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IOB investe R$ 200 milhões em novos segmentos

O investimento de R$ 200 milhões feito pela IOB, smart tech que une conteúdo e tecnologia a serviço do universo contábil, foi bem recebido pelo mercado que já enxerga o potencial dos novos produtos em fortalecer a relação entre contadores e seus clientes, especialmente nas pequenas e médias empresas. As soluções lançadas trazem possibilidades de elevar a experiência dos profissionais e ampliar o potencial de atendimento dos escritórios contábeis.
As novas soluções envolvem segmentos distintos, mas que se complementam entre si, como banco digital, crédito, seguros e sistema de cobranças, também os setores de cyber segurança e plataforma inteligente de benefícios, gestão de documentos online com segurança e assinatura digital com tecnologia blockchain, além de uma comunidade colaborativa de profissionais contábeis. Todas elas juntas são capazes de promover a expansão e integração de serviços contábeis em um nível de transformação digital jamais visto pela área até agora.
A decisão pelo lançamento conjunto foi estrategicamente pensada para valorizar as transformações que a IOB vem promovendo dentro da companhia e que já estão reverberando no campo de contábeis. Entre elas, a incorporação da ao³ ao Grupo IOB e as aquisições da Swood, Vendr e a tecnologia Owl Docs ocorridas nos últimos meses com foco em acrescentar mais soluções ao portifólio para empoderar os profissionais de contabilidade com soluções que facilitem sua rotina diária e aumentem a capacidade de atuar de forma cada vez mais consultiva.
As novas soluções foram apresentadas pela IOB durante a 19ª CONESCAP, que aconteceu entre os dias 14 e 18 de fevereiro, primeira edição do evento realizado de forma semipresencial após o início do isolamento social causado pela pandemia. O saldo final foi positivo com mais de 2.500 mil visitas de profissionais ao estande, que se mostraram engajados e encantados com a tecnologia e inovações da marca.
Segundo Jorge Santos Carneiro, presidente do Grupo IOB, todos os movimentos da empresa então focados nas demandas dos usuários e nas constantes mudanças do mercado que pedem sistemas mais autônomos. “Não só queremos levar inovação aos nossos clientes, com soluções integradas que entregam mais tecnologia, informação, conteúdos e possibilidades para atender com excelência, mas também ajudá-los na transformação de seus negócios, fortalecimento da relação de confiança com seus clientes e na expansão de conhecimentos e serviços, pavimentando o caminho rumo a um futuro que aproxime cada vez mais os contadores de seus clientes”, afirma.
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Elementar Digital alerta para a fadiga criativa como o grande gargalo da mídia paga em 2026

O cenário da mídia paga para 2026 apresenta-se complexo, dominado pelo avanço do social commerce, pela onipresença da inteligência artificial e pelo amadurecimento da creator economy. No entanto, um fenômeno silencioso tem corroído os resultados das marcas mais do que as mudanças algorítmicas: o creative fatigue, ou fadiga criativa. O problema ocorre quando a repetição excessiva de um anúncio satura a audiência, provocando a queda do CTR e a explosão do CPA.
De acordo com Felix Bohn, sócio da Elementar Digital, agência especializada em performance orientada por dados, muitas operações falham ao diagnosticar essa queda de rendimento. “Muitas operações atribuem a piora a fatores externos, como sazonalidade, concorrência ou ao algoritmo, quando o que está pesando mesmo é a repetição: a frequência vai acumulando e os criativos acabam perdendo força”, analisa o executivo.
Dados compilados pela Hubspot reforçam a urgência do tema: o engajamento de um anúncio costuma atingir o ápice entre a 3ª e a 4ª exposição. A partir da 5ª vez que o usuário vê a mesma peça, a “cegueira de banner” se instala, derrubando a taxa de cliques e encarecendo a campanha. A recomendação técnica para mitigar esse desgaste é o rodízio de criativos em janelas de 7 a 14 dias.
Bohn alerta para um erro comum cometido por equipes de marketing: a substituição abrupta de todas as peças de uma campanha ao notar a saturação. Esse movimento interrompe o aprendizado de máquina das plataformas, gerando instabilidade. A estratégia correta, segundo o especialista, é o escalonamento.
“É preciso manter os criativos de maior performance rodando enquanto novos são testados em paralelo, e definir janelas de teste com métricas claras de aprovação antes de escalar ou pausar. A gestão criativa não pode ser uma demanda ad hoc que surge quando os números caem. É um processo contínuo”, ressalta Bohn.
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BYD escolhe o Rio de Janeiro para instalar seu primeiro centro de testes e pesquisa fora da China

A BYD consolidou mais um capítulo de sua expansão em solo brasileiro ao anunciar a criação de seu primeiro Centro de Testes e Avaliação Automotiva no país. Localizado no complexo do Aeroporto Internacional do Galeão, no Rio de Janeiro, o projeto nasce com um investimento de R$ 300 milhões e funcionará como uma robusta plataforma de Experience e Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). O movimento reafirma o Brasil como o principal mercado da companhia fora da China e eleva o país ao status de polo global de inovação para mobilidade sustentável.
Com uma área total superior a 180 mil m², o espaço foi inspirado na unidade de Zhengzhou e terá infraestrutura completa para aferição de potência, resistência e durabilidade. Entre os diferenciais de live marketing e demonstração tecnológica, o centro contará com circuitos off-road e uma piscina gigante projetada para o teste de flutuação do modelo U8 — uma das vitrines de engenharia da marca.
A cerimônia de anúncio contou com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e do prefeito do Rio, Eduardo Paes, evidenciando o peso institucional da iniciativa. “A chegada desse projeto de pesquisa e desenvolvimento mostra a confiança da BYD no potencial do país e no papel do Rio como centro de inovação”, afirmou Paes.
Para Stella Li, vice-presidente executiva global e CEO da BYD Américas e Europa, a unidade carioca será vital para a tropicalização das tecnologias da marca. “Além de ampliar nossa presença no país, o espaço vai nos permitir gerar dados em condições tropicais, o que é essencial para desenvolver e adaptar tecnologias com ainda mais precisão para os países em que atuamos”, explicou a executiva.
Alexandre Baldy, vice-presidente sênior da BYD Brasil e head comercial e de marketing da BYD Auto, reforça que o centro materializa a confiança na engenharia local. “Estamos criando uma estrutura que vai aproximar ainda mais tecnologia, conhecimento e desenvolvimento local, permitindo que a empresa avance com mais consistência na adaptação de soluções ao nosso mercado”, pontuou.
O novo complexo também terá prioridade no desenvolvimento de tecnologias de direção autônoma voltadas para o mercado latino-americano. As obras estão previstas para começar no fim de 2026, com inauguração projetada para 2028. Segundo Tyler Li, CEO da BYD no Brasil, o centro marca uma nova fase da atuação local, “com mais capacidade de desenvolver soluções conectadas à realidade da região e de apoiar o futuro da mobilidade elétrica na América Latina”.








