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Ivete Sangalo faz releitura do sucesso “Sorte Grande” para Britânia

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Ivete Sangalo faz releitura do sucesso "Sorte Grande" para Britânia

A Britânia, uma das principais produtoras de eletroportáteis e eletroeletrônicos do Brasil, completou 65 anos e em comemoração, lançou a campanha Britaniar, que agora ganha o seu segundo desdobramento. Garota-propaganda da marca, a musa Ivete Sangalo acaba de lançar uma releitura do seu sucesso “Sorte Grande” para a Britânia. Parte da celebração, o jingle tem o intuito de propagar a campanha Britaniar, que eleva o nome da marca e o transforma em “verbo” a fim de pontuar toda praticidade que os produtos trazem para o consumidor.

A campanha será veiculada em São Paulo na Kiss FM, CBN FM e Transamérica CNN. Esta última, também no Rio de Janeiro e Curitiba. Em terras cariocas, ainda nas rádios Mix FM e CBN FM. Em Porto Alegre, na Atlântida FM e Jovem Pan FM, que também veicula a campanha em Florianópolis. Por fim, em Curitiba nas rádios Ouro Verde FM e BandNews.

“Já estamos na maioria dos lares brasileiros e para amplificar essa relação contamos não só com a Ivete, mas com sua música, ambos retratos da energia do País. Quer a melhor forma de se conectar e se aproximar do público brasileiro?”, complementa Cristiane Clausen, Diretora Geral da Britânia.

FICHA TÉCNICA JINGLE BRITANIAR
Título: Jingle Britaniar
Anunciante: Britânia
Agência: Grey Brasil
CEO: Luciana Rodrigues
ECD: João Caetano Brasil
MD: Maria Pirajá
Direção de Criação: Rafael Miranda
Atendimento: Fernanda Peixe, Monique Barrios, Sofia Seligman
Estratégia: Mariana Pagano, Graziela Rovito e Eriadne Miranda
Mídia: Caroline Gayo, Beatriz Sá, Tiago Silva, Barbara Lagroteria e Julia Gomes
RTV: Ricardo Magozo, Rodrigo Giammarino, Mariana Golpian, Fabio Reitzfeld, Stephanie Modesto e Laura Cruz
Produtora de Som: Loud +
Finalização: Equipe LOUD
Atendimento: Priscila Miranda, Karina Amabile e Jin Park
Coordenação: Rafael Silvestrini, Lara Fratucelli, Ingrid Mabelle, Leticia Nunes
Produtor Musical: Radames Venancio
Intérprete: Ivete Sangalo
Aprovação cliente: Cristiane Clausen, Fernanda Duba e Mariana Therezio
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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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