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Juliette Freire lança coleção de roupas e acessórios com a C&A

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Juliette Freire lança coleção de roupas e acessórios com a C&A

A C&A, marca inovadora e antenada nas tendências de moda, e Juliette Freire se uniram em uma coleção que reflete a personalidade da nordestina que conquistou uma legião de fãs – ou melhor, cactos – este ano. A parceria que nasceu na casa mais vigiada do país, com a C&A como patrocinadora desta edição e look oficial do programa, ganha novos ares e peças exclusivas com várias versões de uma mesma mulher.

Além da faceta irreverente que já conhecemos, ela também traz seu lado sexy, romântico e divertido para as roupas e acessórios. O fenômeno, que já conta com mais de 30 milhões de seguidores nas redes sociais, viralizou com seus visuais incríveis ao longo dos 100 dias de BBB21. A C&A foi parte fundamental dessa história e esteve junto da Juliette durante toda sua trajetória no reality show: foram usados 25 looks diferentes da marca dentro do confinamento.

Dividindo um DNA alto-astral, leve e colorido, a concretização dessa collab representa os valores e desejos em comum da marca e da paraibana. “A C&A está realizada em firmar essa parceria com a Juliette, uma personalidade que combina tanto com a nossa marca. Nos apaixonamos por ela dentro do BBB, onde começamos nossa relação como look oficial da casa, e celebramos aqui fora esse relacionamento tão desejado por ambas as partes. A coleção reflete o DNA da Juliette e o da C&A, permitindo que as pessoas, assim como ela, se expressem de maneira espontânea e divertida através da moda”, afirma Mariana Moraes, Head de Marketing da C&A.

Com cenários lúdicos que remetem a um dia de sol quente e os mandacarus no sertão e uma noite estrelada tão presentes no cordel nordestino, Juliette posou para as lentes da fotógrafa Bruna Castanheira, apresentando 13 looks diferentes para a campanha da C&A, com beleza assinada por Henrique Martins e styling de André Fillipe.

Coleção: A C&A de Juliette

É impossível pensar na Juliette e não lembrar de seus tops croppeds, corsets, a jardineira jeans e as cores e estampas marcantes de suas roupas. A coleção conta com referências do estilo da paraibana, além de peças-tendência como calça wide leg, conjuntos, camisas e tops com manga bufante.

O mix de produtos da linha também traz moda praia, acessórios de cabeça, bijoux e calçados. A cartela de cores representa o mood da estação e transita entre tons neutros e pastel – tendência atemporal de moda – pink, laranja, vermelho e os clássicos looks em preto.

Os produtos da coleção A C&A de Juliette começam a ser vendidos no site (https://www.cea.com.br) e aplicativo da C&A a partir do dia 17 de junho, com entrega para todo Brasil, e chegam a 30 lojas físicas selecionadas no dia 22 do mesmo mês, reforçando a estratégia da companhia, chamada C&A Fashion Tech, por meio da qual a varejista tem como objetivo ser uma companhia de moda digital, que mais entende a mulher brasileira, com lojas físicas e muita conexão emocional.

Ficha técnica:
Foto: Bruna Castanheira
Beleza: Henrique Martins
Styling: André Fillipe
Direção criativa: Grevilea
Produção executiva: Rita Dias
Direção de vídeo: Ariela Dorf
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

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O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.

O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.

A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.

O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.

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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

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Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.

Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.

O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.

Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.

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