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J&F e Canal Rural lançam produtora de conteúdo multiplataforma

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J&F e Canal Rural lançam produtora de conteúdo multiplataforma
DNA Content é o nome da nova produtora de conteúdo da J&F. A plataforma nasceu dentro da infraestrutura do Canal Rural e oferece soluções multiplataformas sob medida para clientes de diferentes áreas. Vídeos publicitários e institucionais, programas de TV, documentários, lives e webinars, podcasts, peças para redes sociais e eventos digitais são alguns dos serviços prestados pela empresa, que oferece curadoria completa e personalizada para cada projeto.

Funcionando, desde o ano passado para alguns clientes, a DNA Content acumula cases de sucesso. Entre as marcas atendidas estão Mercedes-Benz, Toyota, Volkswagen, Mitsubishi, Ihara, John Deere, JBS, Bayer, Banco Original, PicPay, Basf, AproSoja, Flora, Corteva, Instituto Germinare, GrazMec, Nutren, Seara, Swift, Sicred, Syngenta, Tio João, Uboi, entre outras.

“A nossa estratégia é desenvolver conteúdo para conectar marcas e seus mais diversos públicos. Queremos promover essa troca de pensamento ao entregar soluções multiplataformas para clientes de todos os segmentos e de todos os tamanhos. Nossa oferta inclui um universo de possibilidades com a garantia de entrega de uma empresa multinacional e com mais de 25 anos de atuação no mercado audiovisual”, explica Jaqueline Silva, diretora de Produção de Conteúdo e Programação do Canal Rural e DNA Content.

Tendo como origem o Canal Rural, a DNA Content conta com infraestrutura tecnológica completa para produzir projetos de altíssima qualidade nos mais variados formatos. No total, a produtora possui quatro estúdios, dez cenários de programas, um LAB para criação de novos formatos e podcasts, dois switchers broadcast, dois switchers para streaming, ilhas de edição, finalização e sonorização. “Mais do que proporcionar uma experiência positiva, queremos ser parte da evolução das marcas. Trabalhamos com captação de vídeo em 4k e drones de alta performance. Fazemos desde programas via satélite até eventos digitais com total infraestrutura. Estamos no ar 24 horas por dia”, enfatiza Jaqueline.

Cases de sucesso – Com mais de um ano de funcionamento, já foram atendidos mais de 30 clientes e 54 projetos realizados. Dentre eles, vale destacar a Fazenda do Futuro (do inglês Future Farming), projeto feito para a empresa John Deere. A fazenda-modelo, localizada no município de Tupaciguara (MG), é considerada uma das tecnológicas do Brasil e tem o objetivo de mostrar como a tecnologia pode impulsionar a produtividade, tudo isso de forma simples e com linguagem acessível para todos os produtores.

Outros exemplos de projetos desenvolvidos pela plataforma aconteceram no programa “De Bem com a Comida”. Lançado no ano passado, o programa gastronômico de TV, totalmente multiplataforma, com transmissões no YouTube e conteúdos exclusivos no site oficial e redes sociais, já promoveu uma série de projetos de branding envolvendo marcas como Seara, Swift e Tio João.

“A DNA Content é uma solução feita sob medida para evidenciar o trabalho das marcas. Por meio dela, oferecemos projetos exclusivos e que promovam um diálogo direto com os consumidores dentro dos nossos canais e fora deles. Nossa intenção é gerar o engajamento ideal e concretizar ideias ultrapassando os limites entre a sua empresa e o público”, explica Renato Siniscalco, diretor Comercial e Marketing.

A produtora do grupo J&F também oferece soluções em audiovisual e animações. Como é o caso do tutorial realizado para o PicPay Empresas. De forma simples, a produção dá o passo a passo de como vender por meio do aplicativo. Outro destaque da empresa foi a construção de branding para a Volkswagen, com comerciais salientando a força e estabilidade da Amarok V6.

Para Julio Cargnino, presidente do Canal Rural e da DNA Content, o lançamento da produtora amplia a estratégia de negócio da emissora e expansão do portfólio de serviços. “A produtora já nasce com o conteúdo no seu DNA. E em tão pouco tempo já conquistou clientes de diversos setores, atendendo a demandas diferentes. Com a estrutura tecnológica de dois canais de TV e do maior grupo privado do Brasil, a J&F, a DNA Content está pronta para atender a sua demanda na construção de conteúdo”, enfatiza Cargnino.

Acompanhe a DNA Content nas redes sociais:

YouTube: @dnacontent

Linkedin: @dna-content

Instagram: @ dnacontent

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Bets trocam camisas pelo streaming e redefinem a estratégia de marketing esportivo na Copa de 2026

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O Brasileirão Série A de 2026 estreou com uma ausência visível no peito das camisas. Apenas 12 dos 20 clubes da elite entraram na temporada com uma casa de apostas como patrocinadora máster, queda de 33% em relação a 2025, quando 18 equipes tinham acordos desse tipo. Vasco, Grêmio, Internacional, Bahia e Santos figuram entre os times que chegaram ao início do campeonato sem um novo contrato fechado no espaço de maior visibilidade do uniforme.

A retração nos gramados, porém, não traduziu recuo de investimento. Traduziu redirecionamento. O capital que saiu das camisas encontrou outro destino no futebol: as transmissões digitais da Copa do Mundo de 2026, com início previsto para 11 de junho no Estádio Azteca, na Cidade do México.

