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Johnnie Walker celebra 200 anos de jornada com edições limitadas de rótulos comemorativos

Para celebrar 200 anos de existência, Johnnie Walker, uísque escocês número um do mundo e pertencente ao portfólio da Diageo, líder mundial em bebidas alcoólicas premium, anuncia o lançamento de sete rótulos comemorativos em versões limitadas. Além de edições limitadas comemorativas das garrafas tradicionais dos uísques Johnnie Walker Red Label, Black Label, Gold Label e Blue Label, as novidades contemplam três uísques recém-criados – em versões exclusivas – que representam uma celebração da incrível jornada, do espírito pioneiro e da dedicação à qualidade, que começou em 1820, com o fundador da marca, John Walker.
Criado pela primeira vez em uma humilde mercearia, Johnnie Walker levou o uísque escocês, misto dos quatro cantos da Escócia, aos quatro cantos do mundo. E há 200 anos a marca convida o consumidor a encontrar novas possibilidades, traduzidas no conceito “Keep Walking”, símbolo de progresso e encorajamento e que brinda aos próximos 200 anos de Johnnie Walker, visando um futuro melhor.
Para os icônicos – Johnnie Walker Red Label e Johnnie Walker Black Label – a marca apostou em garrafas com visual moderno tendo como inspiração a moda e o lifestyle. “As embalagens comemorativas trazem a personalidade do destilado para a garrafa, enaltecendo o sabor e estilo de cada rótulo de Johnnie Walker”, conta Juliana Ballarin, Head de Scotch da Diageo.
O sabor vibrante e picante de Johnnie Walker Red Label pode ser ‘sentido’ na nova garrafa com sleeve vermelho e ilustrações em branco. Para Black Label, a garrafa – em tons preto e amarelo – remete à intensidade e ao defumado da bebida. Os líquidos permanecem inalterados. As edições especiais e limitadas de Johnnie Walker Red Label e Black Label, nas versões de 750ml e 1L, já estão disponíveis em pontos de venda de todo o Brasil e no site TheBar .
Entre os meses de setembro e dezembro, as linhas Johnnie Walker Gold Label e Johnnie Walker Blue Label também ganham suas embalagens comemorativas de 200 anos. A garrafa de Gold Label, com design singular e produzida em tons dourados, remete às tradicionais camadas de frutas, baunilha, especiarias e defumação. Já Blue Label traz uma caixa especial e comemorativa com ilustrações que mostram a história da família Walker, prestando homenagem às cidades que fizeram a história da marca nos últimos dois séculos.
Além das embalagens comemorativas, os três novos uísques, criados exclusivamente para celebrar os 200 anos de Johnnie Walker, representam uma nova perspectiva e a maneira perfeita de celebrar esse grande momento para a marca. “Queremos recordar e celebrar o que fizemos até aqui, além de convidar os consumidores a brindarem os próximos 200 anos, por meio de iniciativas e produtos exclusivos e limitados que vão abordar os novos passos da marca e reforçar o propósito Keep Walking”, destaca Amanda Maniero, Gerente de Marca de Whiskies do Portfólio Diageo Reserve.
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IVC reformula auditoria de eventos e passa a oferecer certificação ‘ad hoc’ com desduplicação de dados presenciais e remotos

