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Johnnie Walker lança rótulos especiais para o fim do ano

O icônico Johnnie Walker, apresenta novidades com a chegada de Icons, linha inédita e limitada dos prestigiados rótulos da marca. Com o conceito “To the ones who keep walking” (“Para aqueles que continuam caminhando”), que encoraja a celebrar os ícones que contribuem para uma jornada mais leve e inspiradora, a marca propõe que o ato de presentear não seja exclusivo a ocasiões especiais e que esteja incorporado ao dia a dia.
Buscando tornar esses momentos ainda mais interessantes e memoráveis, a partir de novembro será possível adquirir rótulos especiais das garrafas Red, Black, Gold e Blue Label, que terão design único e exclusivo. A marca apostou em garrafas com visual moderno e singular, tendo como inspiração a moda e o lifestyle, enaltecendo o sabor e estilo de cada rótulo. Os líquidos permanecem inalterados.
A partir de dezembro, as edições especiais e limitadas estarão disponíveis no site TheBar, e-commerce oficial da Diageo. Entre os rótulos que compõe a linha, estão Johnnie Walker Red Label, a partir de R$76,90, apresentando sabor vibrante e picante, Johnnie Walker Black Label, intenso e defumado, a partir R$114,90, além das embalagens comemorativas de Johnnie Walker Gold Label, reconhecido pelo tradicional sabor de fruta, baunilha, especiarias e defumação, e do emblemático Johnnie Walker Blue Label, incomparável e exclusivo blend com notas de mel e aroma adocicado. Ambos poderão ser adquiridos a partir de R$224,90 e R$884,90, respectivamente.
Onde encontrar os novos rótulos da Johnnie Walker
Os rótulos também poderão ser encontrados nos principais supermercados do Brasil e nas Pop Up Stores da marca no Shopping Cidade Jardim e no CJ Shops, a partir de 29 de novembro em São Paulo, até esgotarem os estoques. Os consumidores ainda encontram nos dois locais sugestões variadas do portfólio de whisky da companhia em condições exclusivas para os amantes do líquido. A experiência de compra inclui itens personalizáveis com parceiros exclusivos para a data, além de sacola especial para compor o gift pack surpreendente.
Conhecido pela sua história e produção de qualidade, o uísque escocês Johnnie Walker vem ganhando prêmios internacionais desde 1879 e os rótulos limitados estarão disponíveis globalmente neste fim de ano.
“A essência de Icons, traduzida nesses rótulos especiais e inéditos, representa uma forma de materializar o espírito de Johnnie Walker. O Natal é uma das épocas mais festivas e presenteáveis no país e no mundo, e queremos proporcionar a valorização de quem nos inspira a caminhar”, completa Adriana Nogueira, Head de Marketing da Diageo Reserve.
Matéria publicada no portal de notícias AdNews. Se quiser mais informações sobre o mundo da publicidade e do marketing acesse: https://adnews.com.br/
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Minuano investe em mídia exterior em São Paulo, Goiás e Distrito Federal para celebrar 40 anos de marca

Para marcar as celebrações de quatro décadas de atuação no mercado, a Minuano expandiu sua estratégia de comunicação com uma nova frente de mídia out-of-home (OOH). A cobertura abrange os estados de São Paulo, Goiás e o Distrito Federal, visando reforçar o conhecimento de marca e incentivar a conversão de vendas em regiões próximas a estabelecimentos varejistas e atacadistas parceiros.
A veiculação é operada em parceria com a Eletromidia e reúne diferentes formatos de exibição, incluindo mobiliário urbano, telas em elevadores de edifícios residenciais e corporativos, além de circuitos no transporte metroviário. As peças trazem a identidade visual comemorativa de aniversário com a participação da jornalista e apresentadora Fernanda Gentil, embaixadora da marca.
A estratégia busca intensificar a presença nos mercados de maior volume comercial, conectando a mensagem de comunicação ao momento que antecede a decisão de compra nos supermercados e atacarejos. “Celebrar 40 anos é também olhar para o futuro e encontrar novas formas de estar presente na vida dos consumidores. A campanha amplia a presença de Minuano em mercados estratégicos e leva para as ruas a nossa comunicação de aniversário, com a Fernanda Gentil como parte importante dessa construção. Ao combinar a força da marca, a proximidade com o consumidor e uma presença relevante nos territórios onde temos grande amplitude comercial, somada a ações diferenciadas de execução, estimulamos a conexão de Minuano com variadas gerações e seguimos construindo os próximos capítulos dessa história”, afirma Nicole Mandil, diretora de marketing da Flora, indústria detentora da marca.
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Milano Beauty Week evidencia papel da inteligência artificial nas operações e resgata valor do presencial no mercado de beleza

