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Juliette é a nova integrante do #TeamGalaxy da Samsung no Brasil

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Juliette é a nova integrante do #TeamGalaxy da Samsung no Brasil

A Samsung anuncia a mais nova integrante do #TeamGalaxy no Brasil: Juliette Freire. A advogada, maquiadora e cantora chega com tudo ao time de influenciadores da Samsung para divulgar os novos smartphones dobráveis da linha Galaxy Z – o Z Fold3 5G* e o Z Flip3 5G*.

 

Depois de conquistar milhões de fãs no começo do ano, essa arretada paraibana recebeu como primeira missão no #TeamGalaxy mostrar para todo o Brasil os versáteis e estilosos novos smartphones dobráveis da Samsung.

“Estamos muito felizes em ter a Juliette como a mais nova integrante do #TeamGalaxy da Samsung. Acreditamos que seu carisma e simpatia serão perfeitos para cativar e engajar ainda mais nossos consumidores em torno dos nossos novos dispositivos dobráveis”, disse Roman Cepeda, vice-presidente de marketing da divisão de dispositivos móveis da Samsung Brasil.

ABRA O NOVO

 

Para apresenta-la, a Samsung preparou um filme em que Juliette aparece narrando momentos marcantes de sua trajetória.

Sob o conceito “Abra o novo”, o vídeo é uma produção Mutato e une todo o aspecto inovador do novo membro da família Galaxy à personalidade e atitude de uma das pessoas mais seguidas nas redes sociais no país.

A campanha destaca Juliette com um Galaxy Z Flip3 5G, o smartphone dobrável para quem gosta de se expressar de forma única.

Na ação, Ju explora fases de sua trajetória até chegar ao encontro do Z Flip3 5G. O novo dobrável da Samsung oferece novas formas de utilizar um smartphone, como registrar momentos sem nem precisar desdobrá-lo e, graças ao Modo Flex1, utilizá-lo de maneira semelhante a um tripé ao deixa-lo parcialmente aberto sobre uma superfície plana.

 

A campanha será veiculada nos canais da Samsung Brasil no Instagram, TikTok, Twitter, Facebook e YouTube.

 

“Buscamos nesse filme ir além do que o público já conhece sobre a Juliette, mostrando esse lado de uma pessoa que sempre se abriu para buscar e experimentar novas coisas em linha com esse caráter inovador que os novos dobráveis da Samsung oferecem para uma audiência ampla e extremamente engajada”, comenta Pedro Menezes, diretor de Criação da Mutato.

Galaxy Z: Challenge no TikTok 

Além do anúncio de Juliette como nova integrante do #TeamGalaxy, a Samsung lança, nesta sexta-feira (10), o challenge #AcordaProNovo, que aterrissa no TikTok com influenciadores que irão convidar a comunidade da plataforma para participarem de um desafio que recria a famosa trend do som do despertador da Samsung.

A ativação irá contar com Juliette, Anitta, Juju Franco e Klara Castanho, influenciadores do #TeamGalaxy, que irão desafiar seus seguidores a mostrarem algo novo em seus vídeos enquanto exploram o toque do despertador.

 

“O desafio #AcordaProNovo é um convite da Samsung, para essa comunidade tão engajada, a participar, compartilhar e surpreender com a sua visão do novo. E ninguém melhor do que nosso #TeamGalaxy para inspirar as várias maneiras de revelar algo novo! Nova make, novo look, nova habilidade? O público escolhe a maneira mais interativa e divertida de se expressar no TikTok”, explica Juliano Fortini, Head de Digital Media & Data da divisão de dispositivos da Samsung do Brasil.

Ficha Técnica – campanhas/ações com filme

 

Título: “Portas”

Agência: Mutato

Cliente/Produto: Samsung / Galaxy Z

coCEOs: Andre Passamani e Eduardo Camargo

Head of Art: Wilson Jr.

Creative Lead: Pedro Menezes

Criação: Carol Freitas, Alexandre Stamm, Felipe Fagundes, JB Junior, Pâmella Moraes, Guilherme Sato

Diretores de Estratégia: Juliana Morganti

Estratégia: Juliana Matsunaga, Izabella Demercian, Vinicius Silvério, Wesley Utrou, Yan Doval

Diretor de Mídia: Felipe Arruda

Mídia: Renata Caovilla, Paola Bastos, Fabiana Marques, Gabriela Gutierres, Beatriz Anjos.