O Instituto Verificador de Comunicação (IVC) anunciou uma reestruturação em seu serviço de auditoria para o setor de eventos. A partir da mudança, a verificação deixa de figurar como uma categoria fixa de filiação e passa a ser oferecida na modalidade ad hoc para veículos filiados e empresas organizadoras associadas como assinantes. A evolução metodológica abrange a aferição de públicos híbridos (presenciais e virtuais) com desduplicação total de dados.
O serviço atende a diferentes formatos do mercado, incluindo encontros B2B, B2C, feiras técnicas, congressos científicos, simpósios e webinars. A auditoria é estruturada em três eixos principais: controle e validação de acessos de visitantes únicos (cruzando credenciamento, catracas e bilheteria); inteligência de perfil demográfico e cargos decisórios; e certificação documental de expositores, palestras paralelas e ações promocionais. “A medida é parte de uma das principais metas do Instituto de trazer aos decisores de marketing e comunicação dados que possam integrar os pontos de contato da mídia com suas audiências, em uma estratégia de presença cada vez mais omnichannel. Neste sentido, o Instituto pode agregar dados de impresso, websites, newsletters, streaming, eventos e, ocasionalmente, redes sociais”, afirma Pedro Silva, presidente-executivo do IVC.
A contratação do serviço pode ser solicitada via canal oficial do instituto antes do início do evento, com custo fixo de R$ 782,60 por edição, além de despesas operacionais em caso de acompanhamento in loco.
O aperfeiçoamento da metodologia acompanha a expansão econômica do segmento. Dados do Observatório da Indústria/SENAI estimam que a cadeia de eventos no Brasil movimentará mais de R$ 1,5 bilhão até 2035, representando cerca de 5% do PIB nacional. “À medida que o segmento de eventos cresce, aumenta proporcionalmente a demanda de anunciantes e patrocinadores por transparência, com dados precisos de audiência. Desta forma, o IVC transforma números declarados em informações certificadas imprescindíveis para investimentos seguros, tanto da iniciativa privada quanto de órgãos do governo”, destaca Marco Aurélio Souza, gerente de auditoria e projetos de mídia do IVC.
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Pesquisa “Entre Brasis 2026” aponta que campanhas com creators locais geram até 3,5 vezes mais engajamento

Estudo inédito divulgado pelo Hub de Brasilidades — plataforma de inteligência cultural criada pelo Grupo Farol em parceria com a Waví e o BR Data Lab — revela que campanhas publicitárias conduzidas por criadores de conteúdo oriundos da mesma região do público-alvo alcançam taxas de engajamento até 3,5 vezes superiores às de ações com influenciadores externos ao contexto local. Intitulada “Entre Brasis 2026”, a pesquisa analisou o desempenho de campanhas e colheu mais de 2,3 mil respostas de creators de todas as regiões do país cadastrados na plataforma MIS.
Os dados mostram que creators locais obtiveram taxa de engajamento média de 5,45% em ações regionalizadas, ante 1,57% registrado por influenciadores de fora da região. A pesquisa também mensurou o índice de favorabilidade — percepção positiva gerada pela marca —, que foi 7,83 pontos percentuais superior quando a comunicação utilizou vozes com relevância e legitimidade territorial. “Durante muito tempo, a regionalização foi tratada como uma discussão ligada à representatividade. O que observamos é que ela também produz impacto mensurável em indicadores de performance. Em um país tão diverso quanto o Brasil, falar com as pessoas a partir de repertórios locais deixou de ser apenas uma escolha criativa para se tornar uma decisão estratégica de negócio”, analisa Raphael Vignola, presidente do Grupo Farol.
O levantamento aponta um desalinhamento entre o discurso das marcas e a percepção dos produtores de conteúdo: apenas 31% dos entrevistados consideram que marcas de fora de suas regiões compreendem adequadamente a cultura local, enquanto 55% avaliam que seus territórios não são bem representados no ambiente digital. Além disso, mais de 73% relataram incômodos com o uso de estereótipos e a falta de autenticidade nas peças publicitárias.
Na análise sobre frequência de marca, empresas que mantêm presença contínua em pautas regionais geram até seis vezes mais shareability (potencial de compartilhamento espontâneo) do que aquelas que realizam apenas ativações sazonais ou isoladas. “Os dados mostram que a regionalidade não é apenas uma questão de representação, mas um fator que influencia diretamente a conexão entre marcas e pessoas. Fica evidente que a proximidade cultural gera resultados mais consistentes e que ainda existe um descompasso entre a forma como muitos territórios são retratados e a maneira como a população local se enxerga”, pontua Marly Abdalla, sócia da Waví.







