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Jogê: marca de moda íntima celebra tempos de transformação e diversidade

A Jogê, marca brasileira especializada em moda intima feminina, apresenta sua campanha para o verão de 2021. Inspirada no momento atual onde o mundo está sendo impactado e forçado a reflexões frente a tantas mudanças na sociedade, a marca adota os pilares “Observar. Tocar. Despir. Sentir” em toda sua comunicação para a estação. Explorando as transformações profundas no olhar, no perceber, no toque, e no sentido da nossa própria existência e propósitos, a Jogê traduz o
contexto através do mote “Só sei sentir”. O objetivo é abordar as percepções desse período, celebrando com delicadeza o que cada mulher vem percebendo, sentindo e transformando em suas relações em casa, no trabalho, com a família e com os amigos, mas sobretudo consigo mesmas e em sua maneira de se mostrar para o mundo e expressar sua feminilidade.
Buscando retratar um momento sensorial através de imagens, a campanha contou com o insight poético do fotógrafo Gustavo Zylbertajn. O desafio era realizar uma “campanha de lingerie sem
lingerie” que transmitisse esse turbilhão de sentimentos e não focasse apenas nas peças, mas também nas mulheres. Para isso GZY imprimiu em fotografias fragmentos de diversos corpos femininos em pele, com um olhar atento e aproximado nestas sinuosidades em diferentes ângulos. Inspiradas em mulheres reais e diversas, as fotos desejam manifestar nesses detalhes a intimidade sentida de perto com o isolamento, representando tudo que sentimos na pele e simultaneamente transmitindo um olhar de esperança que vislumbre um verão com calmaria, leveza e segurança.
Focando nesse conceito, a campanha apresenta quatro mulheres, Valentine, Aurora, Cora e Greta, vivenciando 4 momentos com elas mesmas. Momentos que se expandem com a chegada do verão, com a luz entrando pela janela, com o desejo de um novo horizonte. O primeiro momento é o Observar – diz sobre se olhar e se sentir dentro de si e do espelho. O segundo, Tocar – diz sobre quando sentimos de fato o nosso corpo e a lembranças de acolhimento e prazer, é acolher-se num auto abraço. O terceiro, Despir – diz sobre a nossa liberdade e prazer de ser quem e como somos, despir-se é ter intimidade com suas próprias verdades. O quarto e último: Sentir resume todo esse processo – observar, tocar e despir – quando percebemos toda relação sensorial das lingeries com a personalidade e engajamos no etéreo bem estar.
100% brasileira e composta 93% por mulheres, a label está no mercado há 53 anos e nos últimos cinco trouxe como missão ressaltar cada vez mais esses momentos com nós mesmas, além de exaltar a mensagem de que “somos muitas e somos únicas”. Celebrar essa diversidade com respeito e delicadeza tornou-se um dos principais objetivos em suas coleções, campanhas e lojas, posicionando-se cada vez mais como uma marca plural que preza pelo bem estar e conforto de todas as mulheres. Endossando seu comprometimento com o pilar de diversidade, a Jogê possui um compromisso formal assinado com a ONU (Organização das Nações Unidas) – “Livres & Iguais”, assinado por apenas 155 empresas no mundo e 24 no Brasil. O intuito do tratado é propagar políticas inclusivas no combate à LGBTQIfobia.
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Fenômeno de receitas virais impulsiona buscas no Google e estimula empreendedorismo na confeitaria e eletros domésticos

