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JCDecaux reestrutura área comercial no Brasil

A JCDecaux, líder mundial em Out Of Home, anuncia reestruturação na área comercial da multinacional no Brasil. Adroaldo Gomes foi promovido a Head Comercial, Denise Ribeiro assume como Gerente Comercial e Kika Santos, contratada recentemente, é a nova gerente de conta do time.
“Os profissionais possuem experiência reconhecida no mercado e amplo conhecimento nos produtos da JCDecaux, por isso, enxergamos as mudanças como primordiais para aperfeiçoar ainda mais o atendimento aos nossos clientes e aprofundar a transformação digital que a empresa vem implementando”, destaca Heitor Pontes, Diretor Comercial e Marketing da JCDecaux Brasil.
Em seus novos cargos, os profissionais também serão responsáveis por aprimorar e assegurar a operação do time comercial, que atualmente conta com executivos de atendimento alocados na sede em São Paulo e em mais nove estados pelo Brasil. Atualmente, a JCDecaux está presente por meio de seu mobiliário urbano em 10 estados brasileiros e nos Aeroportos de Guarulhos e de Brasília, primeiro e segundo aeroportos em fluxo de passageiros do País, respectivamente.
Com 18 anos no mercado publicitário e há oito atuando na JCDecaux, Adroaldo Gomes terá ao seu lado a Head Comercial, Isabel Borba, com quem dividirá o mercado de São Paulo. “Me sinto honrado por assumir essa posição na maior empresa de Out Of Home do mundo e por poder gerir uma equipe conhecida pela excelência. Juntos aos demais departamentos, queremos potencializar as entregas das soluções em OOH aos nossos anunciantes, principalmente nesse momento em que a mídia Out Of Home exerce o papel de reconectar marcas com o público nas ruas”, afirma o novo Head Comercial..
A nova gerente comercial que assume o lugar deixado por Adroaldo Gomes, Denise Ribeiro, está na JCDecaux há mais de três anos e possui passagens em importantes empresas de comunicação como Disney, O Estado de S. Paulo, Rádio Eldorado, em seus mais de 20 anos de mercado publicitário. A recém contratada da empresa, Kika Santos, atua na área há mais de 15 anos com passagem pelas agências DM9, B.Ferraz,GEO Eventos, Spark e na área comercial da Otima.
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Ever Trade Marketing cria conselho consultivo e anuncia Michelle Tsufa para acelerar governança e inovação

A Ever Trade Marketing, um dos principais nomes em execução e inteligência para o ponto de venda no país, acaba de dar um passo estratégico para consolidar suas estruturas de governança e acelerar seus planos de expansão. A companhia anunciou a chegada de Michelle Tsufa como presidente do conselho consultivo e presidente do comitê de estratégia da organização. Com a bagagem de quem liderou grandes operações em multinacionais de bens de consumo, varejo e desenvolvimento de marcas, a executiva assume o papel de capitanear o novo ciclo de crescimento corporativo, com foco em inovação, desenvolvimento de lideranças, relações institucionais com clientes e abertura de novas frentes de negócios.
Com mais de duas décadas de atuação no mercado, a profissional acumula posições de liderança em áreas críticas como marketing, trade marketing, comercial, digital e execução em campo. Em seu histórico profissional, figuram passagens de destaque por indústrias de alta complexidade operacional, como Souza Cruz, Schincariol/Heineken, Nestlé, Coca-Cola FEMSA, Reckitt, Stanley 1913, Farmax/Sanavita e BRAÉ.
Para Michelle Tsufa, a nova função representa a oportunidade de aplicar essa visão holística do mercado para impulsionar a agência. “A Ever ocupa uma posição estratégica dentro do ecossistema de varejo e indústria. Ao longo da minha trajetória, vivi os desafios de quem está do lado do cliente, liderando áreas de vendas, trade marketing e execução. Chego com o propósito de contribuir para a evolução da companhia, apoiando a construção de estratégias de longo prazo, o desenvolvimento das lideranças e a identificação de novas oportunidades de crescimento.”
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Bruno Salles lança livro sobre os desafios da maturidade digital e da escalabilidade de produtos

Em um cenário corporativo no qual as organizações direcionam aportes financeiros crescentes para soluções de inteligência artificial, engenharia de dados e automação de processos, uma lacuna analítica desafia CEOs e diretores de mercado: por que tantas iniciativas de transformação digital falham em pavimentar um crescimento sustentável para as companhias?
Foi a partir dessa provocação central para a perenidade dos negócios que Bruno Salles, CPTO (Chief Product & Technology Officer) da Accesstage — fintech especializada em infraestrutura tecnológica para gestão financeira e Open Finance —, desenvolveu o livro “Código não é Produto – Como a tecnologia e os novos produtos criam crescimento real para as empresas”.
A obra aborda as principais dores e gargalos enfrentados por organizações tradicionais e nativas digitais na estruturação de ativos tecnológicos que equilibrem valor percebido pelo cliente e retorno financeiro para os acionistas.
Ao longo dos capítulos, o autor defende a tese de que o diferencial competitivo das corporações migrou da posse isolada da tecnologia para a competência de orquestrar, sob a mesma diretriz, as frentes de produto, experiência do cliente (CX), eficiência operacional e estratégias de growth marketing. “Ter uma equipe de desenvolvimento eficiente não significa, necessariamente, construir um produto de sucesso. Código é apenas uma parte da equação. Produto é resultado da compreensão profunda das necessidades do cliente, da capacidade de execução e da geração contínua de valor”, pondera Bruno Salles.
Um dos pontos altos da publicação reside na crítica cirúrgica às empresas que operam “projetos disfarçados de produtos”. Salles detalha como o vício corporativo de aceitar customizações excessivas para atender demandas isoladas de clientes sabota a escalabilidade técnica, criando códigos proprietários complexos que oneram as margens de lucro, comprometem a eficiência da engenharia e travam a expansão sustentável da marca.
A publicação encerra com uma reflexão sobre as novas competências da liderança em ecossistemas orientados por dados e IA, lembrando que a inovação disruptiva está associada à cultura organizacional e ao alinhamento estratégico, e não à mera aquisição de novas ferramentas digitais.