VP de Negócios: Décio Freitas

Diretor(a) de Contas: Camila Ribeiro

Atendimento: Gabriela Gomes, Nayane Torres, Italo Lobo Laura Sena

 

Diretora de Produção Integrada: Lara Kaletrianos

Gerente de Produtora Integrada: Renata Ruas

Produtora Integrada: Carolina Florentino, Ricardo Lemos, João Alfonso

 

PRODUÇÃO

Produtora de vídeo: Santa Transmedia

Direção: Ricardo Mantovanini

Assistente de Direção: Tatiane Klein

Atendimento: Laura Rocha

Assistente de Atendimento: Aimée Regina

Produção Executiva: Renata Munaretto

Coordenação de Produção: Gabriela Carvalho

Assistente de Coordenação de Produção: Jonas Matos

Direção de Fotografia: Fernando Oliveira

Direção de Arte: Jaque Ramieli

Figurino: André Philipe

Beleza: Silvio Giorgio

Manicure: Claudia Luquet

 

Direção de Produção: Victor Ferrari

Assistente de Produção: Juliana Lima

Produtora de Pós-Produção: Liquor

Coordenador de Pós-Produção: Ale Campos

Comp: Gabriela Brandes

3D e motion: Felipe Torquato

Finalização: Maria Paula Kemmer

Edição: Lucas Brasileiro

Color grading: Psycho N’ Look

Fotografia still: Juliana de Matos

Making of: Giulia Peveralli

 

Produtora: Raw Audio

Produção Musical: Fernando Forni, Ricardo Pinda e Rogerinho Pereira

Direção Musical: Hilton Raw

Sound Design e Mixagem: Enrico Maccio e Philip Braunstein

Atendimento: Carol Peternelli

Coordenação: Robério Barbosa

 

Aprovação/cliente: Roman Cepeda, Lucia Bittar, Camila Izabel, Maria Fernanda Baker, Jean Mendes e Juliano Fortini.

 

Marketing de Influência: Spark | Influencer Marketing

Camila Bellini e Tatiana Katibian

 

TIME JULIETTE

Manager: Daniel Trovejani e Deborah Vidjinsky

Produtora: Giulianna Oliter

Publicidade: Luana Domachowski

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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Descompasso estratégico limita o retorno sobre o investimento na Creator Economy brasileira

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A consolidação do marketing de influência como uma das principais forças do branding contemporâneo é incontestável, mas a execução das campanhas ainda esbarra em dores estruturais. No Brasil, embora 94% das corporações reconheçam que parcerias contínuas e de longo prazo com criadores de conteúdo geram retornos mais consistentes, expressivos 70% do mercado ainda concentram suas verbas em ativações puramente táticas e pontuais. Os dados são da Pesquisa ROI & Influência, realizada pela YOUPIX em parceria com a Nielsen.

Este descompasso ganhou contornos mais urgentes após os debates do SXSW 2026. O festival global de inovação chancelou a Creator Economy como uma agenda estratégica de alta liderança e geração de novos negócios, pressionando as marcas a abandonarem os vícios de formatos analógicos de publicidade.

Para Thyago Iasino, diretor de estratégias digitais, canais e conteúdo da HouseCricket, a indústria precisa recalibrar sua visão operacional. “O influenciador deixou de ser mídia. Quem ainda trata creator como espaço publicitário está comprando alcance e abrindo mão do principal ativo dessa relação, que é a confiança construída com a audiência”, pontua o executivo.

Essa transformação é empurrada por uma mudança drástica no comportamento do consumidor. Atualmente, 65% dos internautas brasileiros já efetuaram compras motivados por recomendações nas redes sociais (Opinion Box), ao passo que, na esfera global, o índice de pessoas impactadas por criadores em suas decisões financeiras chega a 86%. O cenário prova que a métrica de sucesso migrou do alcance em massa para a profundidade da conexão.

Um dos grandes consensos do mercado corporativo em 2026 é a transição dos influenciadores de meros canais de distribuição para verdadeiras unidades de negócio independentes. O ecossistema caminha para um modelo onde os creators assumem papéis consultivos, atuando no planejamento de campanhas, na validação de portfólios em laboratórios de inovação e, frequentemente, como sócios e cocriadores de linhas de produtos em regime de joint venture.

Essa sofisticação eleva a régua da cobrança por eficiência. O investimento no setor deixou a gaveta de verbas experimentais de live marketing e passou a exigir um impacto nítido nos principais indicadores de performance (KPIs) das empresas, como custo de aquisição de clientes (CAC), conversão em vendas e ganho de market share.

Apesar do amadurecimento conceitual, a comprovação de dados continua sendo o calcanhar de Aquiles das agências e marcas. De acordo com o relatório Influencer Trends 2026, assinado pela Ogilvy, metade dos profissionais de marketing globais (50%) admite não ter ferramentas ou processos claros para provar o retorno financeiro (ROI) de suas ações com influenciadores. Mais grave ainda: 44% das campanhas rodam sem metas preestabelecidas.

Com o aumento expressivo dos aportes financeiros na Creator Economy, o mercado caminha a passos largos para um cenário de severa cobrança por maturidade profissional. As marcas que saírem na frente serão aquelas que entenderem que o marketing de influência não se resume a um post pago no feed, mas sim a uma construção de reputação a longo prazo, cujo ativo final é a confiança do consumidor.

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