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Ivete Sangalo protagoniza novo comercial da Piracanjuba

“Deu match!” Esse estrangeirismo nunca foi tão real quanto a parceria Piracanjuba e Ivete Sangalo. Iniciada em 2019, quando a cantora se tornou embaixadora da marca, ambas possuem valores em comum, assim como a trajetória de crescimento e o sucesso. É essa história, chamada de “Razão de Ser”, que os telespectadores acompanharão nos próximos meses, nas principais emissoras de televisão, e nos perfis oficiais da marca, nas redes sociais. O lançamento oficial aconteceu no último domingo, dia 16, durante programação diária da TV Globo, SBT, Band e Rede Record.
“A escolha da Ivete Sangalo para protagonizar mais uma campanha institucional da Piracanjuba foi um caminho natural. Isso porque, no comercial “Razão de Ser”, além de reforçar os atributos e os valores em comum, mostramos que o respeito, a transparência e a vontade de evoluir sempre, é mais do que fazer. É gostar de fazer”, explica a gerente de marketing, Lisiane Guimarães Campos.
O novo comercial apresenta a embaixadora da marca em uma sala de cinema vendo imagens da sua jornada como artista, assistindo sua evolução desde o começo até o estrelato. Paralelo a essa memória, que apresenta cenas dos 30 anos de carreira da Ivete, ela comenta a importância de conhecer e confiar nas marcas e nos históricos. A propaganda é assinada pela agência Goodbrands Comunicação.
Ficha técnica
Cliente: Piracanjuba
Título: Razão de Ser
Produto: Institucional
Produtora: SENTIMENTAL FILME
Agência: Goodbrands Comunicação
Diretor de Criação: Ricardo Furriel
Criação: Renato Domingos e José Celso
Coordenação Geral: Cleide Tomaz
Atendimento: Juliana Lopes
Cliente Marketing: Lisiane Campos
Direção de Cena: Mau e Lu
Produção Executiva: Marcos Araújo
Diretora Operacional e de Atendimento: Renata Pimenta
Atendimento: Wander Damiani e Wanda Tigre
Head de Produção: Renata Picheco
Coordenação de Produção: Chélide Teixeira
Diretor Fotografia: Flavio Zangrandi
Diretor de Arte: Thiago Bastos
Coordenação de pós-produção: Anita Nadai
Atendimento pós-produção: Thaiz Rosalino
Montador: Marcio Canella
Color: Ely Silva
Produtora de Som: Lua Nova
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.
Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.
“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.
A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.
O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.
“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.








