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KFC convoca Pocah e Maurício Meireles para ação nas redes sociais

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KFC convoca Pocah e Maurício Meireles para ação nas redes sociais
A cantora e ex-BBB, Pocah, e o humorista e apresentador, Maurício Meireles, já começaram a campanha de KFC nas redes sociais, divulgando o Kentucky Chicken Sandwich, lanche que leva o nome da marca famosa pelo seu frango frito, em todo mundo.

Na ação, Maurício vê que a Pocah ganhou um sanduíche com o nome dela e cobra o KFC para fazer o Maurício Chicken Sandwich também, afinal ele já participou de outras ações com a marca e adora o Kentucky. Será que ele vai ter um Kentucky pra chamar de seu?

Junto com eles, mais de 150 influenciadores serão impactados com a ação que visa apresentar e criar experimentação do sanduíche que leva o nome da marca. “Nossa campanha desse ano vai se concentrar nas redes sociais com o apelo de que nosso sanduíche é tão bom que demos o nosso nome pra ele. Queremos que os influenciadores saibam o quanto são especiais e portanto merecem ter também um lanche com seus respectivos nomes”, revela Jeronimo Júnior, diretor-geral do KFC Brasil.

Kentucky, o melhor sanduíche de frango frito é do KFC

Marca faz ação e promoção do lanche que leva seu nome

Originária do estado de Kentucky, nos Estados Unidos , a marca KFC nasceu em 1930 e traz em seu nome – Kentucky Fried Chicken – a cidade de origem de seu fundador, Harland David Sanders, ou Coronel Sanders, como é conhecido o criador da receita de frango que faz sucesso em todo o mundo e é servido para milhões e milhões de pessoas, todos os dias.

Em 2020, a marca lançou o Kentucky Chicken Sandwich, o lanche que representa perfeitamente o que é o KFC, em um mordida (first bite): suculência extrema, crocância inigualável, sabor marcante e ótima qualidade de ingredientes. O Brasil foi o segundo país no mundo a colocar o sanduíche em seu cardápio, depois do Canadá. Estados Unidos e Colômbia vieram na sequência e agora também já oferecem o KCS.

O Kentucky é um sanduíche de 280gr, sendo 140gr só de frango, mas não qualquer frango. É um corte de filé de frango rigorosamente selecionado, especialmente desenvolvido para proporcionar uma melhor absorção dos temperos, intensificando a suculência e o sabor. O frango do KFC é fresco, marinado, empanado e frito diariamente em cada loja, processo que garante as características únicas da marca. A camada extra de crocância é o grande diferencial e o pão brioche tostado na manteiga, os picles e a maionese especial defumada deixam o sanduíche molhadinho e completam a perfeita e equilibrada combinação de texturas, aroma e sabores.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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