A CazéTV e o YouTube garantiram os direitos de transmissão de todas as 104 partidas do torneio e fecharam contratos de patrocínio que somam aproximadamente R$ 2 bilhões, com cada cota máster vendida por R$ 185 milhões. Ao todo, 11 marcas confirmaram presença nas transmissões, entre elas Ambev, Coca-Cola, iFood, Mercado Livre e Vivo.

Entre os patrocinadores confirmados está a KTO, que formalizou parceria com o canal de Casimiro Miguel para estar presente em todas as partidas do torneio no YouTube. Andreas Müller, diretor de Marca e Comunicação da KTO Brasil, definiu a lógica da aposta. Segundo ele, o patrocínio das transmissões da Copa abre uma janela para a plataforma interagir com quem acompanha o futebol e potencializar a emoção de uma competição que, em suas palavras, “promete ser a mais digital da história”.

O marketing digital se tornou essencial para o setor de apostas no Brasil, tema debatido por líderes do segmento no BiS SiGMA Américas em 2024.

O movimento não é casual: o futebol responde por 85,1% das bets registradas na plataforma da KTO, segundo pesquisa da própria operadora, o que torna o Mundial um ponto de convergência natural entre audiência e público apostador. Estar nas transmissões da Copa significa estar no maior evento do esporte que já domina o negócio.

A CazéTV construiu uma audiência sólida ao longo de eventos esportivos recentes. Durante o Mundial de Clubes FIFA 2025, o canal registrou bilhões de visualizações. O novo torneio, com 48 seleções e 104 partidas disputadas em três países, eleva a escala e a duração da janela publicitária a patamares sem precedente para uma plataforma de streaming.

Para o mercado de marketing esportivo, o movimento sinaliza uma revisão das métricas de alcance. Um uniforme garante presença em cada frame da cobertura televisiva de um clube durante o campeonato, mas segmenta a audiência por torcida. Uma cota de transmissão do Mundial posiciona a marca diante de qualquer torcedor, de qualquer time, durante 40 dias de competição ininterrupta.

O recuo nos uniformes também coincide com um momento de seleção mais criteriosa no setor. O maior contrato ativo da Série A continua sendo o do Flamengo com a Betano, estimado em R$ 268 milhões anuais com vínculo até 2028. Os acordos que permaneceram são robustos; os que não foram renovados apontam para marcas que preferiram avaliar outras rotas antes de comprometer orçamento em renovações de longa duração.

O formato da Copa de 2026 amplia o fenômeno. A abertura acontece em 11 de junho, no Estádio Azteca, com a decisão marcada para 19 de julho, no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A cobertura gratuita no YouTube, acessível por celular, computador e smart TV, projeta um volume de visualizações que nenhum canal de TV aberta pode replicar sozinho na plataforma que consolidou uma nova geração de audiência esportiva no Brasil.

Para as marcas que apostaram nas transmissões digitais, a Copa de 2026 representa o primeiro teste em escala máxima desse modelo de patrocínio. O resultado devbe orientar os próximos ciclos de negociação no mercado esportivo brasileiro e, provavelmente, redefinir o peso relativo entre uniforme e streaming nas estratégias de quem precisa chegar ao torcedor onde ele está.

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2a1 Cenografia une engenharia e inteligência cenográfica para estruturar a Casa Warner em Brasília

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No mercado de live marketing e entretenimento, a transição de um conceito criativo para uma estrutura física de grande porte é frequentemente vista como um ato puramente intuitivo. No entanto, para a 2a1 Cenografia, empresa referência no setor com mais de 27 anos de experiência e responsável por grandes produções na América Latina e nos Estados Unidos, essa transformação é o resultado de um rigoroso processo de engenharia, estratégia de fluxo e viabilidade técnica.

A empresa defende que o sucesso de uma ativação não depende apenas da estética, mas de uma metodologia que garanta que a ideia original sobreviva à execução física sem perder sua essência. O exemplo mais recente desse rigor metodológico pode ser conferido pelo público na edição da Casa Warner em Brasília, onde universos icônicos do entretenimento ganham vida através de cenários detalhados e interativos.

Para a 2a1, transformar ideias em experiências físicas exige uma visão 360º que vai muito além do design. Envolve entender o comportamento do visitante, a durabilidade dos materiais e a logística de montagem em tempo recorde. Cada decisão, do posicionamento de uma luz à textura de uma parede, é baseada em dados e objetivos de marca. “Muitas pessoas acreditam que criar uma experiência como a Casa Warner é um processo puramente artístico, movido pela inspiração. Na realidade, é o oposto: é um processo altamente estruturado, composto por decisões estratégicas e técnicas. Para que uma ideia se torne uma experiência física de impacto, precisamos traduzir o lúdico para a engenharia. Se não houver estratégia por trás da criatividade, o projeto é apenas um cenário; conosco, ele se torna uma jornada emocional e funcional para o público”, afirma Danielle Paulino, CCO da 2a1.

A exposição, realizada em parceria com a Warner Bros. Discovery Global Experiences (WBDGE) e instalada no ParkShopping Brasília, serve como o laboratório perfeito para demonstrar essa filosofia de trabalho. Ao transpor franquias globais para o espaço físico, a 2a1 aplicou inteligência cenográfica para garantir que o fã se sinta, de fato, dentro de seus filmes e séries favoritos.

A precisão na execução garante que a escala, as cores e a interatividade funcionem de forma orgânica, suportando o alto fluxo de visitantes diários e consolidando o espaço como um case de sucesso em brand experience e engenharia de entretenimento.

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