dos Garis de todo o Brasil. Seguindo seu propósito de levar felicidade para as pessoas, principalmente nesse momento tão complicado, no último sábado, 30 de maio, mês em que se celebra o Dia do Gari, a marca distribuiu mais de duas toneladas de sorvete para os agentes ambientais das cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Ao todo, mais de 27 mil Garis foram beneficiados com a iniciativa de Kibon que distribuiu ainda máscaras de tecido que celebram os profissionais como “heróis”, cobrindo 100% dos Garis em operação. Todas as máscaras seguem os padrões recomendados pelo Ministério da Saúde, além de conterem instruções sobre manuseio e higienização*.

“Kibon acredita que momentos como o de tomar um sorvete podem deixar nosso dia mais feliz, por isso, com essa homenagem esperamos que os nossos sorvetes tenham adoçado um pouco o dia dos Garis como um pequeno gesto de agradecimento, do nosso coração para o deles”, afirma Cristine Lu, gerente da Kibon.

Entre os sorvetes distribuídos estão alguns favoritos da marca como opções de Magnum, Cornetto e Eskibon. Realizada em parceria com as prefeituras e empresas do serviço de limpeza urbana, a ação aconteceu em diferentes garagens, locais onde os agentes ambientais passam antes e depois de iniciar as atividades. Visando a segurança de todos, diferentes turnos e horários foram contemplados a fim de evitar aglomerações.

Com o objetivo de criar um movimento de agradecimento nas redes sociais, Kibon convidou ainda seus consumidores a manifestarem seu agradecimento ao trabalho dos Garis de todo o Brasil por meio da hashtag #HeróisDasRuas, como explica Cristine. “Convidamos as pessoas para se juntarem a nós nesse movimento de gratidão a esses heróis que tem um papel tão importante na nossa sociedade e por estarem nas ruas por todos nós, nessa crise e em todos os outros dias”.

Enquanto companhia, a Unilever Brasil, dona da marca Kibon, está empenhada em ajudar o país no enfrentamento da COVID-19. Ao todo, a empresa investiu R$ 6 milhões em doações, o que representam 705 toneladas de itens de higiene pessoal, limpeza e alimentos, entregues para pessoas em situação de vulnerabilidade social, lares de idosos e hospitais de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Pernambuco. Além disso, a Unilever também investiu mais de R$ 800 mil na compra de ventiladores respiratórios portáteis que foram doados para as cidades de Pouso Alegre/MG, Aguaí/SP, Valinhos/SP, Vinhedo/SP, Indaiatuba/SP e para o Governo do Estado de Pernambuco.

*As máscaras de tecido não substituem o uso dos equipamentos de proteção individual fornecido pelo empregador aos agentes de limpeza urbana.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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