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Itaipava firma parceria com a Chilli Beans e lança óculos com abridor de cerveja

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A Itaipava, a cerveja que pertence ao Grupo Petrópolis, apresenta mais uma novidade pensada especialmente aos consumidores para o carnaval: óculos com abridor de garrafa nas hastes. A coleção é exclusiva e começa a ser vendida em fevereiro em todo o país. Para contar essa história alinhada com o reposicionamento, a marca traz um ensaio assinado pelo fotógrafo e diretor Rodrigo Maltchique,.

Para Danielle Bibas, vice-presidente de marketing do Grupo Petrópolis, “essa parceria reúne duas marcas brasileiras que retratam perfeitamente a estação do ano, que é a cara de Itaipava: o verão. Essa collab surge em um momento muito especial para a marca, que vem ampliando sua comunicação com o público, trazendo agora uma nova experiência de consumo para o brasileiro. Os óculos estão lindos, são um acessório indispensável no verão, assim como os abridores de garrafa. Unimos o melhor dos dois mundos”, comenta.

Segundo Caito Maia, fundador da Chilli Beans, o verão é o momento ideal para unir duas marcas que representam brasilidade, jovialidade e inovação. “Quisemos colocar um pouquinho de pimenta na cerveja que é a cara do verão! Dessa forma, lançamos um produto diferenciado que combina estilo, proteção e versatilidade, para facilitar a vida dos mestres cervejeiros, ou simplesmente de quem vai pular o carnaval nas ruas de todo o país”, comenta.

A parceria entre a marca de cerveja e a rede especializada se dá por meio de uma ação criativa assinada pela WMcCann. “O projeto da Itaipava com a Chilli Beans veio do desejo de expandir o público da cerveja, abrindo espaço da marca em outros territórios. Trabalhamos ponto a ponto dessa parceria para que o resultado fosse atingido e alinhado aos desejos das marcas. Por fim, para retratar essa história, convidamos o Maltchique”, conta Alessandra (Lelê) Pereira, diretora de Criação da WMcCann.

A novidade traz uma estratégia de comunicação e mídia com pílulas que funcionam como tutoriais de como usar os modelos exclusivos da coleção. Nas redes sociais, um squad de influenciadores amplifica a divulgação dos novos produtos. As ações de conteúdo ainda envolvem uma parceria no Pinterest da Chilli Beans. Ainda, entre os dias 24 a 26 de fevereiro o cliente que comprar uma versão do lançamento na flagship da Chilli Beans em São Paulo, na rua Oscar Freire, 1072, Jardim Paulista, ganhará uma Itaipava. Promoção válida enquanto durarem os estoques e permitida apenas para maiores de 18 anos.

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TIM revoluciona creator economy com lançamento da TIM House e premiação de R$ 50 mil

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A TIM acaba de anunciar a criação da TIM House, a primeira plataforma proprietária de uma operadora no Brasil dedicada exclusivamente à gestão e monetização de creators. O projeto, que nasce de uma joint venture estratégica entre as agências Mynd e Stage, marca um ponto de inflexão na creator economy, transformando o relacionamento entre marca e influenciadores em um ecossistema profissional, escalável e orientado a resultados.

Na campanha de estreia, a operadora aposta alto: os 30 conteúdos com melhor performance serão premiados. O grande vencedor levará para casa R$ 50 mil, um iPhone 17 e a oportunidade de uma collab exclusiva com a influenciadora Pequena Lô. O objetivo central é acelerar talentos emergentes, oferecendo capacitação e visibilidade em um ambiente que conecta briefings claros a recompensas financeiras e experiências exclusivas da marca.

“A TIM House é o nosso convite para que creators emergentes conquistem novos espaços. Construímos um hub para ampliar conversas, acelerar talentos e abrir possibilidades de monetização, sempre valorizando as vozes que tornam as redes mais plurais e autênticas”, explica Marcos Lacerda, vice-presidente de comunicação e marca da TIM. Segundo o executivo, a iniciativa aproxima a marca de narrativas diversas e relevantes, transformando tecnologia em liberdade de criação.

A mecânica da TIM House foi desenhada para ser intuitiva e dinâmica. O influenciador realiza o cadastro no portal oficial, acessa o briefing vigente, produz o conteúdo e o envia para aprovação via plataforma. Uma vez aprovado e publicado, o creator torna-se elegível para remunerações que variam entre valores em dinheiro, benefícios do ecossistema TIM ou acesso a ativações proprietárias.

O primeiro desafio convida a comunidade a criar conteúdos inovadores sobre o patrocínio da TIM no Big Brother Brasil 26 e o plano TIM Controle + Globoplay. Para participar, o criador deve ter mais de 18 anos e uma base mínima de mil seguidores no Instagram, reforçando o foco da operadora nos microinfluenciadores e na cauda longa da influência digital.

“A creator economy já se consolidou como uma das principais forças da comunicação contemporânea. Nosso papel foi ajudar a estruturar um ambiente em que creators tenham acesso a oportunidades reais de monetização e conexão direta com grandes marcas”, comenta Fátima Pissarra, CEO da Mynd. Fabrizio Galardi, sócio-diretor da Stage Digital, reforça que a intenção é transformar consumidores em porta-vozes engajados.

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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

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O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.

De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.

Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.

Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.

“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.

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