O surgimento de tendências gastronômicas em redes sociais tem encurtado de forma acelerada o caminho entre a visualização de conteúdos digitais e o preparo em casa. Casos recentes como o “morango cravejado” — cujas buscas saltaram 1.460% em uma semana, acumulando milhares de publicações no TikTok e Instagram e um aumento de até 350 vezes em pedidos no iFood — ilustram um comportamento do consumidor focado na reprodução imediata de receitas.
O ranking das preparações mais buscadas no Google Brasil em 2025 confirma a influência dos conteúdos curtos e da praticidade: o “morango do amor” liderou as pesquisas, seguido pelo biscoito do Round 6 e o ovo de Páscoa caseiro. A tecnologia doméstica também figura no centro desse consumo, com a air fryer presente em seis das dez receitas mais procuradas na plataforma.
Paralelamente ao uso recreativo, a cozinha residencial tem se consolidado como ponto de partida para pequenos negócios. Dados do Observatório do Sebrae apontam que o setor de fabricação de produtos de padaria e confeitaria contava com 201.940 empresas ativas em 2025, das quais 92,7% das novas aberturas corresponderam a Microempreendedores Individuais (MEIs). O segmento apresenta expressiva participação feminina, que representa 61,4% da força de trabalho.
Acompanhando a demanda por maior volume de produção e precisão, marcas de eletroportáteis reforçam seus portfólios com equipamentos de alta capacidade. A Britânia destaca linhas como a Batedeira Planetária BBP90A (900W de potência e tigela de 5 litros), o Liquidificador BLQ14A (1400W e jarra de vidro) e a Fritadeira Air Fryer Oven BAF16B (2.000W de potência, painel digital e 16 litros de capacidade). “As receitas que viralizam mostram que o consumidor quer experimentar, e o produto eletrodoméstico ideal ajuda a transformar essa vontade em um excelente resultado, com mais praticidade, facilidade e qualidade, tanto para quem cozinha por prazer quanto para quem está começando a empreender”, destaca Maria Cristina da Matta Silva, vice-presidente comercial da Britânia.
O movimento consolida a convergência entre entretenimento digital, hábitos alimentares e o fortalecimento da renda autônoma por meio da gastronomia artesanal.
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Pesquisa revela que 39% dos brasileiros preferem ver anúncios curtos para liberar notícias protegidas por ‘paywall’

Uma pesquisa inédita realizada com leitores no Brasil apontou que 39% dos consumidores aceitariam assistir a um anúncio em formato curto para acessar reportagens restritas por paywall, enquanto apenas 8% demonstraram disposição para contratar uma assinatura paga. O levantamento, encomendado pela adtech Fusify (integrante do ecossistema Membrana Media), reflete a busca de veículos de comunicação por modelos alternativos e sustentáveis de monetização digital.
Os dados dialogam com as conclusões do Digital News Report 2026, do Instituto Reuters, que indicou que apenas 15% dos brasileiros pagam por notícias online — uma retratação de cinco pontos percentuais em comparação a 2023. O estudo da Fusify, realizado com 814 pessoas maiores de 18 anos em todo o país, também revelou o comportamento do público diante de bloqueios rígidos de conteúdo: ao encontrarem um paywall tradicional, 27% buscam a mesma informação em sites gratuitos e 15% recorrem às redes sociais (como Instagram e TikTok) ou aplicativos de mensagem.
Para responder a essa migração de audiência, a Membrana desenvolveu o AdWall, ferramenta alimentada pela demanda publicitária da Fusify. A solução permite ao leitor liberar o acesso ao texto em troca da visualização de uma peça publicitária curta (vídeo, banner ou animação), gerando receita para os publishers sem exigir desembolso financeiro direto do usuário.
“Em um país onde apenas 15% dos leitores pagam por conteúdo online, os paywalls tradicionais acabam, inadvertidamente, excluindo a grande maioria da população do acesso ao jornalismo de qualidade. A questão para os veículos já não é simplesmente se os leitores vão pagar por notícias, mas sim como construir modelos sustentáveis que reflitam a maneira como as pessoas realmente consomem conteúdo digital. Nossa pesquisa sugere que há demanda por alternativas ao modelo ‘pague ou saia’. O AdWall é uma forma de ponte para essa lacuna”, explica Daniela Benoit, head de vendas da Fusify Brasil.
A proposta do formato visa atuar de forma complementar aos modelos tradicionais de assinatura, retendo leitores em ambientes editoriais consolidados e oferecendo aos anunciantes um canal direto de impacto em audiências qualificadas.








