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ISIS VALVERDE é a nova embaixadora da PUMA e estrela coleção de Women’s Training

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ISIS VALVERDE é a nova embaixadora da PUMA e estrela coleção de Women's Training
Isis Valverde acaba de chegar no time de embaixadoras da PUMA no Brasil. A atriz estreia como a nova cara da categoria de Women’s Training da marca, apresentando a nova coleção de produtos de treino para mulheres, o maior e mais diverso em toda a história da PUMA no Brasil. A campanha conecta a história dela com o manifesto global #SheMovesUs, que empodera mulheres a atingirem suas melhores versões dentro e fora do esporte.

“PUMA é uma marca com propósitos que vão ao encontro dos meus. Acredito que nós, mulheres, podemos ser o que quisermos, mas esse não é um processo individual apenas. É também coletivo, já que é importante criar espaços para que a gente possa trocar, se apoiar e se desenvolver. A campanha #SheMovesUs, por exemplo, é muito sobre isso. A prática do exercício físico para mim vai além da questão estética, é algo que nos move por dentro também, que nos ajuda com a ansiedade, nos dá bem-estar, autoconfiança e muito mais. Estou muito feliz com essa parceria e de representar a categoria Women’s Training, mostrando que essa conexão entre mulheres e esporte é real”, compartilha Isis Valverde.

Uma das mulheres mais influentes do país, Isis divide sua rotina de treinos, lifestyle e looks fashionistas em suas redes sociais, que somadas contam com mais de 43 milhões de seguidores. Seu jeito leve e divertido de ver a vida foi um dos motivos que fez com que a PUMA a escolhesse para levar a mensagem do treino como algo saudável e descontraído para mulheres de todo país.

A atriz entrou para um time de embaixadoras que já conta com outras mulheres fortes, como as atrizes Maisa Silva e Bruna Marquezine, a cantora Malia, a skatista olímpica Isadora Pacheco, as jogadoras da seleção brasileira Ludmila Silva, Barbara Barbosa, Gabi Nunes, Tamires Britto e o elenco feminino do Palmeiras. O time de embaixadoras global conta com nomes como Dua Lipa, Winnie Harlow, Cara Delevingne, Danna Paola, Dixie D’Amelio, Molly Seidel, Nikita Parris e outras atletas e celebridades.

“Queremos fazer mudanças estruturais e o foco da PUMA neste momento é levar igualdade para as mulheres no esporte. Nossa intenção é nos conectar com todas elas, dando ferramentas para terem confiança para começar – ou continuar – a praticar alguma modalidade que gostem. Acreditamos que o esporte é também uma forma de empoderamento forte e isso reflete em outros aspectos da vida de cada uma”, explica Fábio Kadow, diretor de Marketing da PUMA Brasil.

Seguindo o propósito da campanha #SheMovesUs de se conectar com todas as mulheres e fornecer ferramentas para incentivá-las a praticar esportes, a PUMA traz agora em setembro o maior e mais diverso sortimento de produtos, em diferentes faixas de preços e tamanhos de uma só vez, algo inédito na história da marca no Brasil.

#SheMovesUs é uma plataforma de comunicação em que a marca alemã busca motivar as mulheres a se moverem juntas para alcançar seus objetivos por meio do esporte, da cultura e de seus próprios valores.
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Estudo da Troiano aponta o branding como ativo estratégico para o crescimento da indústria farmacêutica no Brasil

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A indústria farmacêutica atravessa uma transformação no modo de construir valor e relacionamento com seus públicos. Em um cenário impulsionado pelo avanço dos genéricos, digitalização da jornada de saúde e evolução dos hábitos de consumo, a diferenciação estritamente técnica deixou de ser suficiente para garantir a liderança de mercado. É o que aponta o relatório O Pulso do Mercado – Construção de Marca e Geração de Valor na Indústria da Saúde e Bem-Estar, desenvolvido pela consultoria Troiano.

