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Juliana Paes interpreta três personagens de novela em nova campanha de Resfenol

O antigripal Resfenol lançou sua nova campanha publicitária “Gripe não precisa ser uma novela”, na segunda-feira , dia 17. Estrelados por Juliana Paes, os filmes trazem a atriz e embaixadora da marca interpretando três personagens típicos de um folhetim brasileiro. De um jeito leve e divertido, cada um dos personagens tem o desafio de combater os sintomas de gripes e resfriados para seguirem suas rotinas diárias.
“A parte mais desafiadora da campanha deste ano foram os roteiros, porque dessa vez temos personagens fictícios. Não era eu, sabe? É como se eu estivesse fazendo uma cena de novela mesmo. Tive a mesma concentração e vontade de deixar crível, para que as pessoas comprem aquela história e acredite naqueles personagens de novela”, contou Juliana Paes, embaixadora da marca há três anos.
Para Karla Vilar, diretora de marketing da Hertz, o sucesso da campanha é fruto da união de um produto de qualidade, com uma marca forte e uma embaixadora que é parceira, consumidora, além de muito competente e querida pelo público. “Os filmes destacam a eficácia e os atributos do produto de forma simples e até mesmo divertida, com o talento e proximidade da Juliana Paes que dialoga muito bem com o público que queremos atingir”, afirma Karla.
Ficha técnica
Anunciante: Hertz Farmacêutica
Filme: Resfenol – O especialista contra os sintomas da gripe
Cliente: Arthur Hertz , Karla Vilar, Roberta Diehl, Caroline Amaral e Gustavo Pranke
Criação: Fábio Bernardi, Gregório Leal, Rafael Dallegrave e Cauã Teixeira
Atendimento: Andrea Monteiro, André Hermes e Mariana Ribeiro
Contratação de Celebridade – Ana Bitencourt/Mood Marketing
Planejamento: Juliana Luderitz
Mídia: Denise Marusiak, Mariana Velloso, Cristiane Dellazeri e Juliana Claro
RTVC: Melissa Bordin
Produção Gráfica: Melissa Bordin e Lori Pintos
Manipulação imagens: Davi Voss
Produtora de vídeo: NomadNation
Atendimento: Sabrina Val
Direção de cena: Caio Abreia
Direção de fotografia (filme): Flávio Zangrandi
Direção de fotografia (fotos): Fernando Young
Stylist : Yan Acioli
Make : Krisna Carvalho e Arthur Lordelo
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