A realização da Milano Beauty Week, entre 16 e 20 de setembro em Milão, ofereceu um panorama das novas diretrizes estratégicas que orientam o setor internacional de beleza. Projetado como um festival cultural e sensorial urbano, o evento serviu de plataforma para analisar a aplicação da tecnologia nas operações industriais, a arquitetura de espaços físicos e as transformações na dinâmica de consumo presencial.
Os debates foram acompanhados por executivos da agência Brand&Stories, especializada em estratégia, neurociência e experiências de marca. Na avaliação da sócia cofundadora e head de estratégia e gestão corporativa, Luciana Andrade, e do sócio e cientista de comportamento humano, Natanael Sena, os movimentos observados na Itália revelam uma separação clara entre a eficiência operacional no ambiente digital e a construção de relacionamento no universo presencial.
O uso de inteligência artificial consolida-se com relevância na análise de dados, na personalização de ofertas, no gerenciamento de estoque e na automação de conteúdo. Em contrapartida, no ponto de contato direto com o público, as marcas priorizam o atendimento consultivo, espaços de convivência e dinâmicas que exigem presença física. “O que vi em Milão é uma escolha consciente sobre onde colocar a tecnologia. Ela entra para resolver escala, repetição e análise, e sai de cena quando o objetivo é criar vínculo. Isso muda a lógica do investimento: não é sobre estar em todos os canais, é sobre decidir quais momentos merecem o custo de uma experiência presencial bem feita”, afirma Luciana Andrade.
A integração entre marcas concorrentes em praça pública foi apontada como um dos diferenciais do modelo europeu em relação às feiras corporativas tradicionais promovidas no Brasil. “Hoje no Brasil, as marcas trabalham seus objetivos de divulgação de forma separada. Cada uma em um evento, ativação ou espaço. Aqui as marcas se unem em um evento a céu aberto o que possibilita proporcionar ao consumidor final uma experiência única sem burocracias, credenciais e ingressos como normalmente acontece nas grandes feiras realizadas no Brasil”, explica Natanael Sena.
A exibição de processos produtivos em formatos didáticos também integrou a programação. “Além disso, as marcas conseguem mostrar ao consumidor final suas novas tecnologias na linha de produção com experiências lúdicas que traduzem todo o processo de forma didática ao consumidor. Não se trata apenas de visitar um stand e sair com uma amostra grátis. Esse processo promove inclusão, conhecimento e envolvimento profundo do público. Quando as empresas se reúnem em prol de um evento de um determinado segmento, ele ganha mais força e movimenta ainda mais a economia do setor e da cidade que ganha o palco do evento”, completa a empresária.
A análise aponta ainda para a importância de curadoria e medição de retorno financeiro. Para os especialistas, concentrar investimentos em ativações focadas gera maior retenção de memória do que pulverizar orçamentos em múltiplos pontos de contato. “Fazer menos e melhor é uma decisão estratégica, não uma limitação. Quando você concentra o investimento em um momento que realmente importa para o público, consegue medir, ajustar e repetir. Quando espalha, você entrega presença e não entrega memória”, declara Luciana Andrade.
Em relação à tropicalização dessas tendências ao ecossistema brasileiro de live marketing, a adequação exige atenção aos custos logísticos, à extensão geográfica e ao perfil cultural do consumidor local. “Copiar formato é o caminho mais rápido para gastar dinheiro sem resultado. O que se transfere é o raciocínio por trás da decisão, não o cenário. A pergunta não é como fazer aquilo aqui, mas qual problema aquilo resolveu lá e qual é o nosso problema equivalente”, conclui Natanael Sena.