O levantamento destaca dados da Associação Brasileira das Redes de Farmácias e Drogarias (Abrafarma) e da consultoria IQVIA, que mostram que o mercado farmacêutico brasileiro movimentou R$ 246,1 bilhões em 2025, o que representa uma expansão de 11% na comparação com o ano anterior. Paralelamente, o setor ampliou seus investimentos publicitários, passando a disputar a preferência de médicos e consumidores em um ambiente onde reputação, confiança e experiência ganham protagonismo nas decisões de compra. “À medida que a ciência avança e os produtos se tornam tecnicamente semelhantes, a discussão deixa de ser apenas sobre qual molécula é mais eficiente. A disputa migra para o campo das percepções humanas. O branding é o que transforma um produto funcional em uma escolha desejada e duradoura”, analisa Cecília Russo, CEO da Troiano.

O relatório mapeia os principais vetores dessa transição no setor de saúde: a simplificação da jornada do paciente, a personalização de tratamentos apoiada por inteligência artificial, a convergência entre saúde e estilo de vida, o fortalecimento de canais diretos de relacionamento com o cliente e a busca por experiências integradas ao longo de todo o ecossistema de cuidado.

Conforme a análise da Troiano, a consolidação dos medicamentos genéricos acelera essa dinâmica. Diante de produtos com paridade técnica e funcional, as farmacêuticas buscam diferenciação competitiva ao construir atributos como credibilidade, conveniência e vínculo emocional com o público final.

O estudo cita o caso do Ozempic como um dos exemplos recentes da sinergia entre inovação científica e gestão de marca. Além do desempenho terapêutico, o fármaco tornou-se um fenômeno cultural e econômico global, ilustrando a capacidade do branding de potencializar o alcance de um produto para além de suas especificações funcionais. “O futuro da indústria será definido não apenas pela capacidade de desenvolver novas soluções, mas também pela habilidade de construir marcas relevantes, capazes de gerar confiança, simplificar experiências e ocupar um espaço legítimo na vida das pessoas”, conclui Cecília Russo.

Clique aqui para ver o estudo completo.

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Executivos e especialistas transformam o LinkedIn e expandem a Creator Economy para o ambiente corporativo

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A definição da palavra creator, historicamente associada a influenciadores de entretenimento, youtubers e criadores de conteúdo para redes sociais de massa, vem passando por uma reconfiguração no mercado corporativo. Uma nova frente de produtores de conteúdo cresce no ambiente digital: executivos, CEOs, advogados, médicos, investidores e empreendedores que utilizam o LinkedIn como plataforma para construir autoridade, compartilhar conhecimentos técnicos e gerar oportunidades B2B.

Nesse cenário, a rede profissional assumiu papel estratégico na comunicação institucional. Publicações assinadas diretamente por lideranças executivas frequentemente alcançam níveis de engajamento e alcance superiores aos das páginas corporativas oficiais, aproximando diretores e fundadores de clientes, investidores, parceiros de negócios e profissionais de imprensa.

Para Victor Cabral, especialista em creator economy e fundador da Cabral Levers — hub de conexão entre influenciadores e marcas —, essa transição sinaliza a profissionalização e maturação da influência digital. “A creator economy deixou de ser um mercado exclusivo do entretenimento. Hoje, a influência também nasce da experiência, da capacidade de compartilhar conhecimento e da construção consistente de autoridade. O novo creator pode estar à frente de uma grande empresa, liderar uma área estratégica ou ser uma referência técnica no seu segmento”, analisa.

A mudança acompanha novas abordagens em gestão de reputação de marcas. A comunicação corporativa tradicional, antes centralizada unicamente nos canais institucionais da empresa, passa a ser distribuída também pelos perfis de seus porta-vozes, humanizando organizações por meio da exposição de bastidores, narrativas de negócios e posicionamentos de mercado.

A evolução desse formato demandou a estruturação de equipes dedicadas ao suporte dessas lideranças. Atualmente, executivos recorrem a profissionais de jornalismo, social media, estrategistas de comunicação e ghostwriters para transformar experiências do cotidiano corporativo em artigos, newsletters, vídeos e publicações estratégicas integradas ao planejamento da empresa.

Segundo Cabral, o movimento consolida uma nova etapa no ecossistema de conteúdo. “Estamos vendo nascer uma economia da influência baseada em conhecimento, não em entretenimento. O ativo mais valioso desses profissionais não é a quantidade de seguidores, mas a credibilidade construída ao longo da carreira. É uma influência que gera negócios, atrai talentos, fortalece marcas e abre espaço para novas oportunidades”, conclui o executivo.

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